11 Comentários

  1. 10

    José Fernandes

    Muito interessante! Gostei dessa terra Marracuene, ou seja: também Vila Luísa.Tem uma vista maravilhosa para o rio e consegui ver hipopótamos nos anos 1971/72.Estive lá a reparar maquinaria numa fábrica de tanino quando fui empregado nas empresas Bucelato em Maputo.Moçambique é uma linda terra e esta e as suas gentes deixam saudades.

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  2. 9

    Fernando Machado Almeida

    Não esquecer que foi em Marracuene que o GUNGUNHANA foi derrotado e preso pelos portugueses.Naquele tempo as tropas Portuguesas eram HEROIES ao contrario do que se passou em 1974.

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  3. 8

    FERNANDO DE CARVALHO

    Marraquene que eu conheci quando a linha terminava lá. Fui várias vezes de Comboio, Automotora, Zorra, Carro e Bicicleta. Continuando na estrada e logo a seguir á entrada para a vila, havia uma árvore bem frondosa do lado direito onde passei várias tardes em conversa dentro do carro com uma namorada que tinha na altura e olhando para a lezíria. Saudades que não morrem nunca.

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  4. 7

    Nelson Barata

    Caros amigos
    Só falta dizer que no parque de merendas, uma espécie de miradouro sobre o Incomáti e, sobre os jardins da beira rio e onde os jacintos de água pululavam, e por onde muitas vezes cabeças de hipopótamo emergiam, existiam umas árvores de “tchinchiva” que faziam com que os putos ficassem com as t-shirts ou camisas cheias de um pó castanho alaranjado, muitas vezes, razão para umas palmadas dos n/velhos de forma a sacudir-nos o “pó” da roupa…

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  5. 6

    José Moreira

    Belas fotografias e belo relato de uma realidade que deixou muitas saudades. Pessoalmente, o que mais me marcou foram os hipopótamos, a nadar no Incomáti. Belos tempos!…

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  6. 5

    Armindo Abreu(Mindocas)

    Boa tarde a todos e parabéns pelo óptimo artigo sobre a Vila Luísa …
    Entre 66 e 74 fui lá muitas vezes visitar uns amigos que lá viviam ( A família Vieira, em que o Sr António Vieira trabalhava nos CFM)
    Voltei lá em Dezembro de 2017, pela nova estrada marginal e passei pela nova ponte para a praia da Macaneta…
    Continua tudo fantástico e estive na magnífica casa do João Viseu , em frente ao mar.
    O mais díficil foi voltar.
    Abraço a todos

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  7. 4

    Augusto Martins

    Obrigado MANUEL TERRA!

    Acabei agora de chegar de uma viagem de 12.000 kms e 45 anos.
    Cresci e vivi 30 anos, neste paraíso.
    Logo que possa (e brevemente), vou-lhe dar mais elementos para que os possa acrescentar a esta sua descrição.
    Um GRANDE ABRAÇO,de agradevimento

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  8. 3

    Manuel da Silva

    Não conheço o autor (Sr. Manuel Martins Terra), mas devo-lhe um agradecimento pela grande e louvável descrição que faz da viagem no tempo através de Vila Luísa – Marracuene, Praia da Macaneta…
    Enquanto vivi em LM (1972, cerca de um ano) goraram-se todas as oportunidades que tive de fazer esta lindíssima viagem. Mas fiquei agora com uma bela ideia …
    Obrigado Manuel e Samuel!

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  9. 2

    Jose Carlos

    Mais uma bela descrição de uma terra moçambicana, neste caso Vila Luísa/Marracuene, pelo meu grande amigo Manuel Martins Terra, a quem envio um grande abraço.

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  10. 1

    Dulce Gouveia

    Kanimambo Manuel por me fazeres recordar um trecho da minha vida, passada nesta bela vila.
    Teria eu os meus 7 ou 8 anos quando a minha mãe foi colocada na escola primária de Marracuene como professora e lá foi a família toda de armas e bagagens viver para a casa/escola.
    Este edifício era muito peculiar e não tão incomum assim nas aldeias ou vilas de Moçambique.
    Era um edifício unico, constituído pela casa do professor e a outra parte pela escola propriamente dita, cuja ligação era feita através dum varandim a todo o comprimento e onde se entrava para as 2 únicas salas de aula existentes ( 1a e 3as classes / 2a e 4as classes ). Acabei por ser aluna da minha mãe na 3a classe.
    O edifício estava implantado no centro dum terreno grande que fazia de pátio, onde existia uma série de árvores de fruto onde a criançada se deliciava a comer a fruta e a brincar.
    Quando chovia, andávamos de bicicleta nas longas varandas.
    Brincávamos muito na rua, ou a jogar ao ringue
    ( ” roubávamos ” giz na escola para demarcarmos o campo na rua, que só saíamos quando passava um carro, o que era raro durante os dias úteis) ou íamos brincar nos 2 bonitos parques existentes, ora nos baloiços ora a jogar. Percorriamos a vila de bicicleta, até à estação para ver os comboios ou à esplanada do restaurante para ver o rio ou ao hospital dos maluquinhos ou até à igreja enfim, conheciamos os cantinhos todos.
    Lembro-me bem dessa época e de vários episódios correspondentes.
    Marracuene era o paraíso das crianças, andávamos completamente em liberdade, sozinhas a vaguear por ali na brincadeira e só íamos a casa para comer e dormir.
    Foi um período muito feliz e inesquecível para mim.
    Ao ler a reportagem veio tudo à memória.
    Os meus agradecimentos ao BigSlam, na figura do Samuel e ao Manuel.

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    1. 1.1

      Samuel Carvalho

      Olá Dulce Gouveia, não sabia que tinhas vivido em Marracuene. Adorei ler as tuas recordações deste lugar e constatar que continuas com uma excelente memória… bons tempos!!!
      Aquele abraço e vamos-nos vendo por aqui no nosso “Ponto de Encontro!” – https://www.bigslam.pt

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