5 Comments

  1. 2

    Rogerio Costa

    Interessante!

    A idade cronologica e a que nos referimos normalmente, mas esta nao descreve precisamente o estado fisico e mental do nosso corpo. Este depende concerteza de quando nascemos mas tambem da nossa genetica, como tratamos o nosso corpo e especialmente como psicologicamente vivemos a nossa vida.

    Assim uma pessoa pode na verdade ter uma idade biologica a mais ou a menos da sua idade cronologica. Me parece que as pessoas da minha geracao (1945) tem uma idade biologica muito menor do que a cronologica…:-)))

    Bem me lembro do professor Rui Batista da Escola Industrial de Lourenco Marques e acho que esta bem “concervado”.

    Uma Nota : Baruch Spinoza era de origem Portuguesa. Os pais judeus portugueses imigraram para Amsterdam quando da expulsao dos judeus de Portugal.

    Um Abraco
    Rogerio Costa

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    1. 2.1

      Rui Baptista

      Caro Rogério Costa: Bem a-propósito a sua evocação das chamadas idades cronológica (aquela que constava antigamente do B.I. e hoje do Cartão do Cidadão) e a idade fisiológica (o desgaste maior ou menor que a “máquina humana” sofre por maus ou maus hábitos de vida).

      E eu bem sei do que falo. A Mocidade Portuguesa de Moçambique introduziu, através da respectiva Inspecção Provincal de Educação Física, o Minibasque em território nacional, inicialmente, em 1964, através das escolas primárias de Lourenço Marques (c.f., meu post publicado no BigSlam, intitulado “Introdução do Minibasquete em Portugal” e publicado em 29/09/2012). Quando essa acção se estendeu a escolas do ensino preparatório, na Escola Preparatória General Machado de Lourenço Marques, deparei-me com aquilo a que o povo chama não bater a bota com a perdigota
      .
      Ou seja, a idade cronológica de determinados jogadores (salvo erro, com o limite de idade de 12 anos) não correspondia à sua idade fisiológica quando comparados com outros alunos da mesma idade mais baixos e imberbes por terem um palmo de altura a mais e terem a barba a despontar.

      A explicação é simples. Por nascerem em povoações distantes de localidades com registo civil os progenitores para não pagarem a multa por os registarem fora de tempo indicavam uma data posterior ao respectivo nascimento separada, por vezes, de anos civis. E aqui está o imbróglio da idade cronológica não corresponder à idade fisiológica numa iniciação desportiva em que a altura tem uma importância capital. No Basquete, jogadores de elite baixos é excepção que confirma a regra de jogadores com estatura alta, elevadíssima.

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      1. 2.1.1

        Rui Baptista

        Na penúltima linha do meu comentário anterior, onde escrevi “maus ou maus hábitos”, corrijo, obviamente, para “maus ou bons hábitos”.

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  2. 1

    dave adkins

    Os grego achavam que a chave à longevidade era a balança da mente, do espírito e do
    corpo. Hoje em dia – estilo de vida saudável + bons genes + medicina moderna + a
    vontade de Deus (+ sorte) = longevidade. .

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    1. 1.1

      Rui Baptista

      Caro Dave Adkins: A genética tem, como bem diz, um papel importantíssimo na longevidade. Mas ela, por si só, não a garante se houver excessos atentatórios contra uma vida saudável. Sobre a importância da carga genética costuma dizer-se se queres saber como será a tua bela e esbelta namorada repara como é actualmente a tua futura sogra!

      Ou seja, os genes, como o algodão do reclame da televisão, não mentem até porque os genes do pai têm também uma palavra a dizer nesta herança genética. Aliás, o povo salvaguarda a importância da genética e do meio ambiente com dois ditados se completam: ” 1. “Filho de peixe sabe nadar” (genética); 2. “A ocasião faz o ladrão” (meio ambiente).

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