7 Comentários

  1. 6

    Isaac Santos

    O Salazar, morreu a 27/07/1970, pelo que a indicação do gigante estar na sua vigília em junho do mesmo ano, não está correcta.

    Cumprimentos.

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    1. 6.1

      BigSlam

      Obrigado pelo alerta, já foi feita a rectificação, foi um lapso de escrita, julho e não junho. Aquele abraço.

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  2. 5

    Candida

    Obrigada a quem nos faz avivar as memórias com narrativas muitas vezes desconhecidas na versão real, bem me lembro do doce olhar do nosso GIGANTE e da revolta que me provocava a exploração e sofrimento a que foi sujeito por gente sem escrúpulos, a indiferença da sociedade de então marcou bem a minha juventude. Saudades de ti pequeno Grande homem.

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  3. 4

    Maria decFatima

    Quem não se recorda dele. Tenho uma foto dele tirada no Hospital Miguel Bombarda com uma enfermeira minha Amiga.

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  4. 3

    Katali Fakir

    A História é memória, memórias do passado, boas ou más, são o registo dos momentos marcantes e/ou de pessoas notáveis que da lei da morte se vão libertando. O “gigante” de Mandjakaze, o nosso Gabriel ficou no nosso horizonte da memória não pelas nobres causas, outrossim por ser vítima de uma patologia que então não foi na circunstância tratada em tempo como soía. Em face ao seu infortúnio, para a vida teve de encarar todo o tipo de handicaps naturais decorrentes não só das barreiras culturais que teimam em existir como o aproveitamento de uma oportunidade de negócio com “o silêncio dos inocentes”. Quando o fenómeno do Gabriel eclodiu nos idos 60, eu como todo “mufanita” com os meus 7, 8 anitos, cuja curiosidade era imensurável maior do que o tamanho e o pensamento, fui ver o “espectáculo” , se bem me lembro apresentado numa loja em Lourenço Marques. Confesso que o instante, e não obstante a idade foi tão estranho e assustador que percebi essa minha estranheza, não foi nada mais nem menos do que uma instintiva e inocente negação de uma criança do que acabava de ver… Mais tarde, em Lisboa quando vi o filme com a interpretação de David Bowie, encarnando a personagem do “Homem Elefante” percebi quão nojenta e aberrante foi a exploração de uma Pessoa com Deficiência e Incapacidade, que era vítima injusta de uma ciência médica que ainda não chegava aos grupos socias mais desfavorecidos e das populações mais vulneráveis. Contudo, um enorme Kanimambo ao grande amigo João por mais uma belíssima reportagem. Aquele abraço, Katali.

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  5. 2

    Marília Manuela Ventura Nunes Marques

    Recordo com saudade o tempo em que “conheci” o referido “gigante”. Em Agosto de 1967 regressei definitivamente a Lisboa com os meus pais (creio que no início do mês), viajei de Lourenço Marques para a Beira com o gigante de Manjacaze no mesmo voo (o aeroporto de Lourenço Marques não estava ainda preparado para receber os Boing 707) e daí seguimos para Lisboa. Recordo que vinha sentado um pouco mais atrás e do lado direito, dado que com a minha curiosidade de criança não podia deixar de olhar. Posteriormente e já adulta, senti que não era a atitude correcta, o facto de fazerem dele uma atracção. Penso que o seu percurso de vida foi quase sempre triste, salvo melhor opinião.

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  6. 1

    Rui Osório Gouvêa

    Vi-o várias vezes em Lisboa e em Lourenço Marques “exposto” num circo e numa loja de pronto a vestir, respetivamente.
    Sentimento de profundo pesar e de tristeza pela exploração humana de que era vítima a que se sujeitava para sobreviver.

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