26 Comentários

  1. 13

    abdul rassul gulamhussene sacoor

    eu pertenco a familia SACOOR de jangamo Inhambane nasci em 1945 agora lisboa e laranjeiro tm 964224155 abdulsacoor sou agente imobiliaria..KANIMAMBO

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  2. 12

    Augusto Martins

    Obrigado JOÃO e a todos os outros que foram acrescentando memórias, à minha memória inapagável, da nossa maravilhosa Cidade.
    É assim que a sinto ainda hoje, após mais de 80 anos de vida. São inesquecíveis as imagens que tenho dessa cidade, desde os anos 40 e até 30/Dez/1975, dia em que de lá parti.
    E, ao ver a foto do prédio Buccellato que o João inseriu no maravilhoso artigo, a minha memória conseguiu recuar até ao ano lectivo de1955/56, ano em que estive num acampamento da M.P. que se realizou numa pequena mata de eucaliptos que bordejava a estrada que limitava o campo do Clube de Golfe, desde a sua sede perto do Hotel Polana, até ao restaurante Peter’s, na praia.
    Essa recordação fez-me rever as fotografias desse acampamento, por duas razões:
    1ª – Foi nesse local, que uns anos mais tarde, veio a ser construído o celebérrimo e magnífico Prédio Buccellato, propriedade de um velho e contemporâneo amigo dos meus avós. Esse edifício, para mim, representa um dos marcos da nova etapa de desenvolvimento daquele paraíso em que tive a felicidade de nascer e viver;
    2ª- A recordação desse acampamento serviu para me obrigar a rever algumas fotos que fiz e que ainda hoje tenho (onde ainda se podem ver os referidos eucaliptos), com os meus colegas de tenda e com as quais relembrei as escapadelas que dávamos às tantas da noite, após o “obrigatório” recolher para, atravessando a rua, descermos a barreira existente e entrarmos no camping, onde se encontravam acampadas as “BIFAS” sul-africanas que habitualmente passavam lá as suas férias da Páscoa.
    Abençoada aquela vivência que tivemos e que, ainda hoje, nos traz à memória estas imagens carregadas de um diáfano colorido.

    Um grande abraço para todos.

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    1. 12.1

      João Costa

      Obrigado pelo teu comentário, Augusto.

      Ainda bem que nos vens aqui recordar, aquilo que nenhum de nós esquece! O célebre camping ao pé do restaurante Peter´s na praia da Polana, onde íamos ver as “BIFAS”.
      Aparece sempre aqui, no nosso ponto de encontro.
      Um grande abraço.
      JSC

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      1. 12.1.1

        Augusto Martins

        Quase diariamente tenho regressado ao nosso paraíso, que me transporta até à minha infância e juventude. É uma viagem gratuita, mas que me faz manter a ligação, que nunca se perdeu e vai mantendo o cérebro activo.
        Tenho, com alguma regularidade, inserido comentários e contactos com alguns dos muitos companheiros/as desses tempos, na escola, no Liceu Salazar, na E.I.M.A. (onde te conheci, ainda um menino caloiro), na tropa, na profissão, na vida etc…
        E espero continuar a usar esse “comprimido”, para refrescar a vida. Agradeço essa medicação a todos aqueles que colaboram nesse magnífico trabalho, a quem desejo muita saúde para que o continuem a manter por muito tempo, para felicidade de todos nós.

