4 Comentários

  1. 4

    Pedro Esteves

    Excelente artigo. Que a todos alerte e inspire sobre as prioridades presentes e futuras. Parabéns. Um abraço Carlos

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  2. 3

    Zé Carlos

    Contudo bem dito acima, existe porém uma realidade baseada no facto que devido às disparidades socioeconómicas, religiosas e culturais entre povos dos mesmos países, quanto mais as diferenças mundiais, o assunto só irá ser resolvido com o ímpeto e financianento agressivo das sociedades mais ricas e poderosas no Mundo.
    No fundo, no grande esquema de vida são essas sociedades que mais lucro teêm extraido e que por sua vez, na grande maioria dos casos, desemvolvido todas as facetas sociais que resultaram através do conhecimento e desenvolvimento científico, adquirir este entendimento.
    Até essas sociedades que se conseguiram enriquecer e consequentemente beneficiar com esse desenvolvimento há custa de um trade-off amplamente inclinado só para um lado, que desde tempos pré Romanos tem-se vindo acentuado cada vez mais com o passar de sucessivas ondas de controlo global, perceberem que estamos todos no mesmo navio e que cabe a eles trazerem todos a bordo para se renivelarem as diferenças através do providenciar e implentar de um plano de acção com o investimento necessário que sirva todos, o bem estar do Mundo e da sua natureza vai continuar à deriva, porque quem está por baixo, e estes representam uma maioria, não teêm capacidades por serem pobres demais e diáriamente a sua preocupação consiste da sobrevivência básica do dia a dia.
    Até a mentalidade da vasta maioria dos que estão por cima mudar radicalmente para um rumo progressista nessa direção, continuará a ser o Mundo dos “I, me and myself”.

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  3. 2

    Fernando Botelho de Melo

    Excelente artigo (joguei mini-basket em LM com o Carlos). Orgulhoso da sua carreira no basket mundial.

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  4. 1

    Manuel Martins Terra

    Uma magnífica observação e chamada de atenção para o ser humano, que empertigado no seu “eu” não tem feito mais do que maltratar a natureza e que agora apela com todas as forças, que uma vacina ponha cobro a tais desmandos. A natureza parece agora mais livre, despoluída de todos os males, disposta a conceder o perdão, desde que o homem aceite a reconversão do “eu’ em “nós’. Como diz o Professor, e aproveitando bem o exemplo do desporto, o êxito de uma equipa, depende sempre do coletivo, ninguém ganha isoladamente e já agora que neste jogo da vida, atravessamos uma fase de “desconto de tempo”, vamos todos tentar jogar mais entre nós, para não nos sujeitar-mos às incomodáveis grandes penalidades. Prof. Carlos Barroca, deixe que seja eu um simples aluno desta sociedade em que vivemos, a atribuir-lhe a nota máxima pelo seu valioso e oportuno artigo.

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