23 Comentários

  1. 21

    manuel martins terra

    Mais uma excelente reportagem, a exemplo de outras já publicadas , onde se pode observar que locais míticos, mas felizmente bem conservados, da antiga Lourenço Marques, contracenam com um novo padrão de arquitectura moderna, de Maputo de hoje. Mas é o cheiro daquela terra, carregada de cores e perfumes que se entranhou em todos nós,que nos faz felizes, e que torna inevitável não falarmos de Moçambique e das suas gentes. Kanibambo, Vítor Pinho e cá ficamos a aguardar as cenas dos próximos capítulos.

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  2. 20

    uesues

    Mais uma excelente reportagem, a exemplo de outras, onde locais míticos e felizmente bem conservados , da antiga Lourenço Marques, contracenam com um novo estilo de arquitectura ,de Maputo de hoje. Mas é o cheiro daquela terra, carregada de cores e perfumes, que continua entranhado entre todos nós e que nos torna felizes, sempre que se fala de Moçambique e das suas gentes. Obrigado, Vítor Pinho e ficamos a aguardar as cenas dos próximos capítulos.

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  3. 18

    Nidia Branco

    Obrigada por esta excelente reportagem , mas não há dúvida que a minha terra já não tem aquele brilho de antigamente… ficam as Saudades….😔

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  4. 17

    Ângelo Santos

    Kanimambo. Maningue chunguila!!!

    Roubaram-nos muitas coisas, mas as boas recordações, e a simpatia pela boa gente Moçambicana, não conseguiram!!!

    Ângelo Santos

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  5. 16

    Mahomed Ibrahim

    Adorei a reportagem, muito obrigado, nasci na maravilhosa cidade da Beira, nunca mais lá voltei infelizmente. Vim de lá com 33 anos, tenho imensas saudades, foram os anos mais felizes da minha vida. Trabalhei no Monteiro &Giro, na East Africa Shiping, e acabei no Montepio de Moçambique. Tenho receio de voltar à minha terra, não sei como reagiria. Mais uma vez muito obrigado.

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  6. 15

    Manuel Teixeira de Abreu

    Achei graça encontrar entre os comentadores alguns do BCCI onde trabalhei em anos diferentes; da 1ª vez em 1966 seguindo depois para Angola, sempre no Banco e, depois voltei para Moçambique, sempre no BCCI, donde saí em 1975.

    Fiquei ligado, tanto a Angola como a Moçambique e não minto se disser que foram dos melhores anos da minha vida. Em ambos tem-se a vivência dos grandes países, alargando as nossas vistas para uma dimensão única, onde se respira a cordialidade e se acredita na riqueza que ambos possuem. Ficam saudades, não doentias mas de amizade, e de certeza no futura de ambos os Países.
    Belíssima reportagem e muito obrigado por me a ter enviado
    Manuel Teixeira de Abreu

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  7. 14

    Nico

    Boa noite. Permite-me acresentar uma informação: A nossa pouplação já não não é de 16 milhões, pois estima-se em até 30 milhões de habitantes para o ano 2020! Obrigado por sua reportagem linda da nossa “cidade de acácias” / “pérula do Índico”!

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  8. 13

    Ana Maria Florentina N. Teixeira Nogueira

    Olá

    Muito obrigada por partilhar a sua viagem.

    Saudades da minha terra!

    Ana Nogueira

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  9. 12

    Domingos Vilas Boas Jardim

    Gostei da reportagem. Parabéns e muito obrigado.
    Essa dos camarões, na Costa do Sol, deixou-me de gatas. Quanto à 2M, nunca gostei, nos cerca de 12 anos que vivi em LM. Laurentina, sim, da branca.
    De kala… em riste, para pedir identificação?! Isso fez-me lembrar o horror dos últimos anos de 75 e 76 em que lá vivi.

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  10. 11

    Jose Luis Ferreira de Almeida

    No grupo “Moçambique Terra Amada” vejo estas fotos todas !

