14 Comentários

  1. 12

    sputnik761@gmail.com

    »» Já não bastaram os ciclones na BEIRA ….. agora esses gajos Jihadistas “AL-SHABAB” são uns marados … banditismo qb deviam ser tratados da mesma forma…. FUZILADOS…. Viva a FRELIMO.

    ZÉ MARQUES » QUEIJAS – OEIRAS

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  2. 11

    Edite Alho

    com todos os ataques que têm feito os jihadistas se não houver a mão do exterior não haverá paz e continuara a haver esta carnificina que tem acontecido

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  3. 10

    Julio João Conceição

    Louvo a iniciativa, que está em consonância com a riqueza da região. Espero que seja um foco para o desenvolvimento de Cabo Delgado, e que as suas gentes sejam as principais beneficiadas. Que se ponham de parte as ambições e cobiças desmedidas, que nestas situações emergem. Entretanto… Ainda não está claro como conciliar este desenvolvimento, com a instabilidade reinante, cujo fim não se vislumbra… com tendência a recrudescer…

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  4. 9

    Manuel Martins Terra

    Mais importante do que se apresentarem projetos de encher o olho, seria certamente a estabilização da paz numa região em conflito que o mundo parece ignorar, e construírem-se habitações condignas com as necessárias infraestruturas e acesso á saúde e educação. Os governantes são eleitos, para estarem junto dos seus eleitores e atentos ás necessidades básicas do seu povo. Estes projetos encomendados e supostamente bem pagos, são depois esquecidos a exemplo de outros atrás apresentados e que pelos vistos não passaram do papel. Que a riqueza que brota do solo moçambicano, seja repartida e aplicada no desenvolvimento e bem estar do seu povo, farto de conflitos,de chorar os seus mortos e perdidos das sua famílias. A paz, será certamente o mais belo projeto que se possa vir a construir.

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    1. 9.1

      Carlos Hidalgo Pinto

      Num mundo de globalização e de interdependência económica, o factor humano é decisivo. Portanto os pilares da educação e da saúde sao essenciais para a qualidade de vida das populações. No entanto, sem uma economia nacional a funcionar, nao se obtêm receitas provenientes dos impostos. Estes últimos surgem de processos resultantes de causalidades cumulativas regionais. Tem a ver com o investimento existente no país. Ora ele é baixíssimo, sendo necessário o Investimento Directo Estrangeiro para poder impulsionar a actividade económica a nivel local, regional e nacional. Os efeitos multiplicadores na economia nacional e que decorrem desses mesmos investimentos, é que irão possobilitar um acréscimo no emprego, na receita fiscal, na implementação de infraestruturas como escolas, hospitais, vias de comunicação, um sistema de apoios sociais ou de segurança social, etc. Para que tal aconteça, tem de se criar uma coesão social e de paz em todo o território nacional, de forma a se atrair o investimento internacional.

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  5. 8

    Chyttollo Boy

    Mas nao devem esquecer os muquifos, slums, townships, favelas, ghettos que, inevitavelmente, vao nascer a volta da cidade.

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  6. 7

    Ernesto Silva

    O projecto até parece ser interessante, mas já vi vários e a concretização acaba por não se realizar. Num País com tantas dificuldades e com uma população carente do mais básico e pouco letrada, penso que o dinheiro estimado para uma megalómana realização desta envergadura deveria ser aplicado de forma a dar ao Povo Moçambicano outra condição e qualidade de vida, começando pela criação de uma rede de ensino, depois venham esses projectos. Acho que existem gabinetes a extorquir dinheiro ao Povo Moçambicano, sentado em gabinetes a fazer desenhos que certamente não serão realizados.

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  7. 6

    Carlos A M Loff Fonseca, Lisboa, Portugal.

