3 Comments

  1. 2

    Matias Ferreira

    Em primeiro lugar o meu voto de pesar e profunda tristeza pelas vidas humanas que se perderam,coisa absolutamente inadmíssivel num País fora do terceiro mundo!
    Em segundo lugar inacreditável o aproveitamento politico de algumas pessoas com responsabilidades ,também,na desorganização existente nas entidades envolvidas no combate e apoio as populações,fizeram críticas, e bem dado o estado a que chegou a situação,mas quanto a soluções -além de pedirem a demissão da ministra- dizia eu que soluções foram zero.
    Quanto às mexidas nas chefias dos vários sectores públicos é a prática corrente de todos os governos após 1974,porque tem que servir a clientela política e os Jotas também.Prática errada mas nunca criticada pelas oposições!
    Falar-se de ordenamento florestal, é mesmo só falar porque preto no branco não existe!
    Quem é que acabou com os guardas florestais?
    Porque não se utilizam os aviões da força aérea,que sofreram transformações e caras para apagar incêndios,e nunca foram utilizados?
    Santos Costa esta cruzada tem de ir até ao fim!
    Abraço

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  2. 1

    ABM

    O verdadeiro inferno é que não se sai deste paradigma, ano após ano após ano. 2017 foi apenas um episódio pior que os habituais. Gastam cem vezes mais com a cena do apagar fogos que a ajudar as pessoas na limpeza. E chega Setembro e toda a gente vira a página, até ao ano seguinte. A política empestou o processo em 2017 e ainda por cima meteram uns tipos com credenciais tiradas dum pacote de Omo. Enfim.

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    1. 1.1

      João S.Costa

      Obrigado pela tua colaboração, António. Sobre “as credenciais tiradas de um pacote Omo”, peço-te o favor de leres o meu comentário a este post. Um abraço.

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