27 Comentários

  1. 23

    José Alexandre Bártolo Wager Russell

    Cá espero pela continuação da história desse homem fascinante por aquilo que fez. Belo comentário.

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  2. 22

    Vitor

    Sou natural de Lourenço Marques nascido em 1957 e fui sempre um amante de conhecer as figuras mediáticas da minha terra.Sempre ouvi falar de Jorge Jardim e,as histórias contadas por alguns amigos mas muito pouco…..quero agradecer ao Sr. Manuel Terra por este magnífico artigo,fico aguardando pela segunda parte,um bem haja ,um abraço.

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  3. 21

    Carvalho

    Um dos filho do EngºJorge Jardim, fez em 1970, o CSM em Boane e depois ficou “adstrito” á segurança do Kaulza de Arriaga.

    Eu , depois de 2 anos na 1ª C Engª em Mueda (Diaca, Chai, etc) fui transferido para o Destacamento de Engª do Sul ,na Beira e iniciei a construção do Quartel dos GEPs no Dondo…., o resto são boas recordações.

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  4. 20

    Manuela Foley

    Quem não conhecia a família Jardim e os feitos, por exemplo, da Maria do Carmo, a mais conhecida, então, dos filhos? Que bom relembrar!
    Obrigada, and I’m looking forward to the next chapters!|

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  5. 19

    João Gouveia

    Sim, fez isso e muito mais. Fico a aguardar a 2ª parte

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  6. 18

    João Santos Costa

    Muito obrigado, Manel, por mais este artigo sobre uma figura que todos que vivemos em Moçambique conhecemos bem como ele se movimentava nos meios políticos, especialmente dos países limítrofes de Moçambique, e nos meios militares. Estes nunca viram com grande entusiasmo a criação do seu grupo de milicias moçambicanos conhecidos por “flechas”. Também era sabido que ele recebia informações de Das es Salam, sobre a movimentação das tropas da Frelimo dentro de Moçambique que depois passava a às nossas tropas, fazendo de “agente duplo”.
    Cá fico à espera da parte 2.
    Um grande abraço, Manel.

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    1. 18.1

      Manuel Martins Terra

      Caro amigo João, Jorge Jardim era um “iluminado” que previu o que se viria a passar em Moçambique, com a Frelimo a assumir a governação e a declinar os movimentos democráticos oriundos da sociedade moçambicana. Como tu disseste e bem, Jorge Jardim acompanhava a orientação política e militar da Frelimo na Tanzânia, a par e passo e conhecia bem a clivagem partidária que grassava no movimento, e os indesejáveis pagavam com a própria vida a contestação vigente. E foi essa gente que assumiu o poder após a Independência, branqueado pelo Acordo de Lusaka, que teve a complacência do irresponsável governo português, que nos abandonou e doravante deixou o povo moçambicano mergulhado na ignorância e na pobreza. Era isso que Jorge Jardim, queria travar e conseguir um Moçambique, próspero e promissor para o bom povo daquele país maravilhoso, que habita em nós.
      João, recebe um abraço do amigo Manel.

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  7. 17

    Carmen Ramos

    Obrigada Manuel Terra por mais uma interessante reportagem – muitos detalhes que eu desconhecia.

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  8. 16

    José Pereira

    Boa noite, embora não tenha vivido em Moçambique (mas estive a sete meses de nascer em Quelimane), mas há última hora, os meus pais não foram. E a minha Tia, Ana do Chinde, levou uma irmã da minha mãe.
    Mas conheço bem a História do Engenheiro Jorge Jardim e da sua família. Um Homem com H Grande.
    Mas o que me leva a deixar este comentário é a Informação sobre os FLECHAS, que nunca existiram em Moçambique, estes mesmos foram criados pelo Inspector Óscar Cardoso em Angola.
    Em Moçambique, o Engenheiro Jorge Jardim criou primeiro os GE’s Grupos Especiais e que usavam uniformes negros e boina amarela. Seguidamente cria então os GEP’s Grupos Especiais Paraquedistas, mas com boina grená, embora o símbolo das boinas fosse o mesmo para as duas Forças assim como o distintivo de peito (vulgo crachá). Sendo criado um brevet próprio para os GEP’S.
    Um forte abraço para todos e espero que um Dia, a História se lembre destas Forças e do quanto contribuiram para a defesa das nossas antigas Províncias Ultramarinas. GE’s, GEP’S, FLECHAS, GE’s Angola e Guiné e outras que existiram mas que ainda hoje são um autêntico “TABU”.

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    1. 16.1

      Mário Jorge M. Rogado Quintino

      Comentário importante e clarificador. O meu Pai, Militar, Oficial superior do Exército, com 2 ‘comissões de serviço’ efectuadas em Moçambique, poderia confirmar esta correcção. Como já não está cá para o fazer, faço-o eu, que o acompanhei em Nampula e em Vila Perry.

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  9. 15

    José L. Gonçalves

    Parabéns, amigo Manuel Terra. Com os teus escritos ficamos sempre a saber um pouco mais. Aguardamos as próximas “novidades”. Aquele abraço.

