6 Comentários

  1. 6

    Abreu Vicente Vicente

    Também sou antigo aluno da EIMA e fiz o curso de construção civil onde tive como mestres de carpintaria Augusto Portela e Fernando Rodrigues, de 1970 a 1975.

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  2. 5

    2luisbatalau@gmail.com

    UMA AUTENTICA VERGONHA. POR ESTAS E OUTRAS É QUE MOÇAMBIQUE É UM DOS SETE PAÍSES MAIS POBRES DO MUNDO. É UM COVIL DE CORRUPTOS. LAMENTO!

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  3. 4

    José Fonseca

    Saudades da minha escola andei no curso de físico -quimica, depois fui trabalhar para farmácia, que foi a farmácia Colonial na baixa na consiglieri Pedroso.

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  4. 3

    José fonsevca

    Saudades da minha escola andei no curso de físico -quimica, depois fui trabalhar para farmácia, que foi a farmácia Colonial na baixa na consiglieri Pedroso.

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  5. 2

    Samuel Carvalho

    Como antigo aluno da Escola Industrial Mouzinho de Albuquerque (EIMA), nos anos 60/70, custa sempre recordar que uma instituição que formou tantas gerações de bons técnicos e profissionais deixou de existir. Foi uma escola de grande prestígio, onde muitos jovens aprenderam uma profissão e ganharam bases sólidas para a vida.
    Guardo também gratas recordações dos professores que lá lecionaram, verdadeiros mestres que, com dedicação e exigência, nos transmitiram conhecimentos e valores que nunca esquecemos.
    A sua substituição pela Escola Superior de Jornalismo pode ter tido as suas razões, mas Moçambique ficou certamente mais pobre sem uma escola técnica com a dimensão e a importância que a Escola Industrial de Maputo teve durante tantos anos. Para quem lá estudou, ficam as memórias de uma casa que marcou profundamente o nosso percurso e que tanta falta continua a fazer ao país.

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  6. 1

    BigSlam

    A antiga Escola Industrial (EIMA), hoje 1º de Maio marcou gerações e teve um papel fundamental na formação técnica de muitos jovens em Moçambique. Foi ali que se prepararam profissionais que contribuíram para o desenvolvimento do país em várias áreas. A sua substituição pela Escola Superior de Jornalismo representa uma mudança de rumo que, para muitos, deixou uma lacuna importante na formação técnica, tão necessária para o progresso de qualquer nação. Recordar a importância desta escola é também lembrar o valor que o ensino técnico teve, e continua a ter, para o futuro de Moçambique.

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