8 Comentários

  1. 7

    João gouveia

    O meu sogro Sílvio Laço era um dos técnicos que dava a hora para o RCM.

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  2. 6

    António Alberto Oliveira

    Boa tarde.
    Era linda a mensagem de despedida lida pela locutora do RCM, Manuela Arraiano à meia-noite que tocando a música do silêncio, imortalizada pelos Norte-Americanos com o nome de TABS e que conta uma estória triste, ocorrida na guerra da secessão nos EUA, tocada sempre nas cerimónias de respeito no funeral dos seus militares e altas figuras do Estado falecidas.
    Era linda a dedicatória, que incluía também os militares e que eu escutava no Norte de Moçambique duranta a intervenção em
    que me situava lá no Niassa Central no cumprimento da minha vida militar, como oficial miliciano.
    Bem haja D. Manuela por todo o conforto que me dedicava,
    António Alberto Oliveira

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  3. 5

    Carlos Hidalgo Pinto

    É de registar os serviços prestados pelo geólogo, meteorologista e escritor, José Blanc de Portugal, aquando da sua liderança dos serviços meteorológicos de Moçambique. Decorriam os idos de finais da década de 50 do século passado.

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  4. 4

    Isabel Barros Santos

    Boa Tarde
    Além das horas oficiais que o RCM transmitia, gostava de ouvir a mensagem de despedida às 24h00 de cada dia. Tocava me o coração. ❤️

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  5. 3

    Manuel Martins Terra

    Recordo-me bem que as horas oficiais, noticiadas pelo Rádio Clube de Moçambique, eram obtidas diretamente do Observatório Campos Rodrigues. Marco histórico, de uma cidade que cresceu ao ritmo do dinamismo e saber das suas gentes.

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  6. 2

    Luiz Branco

    É Tomané e quem não quer saber do passado constroi o presente que tem…

    Abraço

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  7. 1

    ABM

    O Observatório tem ainda a particularidade de ter sido implantado na linha mais a Sul que originalmente demarcava a chamada Concessão Somershield,, uma das concessões atribuídas mais atribuladas na zona do que veio a ser a capital de Moçambique, assim chamada por o concessionário ser um médico britânico de origem sueca, Oscar Wilhelm Friedrich Somershield (1838-1917) e que viveu na então já Cidade, entre cerca de 1888 e 1895. Até ser extinta nos anos 1950 com a comercialização do Bairro dos Cronistas (desde sempre chamado Bairro da Somershield, designação perpetuamente mal soletrada), a Concessão, depois vendida a um consórcio anglo-sul africano, foi alvo de quase permanente litigarão com a Cidade, tendo os primeiros “cortes” sido os terrenos onde se fizeram o Parque José Cabral e o Hotel Polana, de seguida estendidos até à antiga Rua de Nevala. O local onde o Parque (hoje dos Continuadores) está implantado – mesmo ao lado do Observatório – na verdade originalmente foi retalhado da Concessão para ali se instalar a Estação de Telégrafo sem Fios e as suas enormes antenas, que permitia enviar telegramas para todo o mundo.

    Mas hoje em Moçambique já quase ninguém quer saber do passado.

    ABM

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    1. 1.1

      A. Francisco Duque Martinho

      ABM, para mim, os factos demonstram que nem em Moçambique nem na “metrópole” o passado tem qualquer interesse – tudo ignorantemente para esquecer !
      Faz-me impressão a atitude deste país relativamente a tudo o que faz parte da nossa História e de Todos aqueles que a construíram, quer nos seus defeitos (nada é perfeito), quer nas suas virtudes !
      Abraço e Bom 2022 para todos,
      Francisco Duque Martinho

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