13 Comentários

  1. 12

    Joao De Abreu

    Familia Abreu,
    Cinco gerações em África onde criamos dezenas de empresas e milhares de empregos. Empresas onde não existia destincao de cor nem religião.
    Onde empregados tinham mais assistência que existe hoje nos EUA para empregados.
    Mal tratar qualquer ser humano era imediata demissão para o agressor. Demiti um gerente (metropolitano) com dez anos de casa por ter dado uma bofetada num empregado. Se seu pai fez o que fez não foi por ser nem português nem colonialista e sim por falta de educação e princípios.
    O resto das afirmações desta senhora? Não merecem comentários.
    Respeitosamente

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  2. 11

    Antonio S.Silva

    Antonio J. Silva
    Acho lamentável esta deriva populista da Senhora Doutora(?). Nestes anos todos sempre pensei que a verdade que nós conhecemos e vivemos fosse traduzida de forma leal e simples, mas verdadeira, nunca deturpada. Escutar um Homem Branco dizer ( apontado a Senhora Preta, a seu lado ): “Esta é a Mae de 11 Filhos que eu tenho”, ou ecutar um Homem Preto a agradecer a formação que a Escola havia dado ao Filho, são perfumes que a autora do CADERNO DAS MEMORIAS COLONIAIS não soube cheirar. É redutor o texto do Caderno das Memórias, por não ser isento. Essa caracteristica é determinante para que se possa dizer que o texto sofre de estrabismo ou de intencionalidade.
    E, isso, Srª Doutora, não pode ter o meu aplauso, nem da maioria de nós que ali viveu, estudou, construiu e ajudou a fazer Paises dignos sendo sempre Pessoas de Bem, tanto lá, em Moçambique, como agora em Portugal. E, talvez até por isso, constituiram objecto de alguma atenção distorcida. Não trabalho, actualmente, em Portugal, mas estou aí, ao lado dos meus Colegas de escola, liceu e universidade com quem contacto regularmente, falando, do quotidinao actual com a capacidade critica que cada um tem. Isto é fruto do cimento forte que a sociedade e a academia em nos formou. É que fomos criados, em liberdade, numa sociedade multiracial, fraterna e isenta, que nos acarinhou e embalou. Muitos dos nossos amigos de hoje, são os amigos do passado, pretos,brancos, chineses indianos paquistaneses, etc. com quem mantemos uma relação forte.
    Não nos revemos nesses excessos que o CADERNO DAS MEMORIAS COLONIAIS pretende sublinhar.
    Encontramos muitas de Pessoas – estrangeiras – por exemplo, no Gabão, Senegal Tunisia, Argelia que afirmaram que aqueles Países constatavam que a Humanidade e a pratica dos Cidadaos Portugueses em África contrariavam as politicas anormais de Lisboa. Por isso, decidiram dar apoios à esquerda Portuguesa e aos movimentos de libertação, considerando que esse seria um caminho correcto para dar satisfação aos cidadaos do Mundo que estavam em Africa, designadamnente, Portuguses. E isso era devido, igualmente, ao facto dos Portugueses nunca terem destilado, em África, o veneno com que outras culturas ensombraram aquele Continente. No Gabão e no Senegal – Países de cujos portos saíram milhoes de escravos para as Américas – nunca escutamos um palavra verberando Portugueses. PELO CONTRARIO, FOMOS REFERENCIAS POSITIVAS da era Colonial, contrariando o Caderno das Memorias Coloniais,.
    E todos nós nos lembramos do que aconteceu no Katanga,no Congo e noutras latitudes, por termos sido testemunhas do que aconteceu nos ginasios das nossas escolas em LM, na Beira etc..
    Todavia, tambem, ocorreram excessos , aqui e ali, que foram gerados por enquadramentos desajustados. Mesmo lembrando-nos de Angoche e do que ocorreu nos palmares
    Mas a politica carece ser dissociada da Cultura e da Humanidade. Ainda hoje assistimos a processos abjectos onde a politica deu/dá jeito ser confundida com interesses pessoais. E, isso dá direito a dizer que os Portugueses são execráveis? Que nao têm cultura e , por isso, precisam ir adquiri-la em “Paris” ?
    É irrealista confundir a árvore com a floresta, A Senhora Doutora ter´a opinião que expressou na sua “obra magistral”.
    Nós temos outra opinião. Nós nao temos capacidade para destruir, não só por nao termos ódios nem venenos dentro de nós, como também porque nós vivemos a verdade e a Humanidade que os Povos sabem aplaudir, longe da politica e do mediatismo.
    .

