4 Comments

  1. 3

    Katali Fakir

    Caro Joãozinho,estas coisas é que são gravíssimas, a genuflexão dos “jornailistas”

    Ao pontapé!

    Método Relvas

    http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=_Ub1v3wQqx8

    Paulo Spranger, repórter fotográfico da Global Imagens (DN, JN e TSF),
    levou ontem uns valentes pontapés de Zeca Mendonça, assessor de
    imprensa laranja, quando procurava registar para a posteridade a
    entrada do Dr. Relvas no Conselho Nacional do PSD.

    O que impressiona é que apenas um site marginal faz alusão à agressão.
    Nem sequer o DN, o JN e a TSF, para os quais trabalha Paulo Spranger,
    denunciam a agressão. Perante a genuflexão dos media, presumo que
    deverá haver instituições — como a PGR, a ERC e o Sindicato dos
    Jornalistas — que terão uma palavra a dizer.

    Um abraço,

    Katali

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  2. 2

    Francisco Velasco

    Caro João

    Nesta época em que o refazer da História prolifera em todos os cantos do Mundo, adulterando a realidade dos factos, mascarando-os com desinformação e “spins” constantes, que levam a que os agressores sejam consideradas vítimas e estas, por reagirem, acabarem por ser catalogadas como os maus da fita. Tudo isso porque certos profissionais da escrita e porventura da rádio, abdicaram da pesquisa, do jornalismo de investigação, talvez submetidos por forças demasiado poderosas. Passaram-se par o outro lado, pois o emprego ficava assegurado. Mas esse é um mundo complexo.

    No desporto, as coisas são mais simples, não obstante certos interesses jogarem pela calada, desvirtuando a “verdade desportiva”. Quando digo simples refiro-me à enorme “metadata” de informação existente nos arquivos dos nossos jornais desportivos diários, que podem ser consultados se pretendermos escrever e deixar um legado correcto. Até eu, que gosto de futebol bem jogado mas que não ligo aos nomes, datas e provas, sabia que o Matateu não tinha jogado no Mundial de 1966, pelos relatos dos jogos que ouvi quando vivia na África do Sul. Os protagonistas desse espantoso 3˚ lugar que me ficaram na memória, foram o Eusébio, o menino prodígio, o Coluna, motor da equipa, o Vicente, que “secou” o Pelé, conterrâneos meus, isso sem desprimor par os outros colegas da nossa Selecção. Suspense e delírio no meu apartamento pela inesquecível reviravolta contra o Coreia

    Bem hajas, João, por pores a descoberto estas faltas de rigor na descrição de eventos desportivos. O teu profissionalismo a isso te obriga.

    Um abraço.

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    1. 2.1

      Joao de Sousa

      Obrigado Chico. Um abraco de saudade e muita amizade.

      Reply
  3. 1

    Katali Fakir

    Amigo Joãozinho, como sempre um documento de excelência e qualidade, obrigado.
    Porém, se permites devagar um pouco contigo como acontecia na roda de amigos em tua casa nos idos e brilhantes anos 60, sou de opinão que erros de palmatória são apenas ligeiros erros e sem gravidade alguma e de somenos importância, e nada mais do que isso. Tanto que “Herrar” é Humano, o que importa é a humildade em reconhecer o erro e consequentemente estar preparado a corrigir e ir aprendendo porque com erros também se aprende e a aprendizagem é um caminho que se vai construindo ao longo da vida. Por outro lado, embora o senhor Mário Coluna, tenha deixado o reino dos mortais, é nosso contemprâneo e como tal e na circunstância a rectificação será efectuada em tempo (como está sendo feita, aqui no BigSlam) e reposta a verdade dos factos bem pressentes na memória de todos nós.
    O que mais inquieta na nova ordem mundial é o chamado 5.º poder – A comunicação e informação, esse sim, é um poder cada vez mais perigoso aquando utilizado para manipulação e alienação alucinante da maneira de pensar e sentir das massas através de “jornalistas” que são mais mercenários inconsequentes das informações que divulgam. Entramos numa era em confronto com um desafio enorme, um poder abstracto defensor de uma única verdade que esconde-se em comunidades secretas e governam o mundo e que cada vez mais monotorizam e controlam à distância tudo e todos à escala planetária como se tratasse do Grande Irmão (Big-brother).

    Um abraço fraterno
    Katali

    (Liakatali Fakir)

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