6 Comentários

  1. 6

    Luisa Monteiro Paixão

    Concordo em tudo com o Augusto Martins. É com grande prazer e saudade que leio as vossas notícias. Muito obrigada.

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  2. 5

    Manuel Martins Terra

    O outro artista de grande reputação a que se refere o Ilídio Vernan e que morava efetivamente perto de Malagantana, tratava-se creio eu do escultor Chissano,

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  3. 4

    Manuel Martins Terra

    Aqui está um exemplo de um homem simples, que subiu a corda a pulso e que se veio a revelar um artista requintado, dando a conhecer a Moçambique e ao mundo o seu extraordinário talento , Era no mítico Bairro da Mafalala que tinha o seu atelier onde esculpia, de maço e formão,lindas estatuetas em madeira. O painel interior do Banco Nacional Ultramarino, no Alto Maé, foi pintado por si. Para além da sua arte, Malangatana Valente, deu muito de si á cultura moçambicana nas mais diversa áreas. Paz à sua alma.

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  4. 3

    Ilidio Freire

    Conheço mal a obra do artista Malangatana Valente. Pessoalmente conheci-o muito bem muito antes de se tornar famoso . Foi meu colega na Escola Industrial em Lourenço Marques. Ali o Malangatana não passava despercebido. Toda a escola o conhecia pela sua vivacidade e desenvoltura.

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  5. 2

    Augusto Martins

    Agradeço a toda a equipa do “BIGSLAM”, ao João Santos Costa e a todos os outros que nos vão mantendo ligados, os votos natalícios apresentados e que retribuo, com um grande e especial”OBRIGADO” pelo excelente e muito trabalho que nos vão oferecendo e desejando que continuem a ter as forças, a saúde e a perseverança necessárias para continuarem a fazê-lo com a a mesma qualidade.

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  6. 1

    Augusto Martins

    É muito pouco, tudo o que se possa dizer sobre MALANGATANA.
    Só a sua obra nos pode dar uma ideia da real dimensão do artista, cujo qualidade , hoje em dia, já é reconhecida em muitos países.
    Mas, MALANGATANA tem um valor humano que vai muito para além do valor artístico e que tem passado despercebido para o grande público dos seus admiradores.
    Sinto-me com o dever de o revelar.
    Conheci o menino Malangatana nos anos 40 do século passado, quando ainda ambos éramos meninos (ele era 3 anos mais velho), eu aluno da escola primária e ele, já com necessidade de ser artesão de cestos de palha e amuletos de madeira que procurava vender, expondo-os sobre uma esteira colocada no chão, à sombra de uma enorme figueira brava que existia no meio do velho “bazar” de Marracuene e ao lado da antiga padaria daquela época, a Padaria Bourlotos.
    Esse “mufana” pela sua força anímica, pelo seu esforço, pela sua arte e pela sua capacidade de trabalho, conseguiu escalar a longa e penosa estrada do sucesso, que acabou por conduzi-lo ao merecido sucesso que hoje lhe é reconhecido.
    É de gente desta força, que hoje a humanidade necessita, de ter como exemplo a seguir.

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