9 Comentários

  1. 9

    josé carlos alves da silva

    Pierre, nem é bom recordar em tudo o que Moçambique teve até 1974. Estudar à chuva?

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  2. 8

    Manuel Martins Terra

    Caro amigo Pierre Vilbró, há muito que era notório a degradação do edificio da Escola Industrial Mouzinho de Albuquerque, nomeadamente a sua majestosa fachada, que distinguia o maior templo do movimento Maçónico do espaço português, e as infiltrações no conjunto de blocos que formavam as oficinas técnicas. Infelizmente custa muito noticiar o encerramento de uma escola de formação profissional, num contexto de um país com défice nessa área. Sei que de Moçambique, concretamente de áreas academicas, surgiram acérrimas criticas, que mostraram o seu inconformismo, de registar o magnífico texto do Alvim Cossa. O encerramento da EIMA, que formou várias gerações, certamente traz à tona memórias que ainda hoje conservamos e que nos falam de experiências vividas, e que moldaram quem somos. Cada degrau, cada canto daquele “santuário ” de artes, fazem parte de um tempo que passou, sem prsente e sem futuro. Lembrar todos os professores que por ali passaram, colegas de carteira e os seus dedicados funcionários e que ajudaram a manter acesa a chama mística da malta da INDÚSTRIA. De momento o meu curvar perante ti minha amada Escola Industrial Mouzinho de Albuquerque, diria eu vitima de morte programada. Um grande abraço para ti Pierre, que registaste também a tua indignação por um espaço que também foi teu. O amigo Manuel Terra.

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  3. 7

    Antonio Soeiro

    Eu não frequentei a Escola Industrial mas frequentei a Escola Comercial e considero que ambas as escolas eram muitíssimo importantes para preparar pessoas para as áreas Industriais e Comerciais de que o País tanto precisava para o seu desenvolvimento. Embora não tenha nada contra o jornalismo eu pessoalmente considero que o desenvolvimento industrial de uma nação, especialmente uma nação que muito necessita de se desenvolver, é muito mais importante!!!

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  4. 6

    Abreu Vicente Vicente

    Também sou antigo aluno da EIMA e fiz o curso de construção civil onde tive como mestres de carpintaria Augusto Portela e Fernando Rodrigues, de 1970 a 1975.

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  5. 5

    2luisbatalau@gmail.com

    UMA AUTENTICA VERGONHA. POR ESTAS E OUTRAS É QUE MOÇAMBIQUE É UM DOS SETE PAÍSES MAIS POBRES DO MUNDO. É UM COVIL DE CORRUPTOS. LAMENTO!

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  6. 4

    José Fonseca

    Saudades da minha escola andei no curso de físico -quimica, depois fui trabalhar para farmácia, que foi a farmácia Colonial na baixa na consiglieri Pedroso.

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  7. 3

    José fonsevca

    Saudades da minha escola andei no curso de físico -quimica, depois fui trabalhar para farmácia, que foi a farmácia Colonial na baixa na consiglieri Pedroso.

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  8. 2

    Samuel Carvalho

    Como antigo aluno da Escola Industrial Mouzinho de Albuquerque (EIMA), nos anos 60/70, custa sempre recordar que uma instituição que formou tantas gerações de bons técnicos e profissionais deixou de existir. Foi uma escola de grande prestígio, onde muitos jovens aprenderam uma profissão e ganharam bases sólidas para a vida.
    Guardo também gratas recordações dos professores que lá lecionaram, verdadeiros mestres que, com dedicação e exigência, nos transmitiram conhecimentos e valores que nunca esquecemos.
    A sua substituição pela Escola Superior de Jornalismo pode ter tido as suas razões, mas Moçambique ficou certamente mais pobre sem uma escola técnica com a dimensão e a importância que a Escola Industrial de Maputo teve durante tantos anos. Para quem lá estudou, ficam as memórias de uma casa que marcou profundamente o nosso percurso e que tanta falta continua a fazer ao país.

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  9. 1

    BigSlam

    A antiga Escola Industrial (EIMA), hoje 1º de Maio marcou gerações e teve um papel fundamental na formação técnica de muitos jovens em Moçambique. Foi ali que se prepararam profissionais que contribuíram para o desenvolvimento do país em várias áreas. A sua substituição pela Escola Superior de Jornalismo representa uma mudança de rumo que, para muitos, deixou uma lacuna importante na formação técnica, tão necessária para o progresso de qualquer nação. Recordar a importância desta escola é também lembrar o valor que o ensino técnico teve, e continua a ter, para o futuro de Moçambique.

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