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  3. 10

    Mário Celso Vilar

    Nos Cadernos Coloniais, Isabela Figueiredo narra factos, dá testemunho do viu e viveu em Moçambique. Os Cadernos Coloniais não são, pois, uma ficção; são um depoimento precioso, cru embora, mas muito bem escrito. As vivências das gentes em África não foram todas iguais, embora tenham muito de comum. Escrever o que escreveu e dizer o que diz, nomeadamente contra o próprio pai, que amava, não foi fácil a Isabela Figueiredo, como ela própria reconhece. Aos 13 anos já não se é criança, mesmo se nem toda a gente atinge a maturidade na mesma idade. Quando se é sensível e se tem olhos para a ver, quando se tem sentido crítico e se pensa pela própria cabeça, pode-se ter, aos 13 anos, a consciência que ela teve e chegar às mesmas conclusões que ela chegou. A Mafalda do Quino não é uma personagem de ficção; existem, felizmente, muitas Mafaldas neste Mundo desgraçado. O tratamento dado aos empregados não brancos nas colónias não era igual ao dado na Europa aos empregados brancos, mais que não seja devido aos preconceitos racistas. Nem toda a gente se comportava do mesmo modo, mas a maioria não tratava os negros como iguais. Sei do que falo porque nasci e vivi em Moçambique até aos 16 anos, e aos 13 não pensava só em brincar.

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  4. 9

    Carlos Gonçalves

    Esta menina de 13 anos hoje uma senhora oportunista não merece nenhum comentario da minha parte pois esperou a morte do pai para o criticar(nada bonito)e com 13anos ficou com uma imagem errada das pessoas que lá viveram e que merecem mais respeito !

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  5. 8

    José Herculano Figueiredo

    Boa noite estive aqui a ler umas coisas que até dá vontade de dizer Famba Tinhela, é assim mesmo, primeiro essa mufana ainda era capaz de fazer xixi na cueca com essa idade, depois porque não sabia até porque não tinha idade, o que era uma batucada no mato a beber caju 3 dias, que havia branco bruto e violento, pois havia, aqui também existe disso, que o digam os judeus que foram só 6 milhoes pró maneta e os 10 milhoes de ucranianos que os russos limparam, bem mas vamos aqui dizer que a Senhora Dulce Germano não sabe o que diz sobre a RODESIA, 1º porque sou RODESIANO e conheço a RODESIA de Umtali a Beit Bridge, com uma filha nascida naquela bendita Terra, havia muita coisa boa até boa demais direi eu,mas no mato a coisa não era assim e olhe que sei o que digo,porque devido a afazeres profissionais passei muitos meses no mato. Os meus colegas trabalhadores da RISCO apesar de viverem em cidades separadas eram respeitados como colegas, que havia um ou outro branco ignorante e bruto pois havia, existem tantos cá na santa terra também . O problema é que quem não sabe até fala de retornados, eu pergunto como pode uma pessoa que nasce noutro pais regressar ao pais onde não nasceu, deve ter sido algum ILUMINADO IGNORANTE que inventou esse nome.Vamos põr essa escritora no lixo e viver sempre com as melhores memórias do que era na altura a PÉROLA DO INDICO. HAMBANINE a todos

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  6. 7

    João Mendes de Almeida

    Sabes João, eu sempre disse que os piores e os responsáveis pela maior parte da desgraça que caiu sobre a nossa terra, logo mesmo no início, no pós 25 de Abril, não foi o pobre do africano que aprendera que era português e que disso se orgulhava. Os piores foram, como esta “fulana”, os brancos ressabiados, comunas que se passaram para o outro lado instigando a violência e acirrando ódios que não existiam.
    Um grande abraço para ti e parabéns por mais este teu escrito.

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  7. 6

    Ana Varges

    Nem perco tempo a comentar pois não concordo com o que ela escreve. Ela não viveu nem sentiu o que nós moçambicanos nascidos naquela terra sentimos: amor, saudade, nostalgia. ” graças ” ao 25 xe Abril tivemos que fugir e deixar tudo para traz. Ao fim de 43 continuo a ter saudades da minha terra e dos tempos que lá passei. Voltei lá em Setembro de 2017, 42 anos depois mas voltava já amanhá se pudesse. África minha Moçambique estaŕá sempre no meu <3 e as recordações e memórias vou guada- las com carinho

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  8. 5

    Rubim Silva

    Mais uma oportunista a querer ganhar dinheiro e fama,à custa da desgraça dos retornados. Tenho lá o meu pai sepultado, vivi e trabalhei em Moçambique até 1976 nunca assisti a episódios destes!

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  9. 4

    Vitor passos

    João, Comentar o quê? Esta senhora? Quanto mais se comenta, quem anda à procura de valorização e protagonismo?
    A gente desta natureza a melhor forma de os desprezar è ignorar-los.

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  10. 3

    Mario Garcez

    Amigo João.
    O único comentário que posso fazer é que passados 44 anos ainda há muito boa gente que tem uma espinha atravessada na garganta, pois a maioria de nós retornados e refugiados conseguimos dar a volta por cima e vivemos de realidades e não de sonhos nem fantasias.
    Um abraço.

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  11. 1

    Cândido Pimenta

    Mais um(a) a ofender. É sinal da nossa importância no desenvolvimento da sociedade portuguesa.
    Gente(?) assim é de ignorar. Eu ignoro
    Um abraço

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    1. 1.1

      Maria do Carmo Gonçalves

      Maria do Carmo Gonçalves
      Essa é somente uma opinião não pode ser generalizada

      O meu pai trabalhou e passou muitas dificuldades para nós termos escola NÃO colonizou ninguém assim como tantos que aqui trabalharam naquela época.

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