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  3. 11

    Manuel Martins Terra

    Mais um maravilhoso post sobre a nossa terra maravilhosa. Recordar é viver e que o digam todos os “flashes” do pequeno vídeo que ilustra a evocação de LM, que nos transportam a espaços míticos da nossa cidade. É sempre com muita emoção que mergulhamos nas recordações positivas do passado, fazendo-as emergir para o presente e senti-las de uma forma contagiante. Caro amigo João Santos Costa, ainda bem que vamos tendo memória e a primazia de podermos falar na primeira pessoa do singular. Muito provavelmente, porque os ciclos de vida assim o determinam, daqui a mais uns anitos já não estará cá ninguém que tendo nascido ou que por lá morou, possa assim falar do que foi a nossa permanência em Moçambique . A sua narrativa é mais um exemplo do que foi toda uma vida e as nossas aventuras , que davam brilho e relevância ao quotidiano de todos nós . Melhor ainda, sobretudo pela capacidade de estabelecermos amizades douradoras e sinceras, o que já muito dificilmente acontece nos dias de hoje. Por tudo isso, enquanto tivermos voz, devemos ser testemunhas da nossa vivência em África, onde nasceu uma das belas cidades daquele fascinante continente, que deve ser realçada no tempo pelos os nossos filhos, netos e bisnetos,a quem lhes caberá a missão de não a deixar silenciar, tantas foram as vezes que escutaram dos seus antepassados, estórias fascinantes que são sempre uma delícia de se ouvirem. O Bigslam, cá espera por nós e por isso não se esqueça de continuar a escrever, porque certamente ainda tem muito para contar. Caro amigo João Costa, um abraço.

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    1. 11.1

      João Costa

      Caro Manel, pelo telefonema que te fiz, e a dúvida que me tiraste, o BigSlam é mesmo o “nosso ponto de encontro! E com ele, par nós, o mundo já é pequeno”.
      Como muito bem dizes no teu comentário, a nossa vivência em África deve ser realçada aos “nossos filhos e netos”.
      Muito obrigado por esta tua achega ao post.
      Um grande abraço.

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      1. 11.1.1

        Manuel Martins Terra

        Obrigado João Costa , pela gentileza do teu telefonema e com toda a razão o Bigslam é mesmo o nosso ponto de encontro e com agradáveis surpresas. Como o mundo é pequeno, sinal que nos diz que quanto estamos tão perto. Um grande abraço.

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  4. 10

    Feiteirinha

    Olá João
    Bonito, muito lindas as imagens e em especial a dissertação. Lourenço Marques, lá nasci e de lá fugi….. mas mais linda não havia.
    No ciclo andei na General Machado (no vídeo, recordo-me do interior como se o estivesse a ver ……. há mais de meio século!).
    Continua João. Um grande abraço.

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    1. 10.1

      João Costa

      Olá Manel.
      Sejas bem aparecido aqui no BigSlam. Que tal vai isso por aí?
      Quando passar esta pandemia (será que passa?) e resolveres cá vir, avisa!
      Embora fiques na zona de Aveiro, o nosso grupo arranja maneira de nos juntarmos.
      Obrigado pelo teu comentário.
      Um grande abraço.

      Responder
      1. 10.1.1

        Feiteirinha

        Olá João
        Fique eu na zona de Aveiro ou nos confins do mundo 🙂 he he, tenho companheiros como tu e tantos outros que nunca se esquecem de mim ( nem eu de vós claro ), a distância é zero.
        Por aqui não está nada famoso (este país até se deu ao luxo de descobrir ou criar uma nova variante do vírus, como se a original não chegasse) mas até agora felizmente tudo tem corrido bem connosco graças a Deus.
        Sim, se calhar isto é capaz de não passar completamente mas o ser humano adapta-se ( SIDA, HIV+ ) e passamos a viver com ele.
        Estou mortinho por “levantar voo” mas claro, vamos ter que esperar.
        Se tiveres Whatsapp, manda-me uma mensagem privada. Abraço João.

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  5. 9

    Luis Ribeiro

    Um regresso ao passado com a emoção revelada em todos os pormenores descritos que só uma vivência intensa á época o pode e sabe fazer no presente. Parabéns João e obrigado pela reportagem.

