23 Comentários

  1. 23

    Eduardo Castro

    Um imenso orgulho e uma enorme saudade!

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  2. 22

    Carlos Voabil

    Sem palavras
    O que se sente não se descreve deve-se e quem lá nasceu ou viveu sabe disso

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  3. 21

    Helena Maria Barata Correia Barreira

    Nascida e criada em Lourenço Marques, onde vivi até aos 17 anos. Em dezembro de 1975, vim para Portugal. A minha primeira saída do continente africano. Não há dia nenhum, que não me lembre do cheiro das acácias, do sol, da praia e das lindas avenidas da minha cidade. “Maningue” saudades…

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  4. 20

    JACosta

    Sinto-me um previgiliado por ter nascido e crescido em Quelimane. Foi um sonho lindo. Há 42 anos que vivo um pesadelo porque nunca aceitei viver em Portugal. Mas as condições de saúde, não me tem permitido voltar a sonhar na minha terra de coração

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  5. 19

    Carlos Hidalgo Pinto

    Natural de Moçambique e pela parte materna de 4ª geração, embora com a matriz essencialmente de cultura portuguesa, considero que a dimensão de grande escala do território moçambicano, contribuiu para um alargar de horizontes.

    Os meus mais próximos amigos são também ali nascidos e sou neto de um Herói de Quionga
    (Iª Guerra Mundial) que combateu ao longo do Rovuma contra a presença alemã e com irmãos que mais tarde, também fizeram (compulsivamente) a guerra naquela zona. Em termos políticos, a complexidade da guerra fria e a ausência de democracia, tornaram as coisas difíceis.

    A língua e a cultura portuguesas, podem contribuir para a melhoria da situação actual nesse território africano, sem se recorrer ao luso-tropicalismo, porque possui características interessantes para estabelecer intercâmbios sociais, políticos e económicos com Moçambique. A sociedade portuguesa reúne portanto, condições culturais para levar a cabo uma aculturação adequada com outras sociedades e obter trocas culturais enriquecedoras para ambas as partes.

    Os Naturais de Moçambique têm uma especificidade própria que decorre realmente daquele ambiente e espaço bastante peculiar e que ajudou amoldar e formar em muitos de nós um espírito livre, algo de importante na vida. Se não, passamos a ser como uma simples mala que é transportada ao sabor de quem a transporta. Rui Knopfli corporizou esse espírito crítico e livre, tendo sido um luso-moçambicano que reaparecia sempre no seu quotidiano, com essa característica.

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  6. 18

    Luís Neves

    O governo de Moçambique actual devia era pedir desculpa aos brancos nascidos em Moçambique que edificaram os alicerces desse país e aos quais foi negado a dupla nacionalidade que lhes foi confiscado os bens que com sacrifício e amor construíram, muitos ao longo de duas ou mais gerações.

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  7. 17

    Carlos Barreto

    Nasci em Nampula, cresci em Lourenço Marques e represento com muito orgulho Moçambique em terras do Oriente (a Associação dos Amigos de Moçambique em Macau) e sinto que sou um priviligeado. Quem sentiu aquela terra nas mãos, aquele mar e conviveu com aquele povo só se pode sentir assim.

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  8. 16

    Victor José Silva Sequeira

    Nunca jamais em tempo algum, poderei esquecer a terra que me viu nascer crescer e viver…Jamais…jamais.

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  9. 15

    A. Braga Borges

    Fomos felizes,e nem sequer demos por isso.

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  10. 14

    Dulce Gouveia

    Ter nascido e vivido em Moçambique, naquele paraíso, foi um grande privilégio que marcou com ferros a minha alma…. Sinto uma enorme gratidão …… é mesmo chikwembo…..!

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  11. 13

    Isabel amaral

    Moçambique tem um espaço no meu coracao. Saudades

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  12. 12

    José Manuel Simões

    Nascido em Moçambique há 59 anos.
    ‘Refugiado’ em Portugal (não, não retornei a lado nenhum) há 43, pela força das circunstâncias que conhecemos.
    O que sinto: ser pessoa diferente (nem melhor, nem pior) das pessoas não nascidas lá.
    Não direi que Portugal é sítio errado para mim; contudo, sinto não ser o sítio certo…
    Alimento uma esperança férrea de retornar.
    Lá (e aí sim, serei então um RETORNADO).
    Abraços.

