11 Comentários

  1. 9

    R. Gens

    Este comentário, não é para aqui mas para o artigo sobre JHB ….

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  2. 8

    Manuel Martins Terra

    Recordo a figura de Guilherme de Melo, que era presença assídua no Café Continental, antes e depois de sair do edifício do Jornal Notícias. Um grande profissional do jornalismo e que se relevou um escritor de mérito. A sua habitual crónica Paginas Dispersas, eram ricas de conteúdo e abragentes ao quotidiano da cidade de LM. Já em Portugal e depois de deixar Moçambique, continuou a sua atividade jornalística e literária. Paz à sua alma.

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  3. 7

    Alvarinho Sampaio

    Conheci o Guilherme José de Melo no jornal Notícias de Lourenço Marques. Éramos colegas. Ele, como redator. Eu, como gráfico.
    Os seus artigos, bem como os artigos de Ricardo Saavedra, passavam todos pela minha mão. Diziam eles que eu tinha a capacidade de compor os seus escritos e de “decifrar” as palavras manuscritas que eles utilizavam para corrigir o texto escrito nas velhas máquinas de escrever!
    Um dia o Guilherme, conhecedor da minha paixão pela escrita, convidou-me para escrever e colaborar na página dedicada à juventude que o Notícias publicava sob a coordenação de Roberto Cordeiro. Começou, assim, a minha vivência mais assídua com ele e com o Saavedra.
    Posso dizer que no inicio da decada de sessenta três pessoas marcaram a minha juventude: Guilherme de Melo, Ricardo Saavedra e Dr. Carlos Eduardo Soveral (director da Faculdade de Letras em L.M.).
    Em 1974, devido ao 25 de Abril, os nossos destinos separaram-se. O José Guilherme de Melo veio para Portugal, eu arranquei para África do Sul (Pretoria), o Ricardo Saavedra, para Joanesburgo e o Dr. Soveral, também para Pretoria. Mais tarde encontramo-nos na capital sul-africana onde eu vivia e já tinha fundado a revista “Contacto”, dedicada à Comunidade Portuguesa.
    A estes três Homens portugueses que tanto de si deram à cultura portuguesa, deixo aqui expresso o meu bem-haja!!!

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  4. 6

    Manuel Mergulhão

    Direi eu, que para mim, infelizmente o conheci e o devo ter magoado fisicamente. Estava-mos em 1962 e o conhecimento do seu modo de vida no que ao sexo concerne “Was disgusting to me of Course”. Hoje aceito-o mas continuo a não gostar. Pelo sucedido tive a capacidade de lhe pedir desculpa pelo mau trato de então, num texto de um livro publicado. Anos mais tarde enquanto esperava no aeroporto de Lisboa, num voo para Londres, inesperadamente olho para o lado e lá estava o Guilherme com três senhoras que supostamente deviam ser irmãs. Levantei-me cumprimentei-o e lhe pedi desculpa. Não se lembrava do assunto. Relembrei-o. Ah me lembro agora, respondeu não há problema e não se preocupe disse ele. Segui viagem e só vim a saber do seu falecimento quando os Media o publicaram. Rest in Peace.

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  5. 5

    Jose

    A Guerra Colonial levou-me a Mocambique nos principios de 1971. Atraves do Sr. Guilherme Jose de Melo, que conheci quando me encontrava internado no HMLM devido a ferimentos em combate em Omar, Cabo Delgado, ele publicou, na “Coluna em Marcha, various artigos que lhe enviei apos ter retornado ao Norte de Mocambique.
    Recordo-O com saudade.

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  6. 4

    Ana Paula

    Conheci.o pessoalmente, num trabalho que fiz para o meu doutoramento. Foram horas e dias de conversa tão boa! Dizia.me que “estava à espera da morte” e que morreria triste, porque Moçambique não o reconhece como escritor na literatura moçambicana. Um homem doce de gestos, de palavras e de olhar! Um amigo que irei reencontrar um dia.

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  7. 3

    Maria EduardaNunes

    Conhecemo-nos no velho Xai-Xai quando éramos garotos (ele mais velho que eu). Um escritor muito humano, Guilherme de Melo insistiu para prefaciar o livro que escrevi: ” Crónicas do Recordar, Crónicas do agora”. Orgulho-me dessa honra que me deu.

    Saudoso amigo que deixou saudades

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  8. 2

    josé carlos alves da silva

    não co conheci, ouvi falar muitas vezes deste Sr atravès do meu Pai. Tempos que ficam para história. Parabéns na mesma, mais um dos nossos que partiu, vamos sendo menos. Parabéns Amigo Melo.

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  9. 1

    Carlos Guilherme

    Conheci-o bem. Era um excelente escritor e orgulho-me de ter cantado, com a Orquestra Ligeira do Rádio Clube de Moçambique, um poema seu musicado pelo também saudoso Maestro Artur Fonseca (compositor da “Casa Portuguesa”).
    Essa canção intitula-se “Balada do amor ausente”.

    Deixou em todos nós uma saudade muito grande.

    Carlos Guilherme (tenor)

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    1. 1.1

      Manuela

      Ola Carlos , estás bem?
      Tenho mandado mensagens para vos . Não sei se mudaram de e-mail e telefones.
      Já estive aí várias vezes Estive com alguns amigos comuns
      O meu contacto não mudou.
      Abraços para vos.

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    2. 1.2

      Nelson Silva

      Lembro-me bem de si e da canção que refere, pela qualidade que lhe foi conferida pelos autores e executante.

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