8 Comentários

  1. 6

    Katali Fakir

    Boa reportagem, mas em pano branco, cai a nódoa, então vejamos: Breivick, terrorista cristão representa a ele próprio; Bin Laden, terrorista “muçulmano”, representa os “Muçulmanos”. Pôrra, sou Muçulmano, e esse como outros canalhas de sua igualha, a mim jamais representarão em circunstância alguma. Fim aos terroristas e ao terrorismo em geral e sem contemplações, com respeito aos Humanistas, aos quais me incluo, impõe-se autoridade se quisermos Liberdade e Democracia e salvaguardar os Direitos Humanos.

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    1. 6.1

      João SCosta.

      Tens razão neste teu comentário, Katali. O Bin Laden não representa todos os “Muçulmanos”. representa uma minoria. Os radicais. Assim como o Anders também só representa uma minoria de direita. As minhas desculpas por este erro que só agora, – porque no meu novo post faço referência a este, – é que notei. Um abraço.

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      1. 6.1.1

        João SCosta.

        Não tenho dúvidas que o Anders Breivik, também só representa uma minoria dos Cristãos de direita.

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  2. 5

    João Oliveira

    Com tanta benevolência, que mais parece cumplicidade! Parece que neste mundo ocidental há alguém “grande” que não está intreressado em que o medo acabe, pois trata-se dum sentimento que ajuda a controlar as massas.

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  3. 4

    Carlos Hidalgo Pinto

    Bem, Louis Armstrong, Nat KIng Cole, Count Basie e outros, tiveram em F. Sinatra (filho de imigrantes), alguém que procurou ajudá-los a integrarem-se na sociedade, arranjando-lhes trabalho como músicos. Isto apesar de F. Sinatra também ter tido alguns problemas. devido ao seu temperamento.

    A melhor solução é respeitar as diferentes religiões e promover o ECUMENISMO, algo que o nosso país tem procurado fazer. Quanto à tal Lei de Talião, o tal olho por olho, já Ghandi dizia que no final, ficamos todos cegos! A guerra fomenta o ódio e a resolução de conflitos tem de ser operacionalizada pela via diplomática e em sede da ONU.

    A economia globalizada deveria de servir para criar crescimento e desenvolvimento sustentável ou seja, colocar a economia ao encontro das necessidades básicas dos homens e das mulheres do planeta terra. O desporto devia unir os povos, assim como a cultura em geral e ambos são e deveriam ser sempre vistos como algo ao serviço da Paz.

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  4. 3

    Paulo JF Craveiro

    Bravo!
    Bravíssimo João Santos Costa!
    Rebuscando Louis Armstrong na meditação que dure e perdure:
    “_Ame querida, ame!
    _Esse é o segredo!
    _Sim!
    _…Eu penso comigo que o Mundo é maravilhoso!
    _Siiiiiiiiiiiiiiiiim!
    (agora em exequo com o nosso super tuga CR7)
    Com gosto e satisfação, louvor e distinção, a meditação atenta de João Santos Costa!
    Um grande bem haja!

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  5. 2

    José Viegas

    “parem de bombardear sistemática e cirurgicamente e de forma planeada os países soberanos para se apoderarem dos seus recursos causando o extermínio e a desgraça de milhões de pessoas”

    Nada mais há a acrescentar…

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  6. 1

    Francisco Velasco

    Estamos numa era em que deixámos de raciocinar. Avançamos com lugares comuns na caracterização dos eventos que nos são enviados. Aqui está um artigo carregado de subtilezas que não posso deixar de criticar não sem deixar bem claro que condeno todos os actos de terror:

    * Todavia discordo da comparação explícita — Anders Beivik um terrorista cristão da direita representa~se a si próprio. Terrorista muslim fanático representa TODOS MUSLINS, todos os Muslins, João…???

    * Nem sequer vale a pena analisar a questão da pena de morte…

    Ninguém deseja que um bomba montada de forma cirúrgica, bem planeada, ceife subitamente a vida de inocentes. Para mim, amigo João, existe uma solução, parem de bombardear sistemática e cirurgicamente e de forma planeada os países soberanos para se apoderarem dos seus recursos causando o extermínio e a desgraça de milhões de pessoas, incluindo as crianças, – babies, little babies, beautiful babies – de que falava essa anomalia hipócrita que lidera o fazedores de guerra… e seguramente que o terrorismo não teria razão de ser.

    Pobre Louis Armstrong… It’s not a wonderful world…!

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