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  6. 8

    Vasco Pinto de Abreu

    Excelente artigo que nos traz tantas saudades. Abraço e obrigado, João

    Responder
    1. 8.1

      Miguel Pinto Coelho

      Caro Joao Costa mas que belas imagens para recordar o nosso passado brilhante de uma cidade que nunca mais esqueceremos, falando nisso lembram se da Mocidade Portuguesa organizava torneios como tiro ao alvo, as corridas dos carros de rolamentos na descida para as palhotas aode 2 irmaos construiram um carro chamado ZAZZ se a memoria nao me engana que normalmente ganhavam sempre etc, e os escuteiros da Polana e as as raparigas eram chamadas Avezinhas, dos Peqenos Cantores da Polana com o Padre Arnaldo aonde cantavamos na Santo Antonio da Polana, no cinema Gil Vicente etc obrigado pelas estas belissimas recordacoes

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      1. 8.1.1

        João Costa

        Olá Miguel
        Quem é pode esquecer tudo o que referes no teu comentário? Fizeram parte da nossa juventude.
        O 1.º andar do restaurante Gil Vicente (propriedade de um grego que não me recordo do nome), era a sala de estudo do meu grupo. Como conhecíamos os porteiros e arrumadores não havia filme nenhum que nós não víssemos na estreia.
        Obrigado pelo teu comentário.

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  7. 7

    ABM

    Joáo,

    Pelos vistos somos admiradores mútuos…. um abraço ABM

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  8. 6

    jose pedro cardoso

    Olá Johnny
    Parabéns pelo teu excelente artigo, mostrando a evolução da nossa cidade de Lço Marques. Evolução enquadrada sempre com regras de urbanização citadina, com critérios de funcionalidade e espaços verdes, feita por pessoas com capacidades específicas para tal, e pensando no nosso futuro.
    Recordo-me exactamente do “Campo do Golfe”, pois mudámo-nos da Av. Caldas Xavier, ao pé do Tico-Tico, para a Massano de Amorim, em 1949, e não existia nada entre a parte traseira da nossa casa, até ao fim do dito campo. A parte da frente dava para o Parque José Cabral.
    Dado o exposto, e dada a localização da nossa casa, cresci brincando, “gincanando”, jogando o paulito, caçando etc, etc no referido “Campo do Golfo”. Todos os dias, depois de “estudar!!!!!!, havia ora brinacdeira lá ou no Parque José Cabral.
    Tivemos uma infância, em que penso que mesmo que houvesse “telemóveis e nets”, nada teria tirado o prazer de crescer ao ar livre, correr, jogar todos os desportos que praticamente existiam, enfim, ” Éramos realmente MUITOFELIZES, e não sabíamos”. Que maravilhosa foi a nossa infância.
    Assistimos ao evoluir dessa que foi considerada ” A CIDADE MAIS BONITA DE ÁFRICA”.
    A TODOS aqueles que por lá nasceram, e aqueles que a adoptaram como sua depois de terem bebido a “água do Umbeluzi”, jamais a esquecerão, pois dela fizeram a sua “TERRA”, lá deixaram condições extraordinárias, com infraestruturas que ainda hoje são utilizadas, pois nela pretendiam terminar os seus dias.
    Não foi possível, porque graças a meia dúzia de “patriotas” e ” á exemplar descolonização ” , nos roubaram. Como tu referiste, e embora o “tal” decreto lei dissesse que “estavam salvaguardados todos os bens dos portugueses”, disso rápidamente se esqueceram, e quanto ás indemnizações ….., este foi o único País descolonizador que não cumpriu com as suas responsabilidades.
    Mas, no coração continua a ser a nossa cidade e a nossa “terra”.

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    1. 6.1

      Victor pinho

      Concordo plenamente com o que escreveu mas acrescento mais: Portugal foi o único país descolonizador que para além de não cumprir não salvaguardando os bens e o que as pessoas investiram no país ( Moçambique) também para minha tristeza não honrou os militares que lá morreram em defesa de Portugal e nenhum governo deste país soube respeitar os que cairam defendendo a pátria. É uma vergonha e uma traição aos militares que deram a vida na luta armada. Nojento e quando governantes não honram o que se fez é muito perigoso e apenas querem é calar as pessoas que lutaram e deram tudo em nome de Portugal.

