11 Comentários

  1. 9

    António José Vilares Lopes

    Muitos Parabéns ao Manuel Terra por este artigo, muito interessante e elucidativo da situação que se verificava em Moçambique. Eu estava na tropa nesta altura e tinha vindo de Mueda para Nampula, para o Agrupamento de Engenharia. Já aqui tinha estado aquando da Especialidade, onde tive o privilégio de conhecer os ilustres Comandante eng. Vasco Gonçalves, futuro primeiro ministro e o colega eng, Mira Amaral, futuro ministro.
    Grande Agrupamento de Engenharia, que teve estes ilustres membros!
    Acho que seria também muito importante conhecer as opiniões das manas Jardim, filhas de Jorge Jardim, em particular da mediática Cinha Jardim., no que diz respeito à forma como viveram e sentiram este período nas suas vidas.

    Grande abraço ao meu antigo colega Manuel Terra

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    1. 9.1

      Manuel Martins Terra

      Um grande para ti também, Vilares Lopes.

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      1. 9.1.1

        Manuel Martins Terra

        Um grande abraço para ti, Vilares Lopes

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  2. 8

    2luisbatalau@gmail.com

    MARAVILHOSO DOCUMENTÁRIO SOBRE JORGE JARDIM QUA MANUEL TERRA COMPLETOU. KANIMAMBO

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  3. 7

    nino ughetto

    Bem visto Parabens M.Terra, Eu ??? sinceramente Nunca compreedi a Politica nem interior nem exterior..Hoje. sou mais sabido, pois vejo a politica dos dois lados os interesses internalcionais; (Tenho pena de nào ter o don de escritor nem bastante instruçào , Hoje vejo os interesses dos Paises exteriores para terem a liberdade de explorare os mais fracos. “”Nào hà amigos sO interesses””. Bom poderia escrever todo o dia, mas à qué de bom ??? ( L.Marques Moçabique està perdido). Tudo passou Tudo acabou.. Fiz 4 anos serciço militar

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  4. 6

    João Santos Costa

    Amigo Manel, obrigado por mais esta cativante publicação sobre as movimentações de Jorge Jardim para a independência que ele queria para Moçambique.
    Se depois de conseguida era estável? Tenho para mim que não! Os países africanos não a iam reconhecer.
    Recebe um grande abraço deste teu amigo João.

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  5. 5

    Joaquim vieira

    Jorge Jardim não teria a mínima hipótese de tornar Moçambique independente ou mesmo autónomo .
    As forças armadas ( estive de Jan 67 a Jan 71 na Fá e no ExercIto) tinham instruções de Lisboa para cessar imediatamente de combater e assim fizeram .
    Para além de Daniel Roxo e os seus poucos flechas , jardim não tinha poder nenhum nas forças armadas . Ora com a Frelimo muito melhor armada e financiada pela Umiao Sovietica que poderia ele fazer ? Nada
    Aliás em Setembro houve a sublevação do RCM o povo de Lourenço Marques aderiu em massa e veio alguém apoiar ?? Nem os sul africanos ….
    A comunidade internacional queria a Frelimo no poder !
    Era uma questão de tempo . Nos anos 60 talvez se pudesse ter encontrado uma solução com a Guiné a dar o exemplo . Marcelo nunca quiz e teve sempre medo de Tomaz e dos ultras . E tenho a certeza que estes o teriam deposto a mínima ideia de autodeterminação

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  6. 4

    Armindo Matias

    Parabéns por este relato de factos históricos, do nosso tempo, o qual pela forma como é descrito nos deixa na expectativa de conhecermos os próximos capítulos. Um homem a tentar evitar uma derrocada que sabia inevitável tendo pela frente um interlocutor cujo estado de espírito só podia ser: “Tirem-me deste filme”.

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  7. 3

    Maria Carmen de Oliveira Ramos

    Muito obrigada Manuel Terra por esta serie de momentos que a historia nao deve esquecer…

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  8. 2

    Samuel Carvalho

    Mais um texto muito interessante de Manuel Terra, que nos ajuda a compreender melhor uma das figuras mais controversas e enigmáticas da história recente de Moçambique. A narrativa prende do princípio ao fim e deixa-nos com vontade de conhecer os próximos desenvolvimentos desta verdadeira história de espionagem e intriga política.
    Kanimambo Manel!

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  9. 1

    BigSlam

    Mais um capítulo fascinante desta série de Manuel Terra, que nos conduz pelos bastidores de um período decisivo da história de Portugal e de Moçambique. A figura controversa e enigmática de Jorge Jardim surge, uma vez mais, envolta em diplomacia secreta, intriga política e episódios dignos de um verdadeiro filme de espionagem. Ficamos a aguardar, com muita curiosidade, a próxima parte.

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