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  13. 11

    Maria Amélia Reis Perez

    Uma grande emoção gratidão mas tambem uma zanga e revolta pela injustiça feita aos portugueses ,que tiveram de deixar suas vidas de anos e tudo o que tinham conseguido com muito esforço.Mas não por moçambique nem moçambicanos, 1975 depois dA iNDEPÊNDENCIA , AGORA NÃO TEM VOLTA MAS TUDO MARCA O BOM E O MAU.

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  14. 10

    Artur Paulo Carmo

    dizemos mae africa nos chama, mas aquele canto austral tem qualquer coisa que faz o coraçao palpitar, arrepiar só de lembrar o cheiro, a cor o nome ……Moçambique, sou e serei sempre moçambicano com muito orgulho……..

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  15. 9

    ANTÓNIO OLIVA

    A minha bisavó materna foi a 13ª Senhora europeia a chegar a Lourenço Marques. No tempo do Mouzinho e do Gungunhana. Lá nasceu a minha avó, sua irmã e irmão, a minha mãe e tia, eu, minha irmã, demais família (primos e primas). Lá cresci, lá fiz a 4ª classe, Liceu, Universidade e lá me casei com uma jovem também lá nascida. E lá nasceram as minhas 2 filhas.
    O que é que querem que eu diga? Vida mais feliz do que a que lá tive, é impossível! Até ao dia em que fui expulso da minha terra. Eu estava convencido que era possível ter a dupla nacionalidade até que alguém me informou que isso, na altura, não era possível e que tinha de renunciar a uma delas. Optei então pela portuguesa (toda a família já estava em Portugal) e renunciei à moçambicana. O que eu não sabia é que havia um prazo para o efeito e que eu tinha ultrapassado esse prazo. Por isso e só por isso, fui expulso.
    Dizem-me que hoje posso lá voltar sem qualquer problema. Não voltei nem vou voltar. A mágoa é profunda…

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  16. 8

    Conceição Samico

    Moçambique dos meus encantos, terra amada para todo o sempre. Acho que isto diz tudo. Zambézia – Quelimane – do meu coração.
    Conceição Samico.

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  17. 7

    Helder Araujo

    Tendo nascido e crescido em Quelimane, vivi num tempo e num espaço muito peculiares. Algo que sempre me interessou e me fascinou foi o convívio com pessoas de culturas e religiões muito diferentes: cristãos (e não apenas católicos), muçulmanos e hindus. Essa diversidade marcou-me bastante. E depois toda a liberdade de que dispunhamos, aliada a um convívio muito rico (incluindo culturalmente). Outro aspecto para mim importante, foi a relevância que o Desporto tinha para muitos de nós. Era socialmente aceite, e estimulada, a prática do Desporto (é a minha memória… e experiência). E os espaços: viajando pela Zambézia e por Moçambique, tem-se uma impressão fortíssima do que é a Natureza (mas isso penso ser africano, não apenas moçambicano). E o Índico!

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  18. 6

    Orlando Ponte

    Eu, “só passei” por Moçambique e gosto de tudo o que me fale de Moçambique!

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  19. 5

    Jorge Ricardo Neves

    Numa das mais bonitas fases da vida, tive o previlegio de ter vivido em Moçambique que me proporcionou tantos momentos inesqueciveis e que só aquele ambiente e terra poderiam dar.

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  20. 4

    ana canas

    Acho que é uma morna cabo verdiana que diz “O corpo que é escravo, vai, o coração que é livre, fica”. Acho que fica tudo ditto.

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  21. 3

    Maria Clara Silveira

    Ter nascido em Moçambique e qualquer coisa de indescritivel. Sente-se tão profundamente um amor, um orgulho, uma alegria… Se morresse e nascesse outra vez e me perguntassem onde queria nascer, eu diria: Mocambique. Nem pensaria…

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  22. 2

    Pierre Vilbro

    Não me esquivo a um comentário, nem contorno a minha opinião. Mas tendo nascido e crescido em Lourenço Marques (Maputo , hoje), infância e adolescência vivida em quase todos os bairros dos subúrbios, habitante do xilunguini após as primeiras economias (conclusão da tropa e do curso), moçambicano de nascimento e crescimento, português de nacionalidade por escolha livre (dentro do prazo para opção da nacionalidade), o meu comentário não se limitaria a umas breves linhas que este
    espaço forçosamente obriga. Assim, oportunamente redigirei a minha opinião que enviarei ao BigSlam.

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  23. 1

    Wanda Serra

    Impossivel descrever toda a felicidade vivida.

    Wanda Serra

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