      Responder
      1. 6.1.1

        João Costa

        É isso mesmo, Victor! Sobre as indemnizações dos bens lá deixados, ainda me lembro de assistir aqui, em debates televisivos, ao jogo do empurra! E há frase que ainda hoje retenho, dita por uma deputada, que sei quem é, porque nunca mais esqueci a cara dela! Que disse: “Os retornados não precisam! Estiveram muito tempo a explorar os africanos”.
        Quanto aos militares, como dizes, uma autêntica vergonha!

        Responder
    2. 6.2

      João Costa

      Obrigado pelo teu certeiro comentário Zé Pedro.
      Sei bem aonde era a tua moradia! Ainda hoje dava com ela, na Massano de Amorim. Já não te recordas, mas estive lá 2 ou 3 vezes com o teu primo, Zé Manel, (Spit mais novo).
      Quanto à descolonização basta ler o que tenho escrito em alguns post`s aqui publicados.
      Um abraço

      Responder
  9. 5

    José Manuel Buccellato

    Caro João

    Morei na Rua de Nevala, esquina com a General Botha e o campo de golfe era do outro lado da rua.
    Por isso, ao ler o seu artigo vieram memórias das bolas de golfe que apareciam no jardim, das massalas que apanhávamos e das incursões pelo “mato” fora.
    O plano de urbanização do Bairro dos Cronistas previa a construção de dois prédios justificados pela necessidade de incorporarem no bairro mercearia, talho, leitaria, correios, etc.
    Não houve compromissos com ninguém. Bem pelo contrário, tal a oposição que foi criada pelos mesmos que aprovaram o plano de urbanização.
    A construção do segundo prédio imagino que terá sido mais pacífica.
    Um abraço.
    JMB
    P.S. Já agora obrigado também por me lembrar da minha bicicleta que era uma Robin Hood .

    Responder
    1. 5.1

      João Costa

      Olá Zé Manel

      Muito obrigado pela tua achega ao post. Não sabia da construção do segundo prédio! Mas pelo que nos dizes, com o teu conhecimento, tem toda a razão de ser!
      Aparece sempre aqui no nosso BigSlam.
      Obrigado pelo teu comentário.
      Um grande abraço.

      Responder
  10. 4

    António Mendes

    Excelente artigo. Obrigado. De facto,”… Para nós com o BigSlam, o mundo já é pequeno… ”

    Abraço.

    Responder
  11. 3

    ABM

    João

    O nome do senhor era Oscar Somershield, portanto a zona onde se fez o Bairro dos Cronistas era uma pequena parte da Concessáo “Somershield”, que, aliás, desde 1888 deu chatices sem fim e juridicamente deu panos para mangas durante décadas, de tal maneira que nos anos 60 toda a gente se referia ao local como Somershield. Ficou o nome, pelos vistos perpetuamente mal escrito. Um dia destes conto a história.

    O Bairro do Triunfo chama~se assim porque assinalava o “triunfo” dos primeiros moradores (sobre a câmara municipal de LM) em terem sucedido (depois de anos à tourada com a Câmara) em poderem construir lá, sendo que na altura aquilo não tinha condições nenhumas (ainda não tem) e ficava no fim do mundo em relação à cidade. Os Picolo e os Mealha (cuja decano, o escultor Jorge Mealha, morreu este fim de semana no Algarve) foram entre os seus primeiros habitantes.

    ABM

    Responder
    1. 3.1

      João Costa

      Olá António

      Fala quem sabe!!! Muito obrigado por esta, sempre bem vinda, achega! Como deves ter notado recorri à “Bíblia sobre LMarques” que é teu site: – Delagoa Bay
      Obrigado pelo comentário.

      Um abraço.

      Responder
  12. 2

    João Mendes de Almeida

    A nossa cidade, que nos vem sempre à memória. A mais bonita cidade africana do seu tempo. Que saudades.

    Responder
  13. 1

    Lila Oliveira

    Um grande obrigada por me fazer recordar e atenuar um pouco as minhas saudades.
    Bem haja Bigslam. 💖🌹

    Responder

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