3 Comentários

  1. 3

    Manuel Martins Terra

    Obrigado António Botelho de Melo, pelo teu precioso comentário relativo à Monumental. Sim estão de parte as touradas, até porque a lide com os bois está apenas extensiva a trabalhos agrícolas e posteriormente o abate, algo que muito respeito. Também concordo e pelas informações que me vão chegando, há já muitas fissuras nas bancadas, por onde as humidades se infiltram atingindo a massa férrea. Pode-se concluir que está em causa a segurança do espaço. Efetivamente a praça precisava de uma vistoria minuciosa por parte de uma empresa com experiência nestas situações, mas admito e não desejaria pensar assim que a demolição é o passo seguinte. Quanto ao Ricardo Chibanga, devem-se lembrar autoridades moçambicanas, sempre que se pronunciava o seu nome e havia lugar a entrevistas, falava-se de Moçambique. A história de um povo e dos seus filhos ilustres, reporta-se ao passado, presente e futuro. Um abraço.
    Manuel Terra.

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  2. 2

    ABM

    1. Pensava que a peça iria incluir quem é ou são os actuais donos, afinal eles são parte importante do raciocínio; pois são eles que decidem e que eu saiba o edifício não é classificado;
    2. O uso do edifício actualmente não daria para touradas, pois …hoje não há touros, toureiros nem aficionados em Moçambique;
    3. Para outros fins, é complicado. Provavelmente está num estado tal que só mandando abaixo. E aí faz-se um prédio de 10 andares. Nestes casos é o que acontece sempre, nunca falha;
    4. a título de curiosidade, ver no anúncio da tourada em cima o seguinte: “preço do ingresso para indígenas: 5$00 (estes não têm direito ao bilhete – rifa do cavalo)”. Ah como a vida era lixada.
    5. assinale-se que, em Moçambique, há (ainda) a mania de fingir que as coisas relevantes do tempo da outra senhora (excepto, claro, os gloriosos Heróis da Libertação, que mesmo assim levam com uma medalha de vez em quando e pouco mais) simplesmente inexistiram. O mano Ricardo Chibanga é apenas uma delas e ainda por cima destacou-se numa actividade “colona”, algo imperdoável e politicamente incorrecto. Ele esteve bem em expeditamente ir residir para Portugal, (considerado outro pecado cardinal em Moçambique) onde viveu o resto da vida no Ribatejo, em glória pacata e merecido respeito geral (apesar do teimoso lobby anti-touradas da malta amiga dos touros e outros bichos). O Eusébio, que era o Eusébio, foi mal e tardiamente assinalado com o seu nome dado a uma ruela no Xipamanine, onde nasceu e cresceu.

    Aparte estas curtas notas, felicito o Manel Terra, por nos lembrar.

    Abraço
    ABM

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  3. 1

    Manuel da Silva

    Ao Big Slam e ao Sr. Manuel Terra pela chamada de atenção sobre o estado em que se encontra a Monumental de LM onde assisti a uma tourada cuja figura de cartaz era precisamente o Ricardo Chibanga. Espero que “as hienas” não venham um dia chorar ao local onde outrora se ouvia o som dos clarinetes, da orquestra que tocava à entrada dos toureiros na arena, mas sobretudo o eco dos olés e o paso doble.

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