3 Comments

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    Martinho Adao

    Um jogo que bem jogado é muito complicado para as cabeças dos portugueses de Portugal de hoje . Muito contacto destroi o jogo e cria molhadas pouco interessantes ,demasiado aparentado ao raguebi ,basta ir ver um jogo do Inatel , para se perceber o que estou a dizer . Os cursos de treinadores estão nas maõs dos profs de Educação Física , que conseguem os níveis sem por os pes nos cursos .Enfim mais vale esquecer …

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  2. 2

    Carlos Hidalgo Pinto

    Conheci um ex-jogador do Queluz, quando fui à sua loja comprar um cinto. Quer um cinto? Para si que é magro e elegante, tenho este. Retorqui que tinha praticado basquete na juventude e que fui sempre spaghetti. Disse-me que tinha jogado basquetebol no Queluz até aos 40 anos, com um grande jogador da então L.M., Leonel Santos. Elucidou-me de que havia excesso de jogadores estrangeiros e inércia na modalidade. Vivia ao basquetebol e achava que tudo começava na Escola. Chamava-se Inocêncio Simões e denotava uma grande paixão pela modalidade. Só com planeamento a nível local, colocando tabelas de basquetebol no percursos casa-escola e fomentando o desporto escolar é que esta modalidade se desenvolve. Os professores são a chave da questão. Existindo a prática na Escola, é que se pode, posteriormente, pensar nos clubes. A ligação com estes últimos, deve fazer-se num intercâmbio constante com o desporto escolar.

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  3. 1

    Miguel Graciano

    Bom dia,

    Na minha opinião e nestas situações em que se chega ao extremo a culpa nunca morre solteira até um determinado ponto a partir do qual a teimosia e a pouca tolerância para os demais agentes da modalidade começa a criar problemas atras de problemas na nossa modalidade.
    E chamando o nome às coisas a minha resposta à vossa questão é a direcção da FPB, que devia ter saido e não perpetuar, pois o ruido à volta da mesma começa a ser inrespirável, saber sair é um privilégio dos melhores e neste caso é o contrário, deixar que novos rostos com novas ideias e novas dinamicas consigam fazer acreditar na modalidade.
    Para mim a parte mais dificil é tornar a colocar o Basquetebol na rota da comunicação social e nos investidores(empresas).
    Não temos referências na modalidade, a formação tem que ir às escolas, os DTN têm que percorrer este país à procura de talento a meu ver e atendendo aos dias de hoje em que a juventude tem uma imensidão de oferta temos que ser nós a ir de encontro a essa mesma juventude e não ficar à espera que seja a juventude a vir ter connosco.
    Outra das situações que gostaria de ver cada vez mais nos pavihões e em acção de treino os antigos atletas, pois somos nós um dos grandes veiculos da modalidade, eu vejo nos pavilhões que os miudos do Mini a maioria são filhos de ex praticantes e temos que ser nós a conseguir trazer miudos para a modalidade.
    Quando digo que ex atletas em acção de treino é isso mesmo agarrarmos na base e transmitir aos miudos a paixão pelo jogo.
    Um grande abraço
    Miguel Graciano

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