8 Comentários

  1. 8

    Carlitos

    Deixei Lourenço Marques em 76 quando já Maputo, andei com perspectiva de voltar a vê-la, com ânsia e saudades retornei em 96, deixei desde aí, desiludido e desliguei me definitivamente, físico e moralmente. De acordo com as comparações das fotos acima, na minha memória fica uma foto dos bons tempos contra a foto das ruínas do coliseu em Roma. Pura e simplesmente perda de tempo I dinheiro em lá ter voltado, em contrapartida foi bom ter visto a realidade com os próprios olhos. Já não é a terra q me viu nascer q está no meu coração mas sim a terra q me vê viver é que é a minha terra. Ambanini terra natalícia.

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  2. 7

    Rosalina Rasteiro

    Eu também lá vivi , desde os meus 14 anos até aos 28. Adorava aquela cidade,ainda hoje tenho muitas saudades. Foi naquela linda catedral que casei. Quando olho para as fotos do meu casamento e vejo a frente do prédio Funchal onde vivi durante alguns anos, saudade bete com forte.

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  3. 6

    eduardo m. paulo

    Nasci la’ em 1960 & morei la’ ate’ aos meus 13 anos.
    Retornei em 1985 para me relembrar o passado. Nos anos 2001 ate’ 2015 – e ja’ com 50 e poucos anos, andei por Mocambique a fazer trabalhos…estava enamorado pela “minha terra”.
    Perdi esse namoro porque o pais esta’ estragado por causa da “violacao a ser feita pelos chineses” ( meu comenta’rio, so’ !)

    Aquela terra esta’ podre – os chineses roubam tudo ‘a superficie.
    Bolas para isso !

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  4. 5

    Luis Russell Vieira

    Vivam, Laurentinos, Coca-Colas e Moçambicano(a)s em geral,

    Eu teria ficado em Lourenço Marques, Maputo a partir de 1975. Não conhecia outra vida nem cidade, mas em 1977 tive de abandonar a minha terra natal – eu e muitos outros milhares de moçambicanos – porque houve alguém que fez uma lei para nos expulsar. Também nunca mais lá voltei nem voltarei, digo isto com tristeza e muita pena.

    Parabéns ao João Santos ‘namoradeiro’ Costa por mais um excelente artigo sobre a nossa linda Lourenço Marques, no tempo em que podíamos dizer uns piropos saudáveis, respeitosos e próprios da idade, sem sermos logo rotulados disto ou daquilo e acusados de algum tipo de crime.

    Kanimambo!

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  5. 4

    2luisbatalau@gmail.com

    KANIMAMBO. DESDE 1974 QUENUNCA MAIS VOLTEI NEM VOLTO!
    ABRAÇO

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  6. 3

    Ricardo Alves

    Caro João Santos,

    Com uma lágrima a correr pela face eu também nunca mais voltei ou voltarei â terra onde nasci, onde a minha mãe nasceu e onde a minha avó também nasceu.
    Se “recordar é viver”, eu ainda vivo em Lourenço Marques, a terra que eu amo e me viu nascer, onde fui feliz, muito feliz, nunca por nunca voltarei à cidade de Maputo, que nada tem para me dar!
    A minha felicidade parou no dia 28 de Fevereiro de 1976 e a minha vida correu célere e com poucas mas boas recordações aqui em Portugal.

    Obrigado por ter escrito o que penso.

    Ricardo Alves.

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  7. 2

    Jorge Oliveira

    Estive em Moçambique nos últimos 6 anos por duas vezes, por cada dois meses, e foi um sentimento de felicidade e de esperança que o país se desenvolva para bem de todos os moçambicanos.

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  8. 1

    BigSlam

    É impossível não nos revermos nesta viagem, nesse “não voltar” que tantos de nós compreendemos tão bem.

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