13 Comentários

  1. 12

    Rui Bettencourt

    Também lá estive com os meus pais, quando ainda era bem mufana.
    Que praia era e agora verifico que nem parece a mesma. Infelizmente é uma tristeza.
    Obrigado pela reportagem, valeu bem a pena recordar os bons velhos tempos
    Hambanine
    Rui Bettencourt

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  2. 11

    arnaldopereira.net@gmail.com

    Fico à espera desse post, pois tenho uma cena passada comigo e com ele.

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  3. 10

    Miza Luis

    Adorei a sua reportagem, vivo na AdS e vou quase k mensalmente a Mpt. Tenho 1 pekeno projecto a nascer na Ponta do Ouro, mas depois das fotos k me foram enviadas na altura do FdA, ja nem sei se ira pra frente. Infelizmente, depois da Independencia, a Frelimo xkeceu-se k e preciso ensinar civismo, boas maneiras, asseio, saber xtar ao seu povo. A maior parte deste Povo, e de boa natureza, mas veem de familias quebradas, k nao entendem os problemas ecologicas k o Planeta Terra atravessa, o mundo deles e so akilo k os seus olhos alcancam…..e ai xta o resultado. Seja praonde forem, e assim k se comportarao, e xto nao e preocupacao p/o Governo. Apenas qdo for noticia dos jornais do xtrangeiro, ai eles acordam. A Ponta do Ouro k nos mostra nas fotos, nao existe mais, e so tenho a dizer, k voces os 7 Magnificos, foram uns previligiados, eu tinha nessa altura, 3 anos. Os meus parabens. Tive o maior gosto em rever o k nao conheci. Kanimambo. Miza

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  4. 9

    JÚLIO COSTA

    Muito obrigado João Costa , este teu resumo da nossa linda viagem está muito bom. Ficará para sempre nas nossas memórias como se vivia o nosso tempo livre com toda a amizade dos bons amigo verdadeiros. Quero aqui agradecer-te por não teres esquecido da viagem à linda praia da Ponta do Ouro . OBRIGADO.

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    1. 9.1

      João Santos Costa

      Olá Júlio.
      Creio que este teu comentário merece um agradecimento especial. Creio que todos os leitores e intervenientes neste post com os seus comentários vão entender porquê:
      Esta nossa aventura só se realizou porque foste o nosso condutor de serviço. Mas a verdade seja dita, também te poupámos muitas vezes o serviço de “faxina” à cozinha!
      Sabes o que te digo, Júlio? São estas memórias que ficam para contar-mos no fim da nossa mocidade!
      Pela amizade e consideração que tenho, – e tu por mim, – conto com a tua participação nos meus futuros post´s aqui no BigSlam.
      O meu próximo post, é sobre o “Piricas”. Lembras-te dele? Frequentava o teatro Scala e ia sempre para a 1.ª fila, mesmo em frente ao palco.
      Desejo-te, assim como à tua família, uma continuação de 2019 com muita saúde.
      Marcamos encontro em breve, aqui no BigSlam.
      Muito Obrigado pelo teu comentário.
      JSC

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  5. 8

    Maria de Fatima Ruiz

    Preferia a Ponta de Ouro de outrora, aquele recanto selvagem que nos levava a sonhar com aventuras inimagináveis. Hoje esse encanto já não existe. O progresso estragou a Ponta do Ouro.

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  6. 7

    Feiteirinha

    Bela imagem, belo retrato e belíssimo sonho João, foram as minhas impressões enquanto lia a tua estória. Pena é que o sonho, ao acordar, se tenha tornado num pesadelo. As fotos assim o atestam!!

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  7. 6

    Cristina Pinto

    Estou encantada com o antes e desiludida com o depois.
    Tenho memória do paraíso que era há cerca de 40 anos atrás.
    Obrigada pela magnífica reportagem e lembranças.
    Adorei ♥️

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  8. 5

    Armando Calado

    Bela reportagem. A vida no seu estado puro, despida de cosméticas. Eu também conheci a Ponta do Ouro, fui lá 3 vezes, 2 em férias. Fui também à Ponta Malongane, que se podia conhecer por carro ou caminhando pela praia. Ficava mesmo antes da Ponta do Ouro. As lembranças são maningues. Lembro-me da aventura que era ir da Catembe até lá. Da autêntica auto-picada que nos punham à prova. Lembro-me de ficar numa roulote num ano, numa tenda no ano a seguir. Lembro-me também da sensação de liberdade, travestida na natureza, em que o tempo ignorava o relógio, o ciclo natural do dia era pertença do sol. E nós, nunca nos queixámos. Lembro-me também de ir todas as manhãs buscar água a uma fonte. E de ir ao pão na zona do muito pequeno comércio que havia. Lembro-me igualmente, naquela feliz adolescência que eu partilhava com os filhos dos amigos dos meus pais, de irmos nadar nas piscinas naturais que nos convidavam a brincar na água tépida. Também me lembro de ajudarmos os mais velhos a apanhar mexilhões nas rochas, que depois se
    tornavam autênticos banquetes, acompanhados com Coca-Cola ou Fanta, e os kotas, madalas e também kokuanas, nao dispensavam a Laurentina ou a 2M. Lembro-me de tudo. Se me lembro. Ainda me lembro do cheiro a terra molhada pela manhã, bem cedo, depois dos autênticos festivais de trovoada e chuva forte pela madrugada adentro. E ao lembrar-me, com saudade, voltei a ser um jovem, vejo-me com os cabelos fartos, com um riso de esperança e alegria, sempre presente, E lembro-me também da letra de uma canção muito famosa na época – assisti a um espectáculo dele na Casa das Beiras, na rua 31 de Janeiro- cantada pelo Toni de Matos “Ó tempo volta para trás, trás-me a vida que eu vivi”. E remato dizendo, só por 1 dia. Só. Eu fico eternamente agradecido. Kanimbambo.

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  9. 4

    Carlos cardoso

    Boas imagens da ponta do ouro .Obrigado uma vez mais por fazeres recordar o que foi “Muito Bom”.Abraço.

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  10. 3

    vitor.nicolau@netvisao.pt

    Também lá estive várias vezes .
    Comecei a ir em meados dos anos 60 de motorizada .
    Na altura do matope só se passava de Jeep,motorizada ou VW .
    A ultima foi na passagem de ano de 74 .
    É tudo verdade daquilo que nos contas .
    Daqui a uns anos aquele paraíso passa a ser Sul Africano ou Chinês .

    Kanimambo Melungo

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  11. 2

    Adalberto Mendes

    Gostei. Parabéns.

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  12. 1

    jmendesdealmeida@gmail.com

    JOÃO, QUE SAUDADES DA “NOSSA” PONTA DO OURO. QUE TRISTEZA COMO SE ENCONTRA HOJE!
    OBRIGADO PELAS MEMÓRIAS QUE ME TROUXESTE.
    GRANDE ABRAÇO
    JOÃO

    Responder

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