11 Comentários

  1. 7

    São Lopes da Silva

    O meu irmão nasceu na Moamba, onde o meu pai foi médico. Recordo com saudade os petiscos do “enfarta~brutos”, nunca esqueci a dobrada deliciosa. Obrigada bigslam pela recordação

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  2. 6

    Helder de Sousa

    P.S. – Surpreendeu-me apenas no vídeo de Manuel Terra, que bem haja tê-lo feito e muito bem, não mostrasse nem menciioasse um restaurante, bem como o seu proprietário, figura ícone que fora da terra, o então João Cristóvão, restaurante esse virada para a estação ferroviária, e que não estarei enganado teria também ao lado do restaurante, um talho com uma carne sempre fresca e maravilhosa.

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    1. 6.1

      Manuel Martins Terra

      Caro Hélder Sousa, tem razão na sua nota breve; efetivamente havia esse restaurante do qual não consegui apurar o nome do mesmo. Só mesmo por esse motivo. No caso de se lembrar como se chamava, agradeço que o me comunique. Obrigado.

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  3. 5

    Esperança Marques

    Vocês são Formidáveis. Que bom recordar lugares onde fui bastante feliz….. As minhas férias eram todas passadas em Pessene, uma estação antes da Moamba . Em Pessene, o meu padrinho, engenheiro florestal, tinha a casa a 10 Kms da estação, não havia carro porque também não havia estradas. Havia umas picadas, e fazíamos o percurso de carroça puxada por 2 bois. Tempo: 3 horas para chegarmos a casa, de alvenaria, mas com telhado de capim. Os portões para o terreno circundante era fechados por uns ramos grandes de micaia, que tinham uns picos terríveis. Havia sempre umas mini cobrinhas nos ramos e ali ninguém entrava. Quando havia fogo no mato era um pavor porque havia só palhotas e longe, mas o fogo progredia de tal maneira que os trabalhadores da floresta se uniam todos, com catanas, ramos de árvores, etc. para combater aquele terrível fogo. Só conseguiam passadas 24, 30 horas. Já não iam para as suas palhotas, caíam para o chão e nem comiam nada, só dormiam de exaustão. Mas voltando ao assunto principal onde era o passeio ? À Moamba. Era óptimo o tempo (pouco) que passávamos lá mas uma delícia. Havia amigas da minha idade e na casa dos padrinhos era só eu e as árvores de fruta daquele imenso quintal. Tinha de inventar histórias onde entrava como rainha. Vieram ter comigo, neste apontamento tão giro, as imagens que ainda estavam na minha memória. Adorei. Não tenho encontrado fotos nem da Moamba nem de Pessene. Obrigada por esta linda surpresa, porque o melhor tempo é o que se passa no mato. Parabéns a quem consegue viver no mato. Não há nada tão bom. Obrigada Big Slam pelo presente. Até sempre.

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    1. 5.1

      BigSlam

      Parabéns Esperança Marques pelas sua excelente memória e pelas bonitas recordações de um lugar que lhe marcou muito na sua infância…
      Apareça sempre neste nosso “Ponto de Encontro!” e continue a nos brindar com os seus encantadores relatos de uma vida passada na nossa terra – Moçambique!

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  4. 4

    Helder de Sousa

    Saudades mil, dessa vila onde morei nos anos 1961/62/63/64, embora apenas lá permanecia nos fins de semana e férias escolares, dado que já estava no ensino secundário, sendo que o meu pai era ferroviário, e na altura o chefe da estação. Obrigado pela descrição de quem por lá passou, e teve a oportunidade de registar em vídeo alguns lugares daquele fantástico lugar. Fez-me retroceder quase 60anos à minha infância.

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    1. 4.1

      BigSlam

      Grato pelo seu comentário sobre uma terra que marcou muito a sua infância… foi como disse retroceder 60 anos!
      Apareça sempre!

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  5. 3

    Mario Borges

    Que bom rever alguns locais da Moamba. Morei lá, fiz a Primária na Airez e Ornelas, professora Cecília e fiz a Catequese na Igreja da Moamba. O meu querido pai, trabalhava nos CFM e moravamos no Bairro Ferroviário. Que lindas memórias qie tenho.

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    1. 3.1

      BigSlam

      Bonitas recordações de um lugar onde penso que foi muito feliz…
      Apareça sempre!

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  6. 2

    Manuel da Silva

    Ao Sr. Manuel Terra e ao BigSlam pela oportunidade que me dão de conhecer a Vila da Moamba que puxava as gentes citadinas de LM para ir ao farta brutos e tudo o que gozavam no trajecto que os levava a ver a paisagem deslumbrante do Rio Umbelúzi. Quem ler o texto do estimado amigo Manuel Terra já não precisa de ir a Moamba!
    Obrigado Manuel!

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  7. 1

    Edite Alho

    Que belas recordações. E que bom que haja alguém que nos faça recordar esses bons tempos. Bem haja!

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