    Lisboa. Acabe-se com a falta de água e alimentos, cultive-se pois a terra é rica …
    Conheço essa magnifica terra desde Palma até Ponta do Ouro. Costas ricas de peixe, corais e recifes … on fiz mergulhos …

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  8. 5

    antonio Ughetto

    Minha terra bem amada que fui compelido a deixar, não importa, a vida é mesmo assim. Desejo o melhor para todos os Moçambicanos que os nossos continuadores tenham uma vida bem melhor que os preentes que têm sofrido bastante.
    O progresso de um País pode também representar o bem estr do s que aí vivem.Conheci o “meu” Moçambique do Rovuma ao Maputo, estive em 90% das cidades desse magnifico País estive em Bela Vista a Salamanga de Lourenço Marques a Namaacha
    Inhambane, Beira, Buzi, Quelimane, Tete Nacala, Nampula, Ilha de Moçambique, Pemba (Porto Amélia) Palma Cabhora Bassa, Vila Pery enfim.. tive esse previlégio frequentei a maioria das praias ….. Desejo tudo do melhor, felicidades para esse magnifico País

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  9. 4

    Carlos Hidalgo Pinto

    O projeto acima descrito é algo de positivo para o desenvolvimento daquela região. Entretanto Moçambique debate-se com um modelo dual de desenvolvimento, baseado numa oferta de trabalho oriunda das áreas rurais com predominância do sector de subsistência de rendimentos baixos. Essa mão de obra encaminha-se essencialmente para a área da capital, portanto para o sector urbano em expansão que absorve a maior parte dos factores de produção de capital e de mão de obra do país. Decorrente deste processo tem lugar um retardamento do desenvolvimento no resto do país.

    Se se atender à pressão demográfica existente no país, consubstanciada numa taxa de crescimento intercensitária em resultado dos recenseamentos de 207 e 2017, constata-se o seguinte: • A taxa de crescimento médio anual foi de 3,44%;

    • A manutenção deste valor de crescimento médio demográfico anual, implica uma DUPLICACAO DA SUA POPULAÇÃO num intervalo de tempo de 20,347 ANOS! COM UMA POPULAÇÃO DE 30MILHÕES DE HABITANTES EM 2020, significa que no ano de 2040, O PAÍS TERÁ 60 MILHÕES DE HABITANTES! MAS COM QUE ECONOMIA?

    • caso se mantenha uma taxa de crescimento populacional anual idêntica, Moçambique necessita de um crescimento anual do seu PIB superiora 3, 44% para que haja crescimento económico. Caso contrário, haverá empobrecimento.

    Dadas as actuais circunstâncias pandémicas e as inerentes dificuldades económicas, e também as alterações climáticas, o país necessita de Investimento Directo Estrangeiro. Deveria criar Zonas Francas Económicas nos vários distritos, por forma a reduzir os impostos de importação e de exportação, desenvolver o hinterland dos vários portos, assim como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados.

    O desenvolvimento rural deveria enveredar por uma maior intensificação agrícola, pela implementação de técnicas de irrigação adequadas e prosseguir na senda do que a demógrafa Ester Boserup propôs para os países com reduzida produtividade agrícola.

    Apenas com um grande fluxo de Investimento Directo Estrangeiro é que Moçambique poderá registar um desenvolvimento sustentável, baseado numa diversificação dos sectores industriais.

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  10. 3

    Fernando Santos

    Só uma coisa que não referi á pouco, é que não façam os carros a andar pela direita como a foto indica, é melhor manter a tradição.

    Fernando Agria

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  11. 2

    Fernando Santos

    É com muito gosto que vejo fazerem essa obra maravilhosa.
    Tenho orgulho dessa obra, uma vez que nasci em Pemba (ex. Porto Amélia) em 1949.
    Mas não esquecer que o povo que mora lá é gente, e que não aconteça como em muitos países de África que é só de meia dúzia e esquecem o resto.
    A riqueza tem que chegar a todos se quiserem que a Província de Cabo Delgado e o resto do País esteja sempre em segurança e paz.
    Entristece-me ver a Província de Cabo Delgado em guerra feita por meia dúzia de arruaceiros que segundo me parece nem são Moçambicanos.
    Não se esqueçam que a guerra não interessa a ninguém que se considere ser Humano, mas àqueles que não têm escrúpulos.
    Que Moçambique seja um exemplo, não só para África mas para o Mundo.
    Um abraço para todos, Kanimambo e Hambanine.

    Fernando Agria

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  12. 1

    César Sobral

    Gostava mais de ler que o povo já não passa fome !

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    1. 1.1

      José moura

      Que a Paz regresse o mais rápido possível a Cabo Delgado .

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