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  11. 10

    loureiro

    obrigado pelas recordações,só 2 observações,o parque que é mostrado perto do Zambi é o PARQUE JOSÉ CABRAL,certo?,quanto ao GDLM no meu tempo só tinha campo e futebol,eu morava por cima das barreiras e via de lá os jogos quem tinha a piscina e os campos de ténis alem do pavilhão era o SCLM,Peço desculpa mas se estou errado mais uma vez desculpem.

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    1. 10.1

      Fernando Faria Neves

      Boas tardes. Sendo eu natural de LM,queria esclarecer umas imprecisões. O espaço junto ao Zambi era onde se realizava a Facim. O parque José Cabral ficava junto aos serviços de Meteorologia, hoje parque dos Continuadores, na antigas N Senhora de Fátima. O GDLM,foi o 1.º clube desportivo de LM a ter uma piscina de 25m, nessa altura olímpica. Também teve um rinque de hóquei em patins onde se realizaram os jogos da primeira digressão da seleção nacional campeã do mundo,jugo que finais da década de 40. Hambanine

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  12. 9

    José Manuel Suspiro

    Gostei de rever.Há oito anos fui matar saudades a sítios onde cresci, estudei, vivi, casei e onde nasceu o meu 1º filho. LM, Nampula, Ilha de Moçambique ( Conheci Moçambique do Maputo ao Rovuma). Muito obg. pela reportagem. Um abração Suspiro

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  13. 8

    Manuela Fernandes

    Adorei a sua reportagem.Ao lê-las, transportou- me até á minha terra.
    Fiquei comovida.
    Bem haja pela partilha.
    Pergunto, se me dá licença de a partilhar.
    Uma abraço.

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    1. 8.1

      BigSlam

      Olá Manuela Fernandes, na qualidade de administrador deste site https://www.bigslam.pt , pode partilhar qualquer post aqui publicado.
      Apareça sempre neste nosso “ponto de Encontro!”.

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  14. 7

    João Barros

    Eu já tive esse privilégio, ser retornado, foi uma mescla de sensações que não sei explicar em cada minuto que lá estive durante 4 semanas
    Não tenho o engenho e a arte para fazer o que fez
    Obrigado

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  15. 6

    José Maria Alves Moreira

    Saudades- Saudades e mais saudades não há palavras para descrever cheguei á terra do feitiço com 17 anos bebi água do um umbuluzi fiquei infeitiçado na terra que me fez homem e como diziamos em Moçambique regrecei á Metropole em desembro de 1975 Mas tantas saudades que eu tenho para todos um grande Kanimambo

    Responder
  16. 5

    José Maria Alves Moreira

    Saudades- Saudades e mais saudades não há palavras para descrever cheguei á terra do feitiço com 17 anos bebi água do um umbuluzi fiquei infeitiçado na terra que me fez homem e como diziamos em Moçambique regrecei á Metropole em desembro de 1975 Mas tantas saudades que eu tenho para todos um gtande Kanimambo

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  17. 4

    José Maria Alves Moreira

    Saudades- Saudades e mais saudades não há palavras para descrever cheguei á terra do feitiço com 17 anos bebi água do um umbuluzi fiquei infeitiçado na terra que me fez homem e como diziamos em Moçambique regrecei á Metropole em desembro de 1975 Mas tantas saudades que eu tenho para todos um gtande Kanimambo

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  18. 3

    Adérito Pinto Coelho

    Poderia ter o título “ROMAGEM DA SAUDADE”.

    Nunca estive em Moçambique.
    Estive em Angola. Imagino muitas vezes como será agora Luanda.

    Sou um saudosista que fica nostálgico quando lê, vê ou ouve descrições do passado seja ele de que tipo fôr.

    Vejo na descrição do seu percurso pelo atual Maputo um pedaço do seu coração que por lá vai ficar para sempre.

    Mas a vida continua e temos que agarrá-la com toda a gana.

    Parabéns pela sua reportagem daquele pedaço da terra onde a nossa pátria continua pela língua e pela história.

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  19. 2

    Jorge Oliveira

    Obrigado, deu para recordar a minha infância / juventude de quase 16 anos

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  20. 1

    Anibal M. Rodrigues Da Silva

    E sempre bom rever a cidade onde nasci. Obrigado Victor Pinho

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