    Responder
  10. 14

    José Gonçalves

    Parabéns, amigo Manuel Terra. Com os teus escritos ficamos sempre a saber um pouco mais. Aguardamos as próximas “novidades”. Aquele abraço.

    Responder
    1. 14.1

      Manuel Martins Terra

      Amigo Zé Gonçalves, um abraço para ti, e cá te esperamos por Valpaços.

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  11. 13

    Adelino

    Os Flechas foram criados pela PIDE/DGS. No Dondo estava o quartel do Grupo Especial de Pára-quedistas (GEPs). Ambas unidades militares eram maioritariamente composta por negros voluntários, excelentes soldados, fiéis a Portugal. Foram abandonados à sua sorte pouco depois do 25 de Abril. Os que fugiram para a Rodésia alistaram-se nos Selous Scouts ou na Renamo. Os que ficaram foram presos, torturados e finalmente fuzilados. Assim funcionava a Frelimo. Jardim pode ter contribuído para a criação dos GEPs, mas o homem que os liderou foi o Coronel pára-quedista Costa Campos.

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  12. 12

    nino ughetto

    Foi um tempo maravilhoso. O que dizer a mais ??? Tudo passa tudo acaba..Um abraço com tristesa

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  13. 11

    josé carlos alves da silva

    Excelente narração sobre a vida deste grande impulsionador português em Moçambique, por toda África. Já conhecia todos estes méritos do Jardim. Pena não ter sido conciliador-embaixador-negociador entre Moçambique – Portugal

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  14. 10

    Paulo Carvalho

    Excelente artigo do Manuel Terra…Já conhecia a pessoa de Jorge Jardim mas não, com o detalhe aqui descrito.
    Gostei muito da publicação, pelo que fico a aguardar a próxima!

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  15. 9

    Marilia Manuela Ventura Nunes Marques

    Excelente artigo! Retrata um pouco da história de Moçambique que desconhecia. Ainda era pequena naquela época, mas ouvia meu pai que trabalhava no BNU, em Lourenço Marques falar de Jorge Jardim.

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  16. 8

    Luis Ferreira

    Parabens pelo retrato de Moçambique nos anos 60/70 e dos seus influenciadores como foi Jorge Jardim…
    A história não se apaga e, a maioria sabe olhar para a História de Portugal com naturalidade e sem falsos pedidos de desculpa como infelizmente alguns querem fazer em Portugal !!!

    Responder
  17. 7

    Eduardo Castro

    Que bem me lembro desta realidade.

    Responder
  18. 6

    Vilares Lopes

    Parabéns ao Manuel Terra, que foi meu colega nos SMAE em Lourenço Marques.
    O Jorge Jardim tentou mudar o curso da História de Moçambique, onde nasci, … mas os ventos da mesma história não o permitiram.
    Na altura, pensava-se que o Presidente do Malawi podia ser a “chave” da questão, … um aliado de peso, para que fosse possível encontrar um novo caminho para Moçambique, mas as coisas não correram bem …
    E o Moçambique que hoje conhecemos bem se pode queixar disso …

    Responder
    1. 6.1

      Manuel Martins Terra

      Caro amigo e colega, Vilares Lopes, um grande abraço do Manuel Terra, nós que fizemos parte daquela grande família, que era dúvida os SMAE, e que nos marcou profundamente. Deixo-te o meu contato telemóvel: 932832834 e o meu email: manuelmartinsterra@hotmail.com
      Hambanine!

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  19. 5

    Armindo Matias

    Parabéns Manuel Terra por este interessante relato. Por intermédio de um amigo visitei, em 1972, as instalações do Jorge Jardim, no Dondo e fico a pensar que com a influência que possuía, este Homem podia ter mudado o destino de Moçambique. Em defesa dos seus interesses pessoais e patrióticos, decerto que o tentou. Mas infelizmente não teve sucesso e a criação dos Flechas foi um erro estratégico.

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  20. 4

    fer.martins@live.com.pt

    Excelente comentário, de um Homem de Força na sua época e da nossa. Por muito que tenhamos duvidas, devemos dizer a JJardim, obrigado.

    Também obrigado por artigo, a historia não é para esquecer.
    Abc

    Responder
  21. 3

    2luisbatalau@gmail.com

    ARTIGO IMPORTANTE REPORTANDO FACTOS ANTIGOS DO ESTADO NOVO. E MAIS NÃO DIGO!
    KANIMAMBO

    Responder
  22. 2

    Samuel Carvalho

    Excelente resgate histórico!
    O artigo traça um retrato fascinante de Jorge Jardim, figura enigmática, estratega diplomático e homem de bastidores do Estado Novo. Com riqueza de detalhe e escrita envolvente, o texto prende o leitor e ajuda a compreender o papel de Moçambique no xadrez geopolítico da época.
    Mais uma vez, o BigSlam cumpre a sua missão de preservar e divulgar memórias marcantes da nossa história comum.
    Parabéns ao Manuel Terra!

    Responder
  23. 1

    BigSlam

    Artigo fascinante! Um retrato revelador de Jorge Jardim e do seu papel nas sombras do Estado Novo.
    A não perder!

    Responder

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