21 Comentários

  1. 19

    Paulo Carvalho

    Muitas saudades dos meus tempos de aluno da Escola Industrial…Foi lá que participei nos primeiros jogos de basquetebol nos torneios inter-turmas,organizados pelo conhecido colaborador da escola, sr.Picão.
    Quando se iniciaram os primeiros cursos com a participação de raparigas, como o de Química e o de Pintura, foi uma alegria para a malta pois,até então na escola, só havia rapazes!
    No futebol de salão também se realizavam animados campeonatos,onde sobressaía o “Perigo Z” uma turma com excelentes praticantes tais como o Brito,o Cruz,o Pelecas,o Guimas,o Picão e o Caetano!
    E por aqui me fico, embora as recordações sejam muitas mais…!

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  2. 18

    Tomané Alves

    Simplesmente DEPLORÁVEL! Cada vez maus dores em cima de mais pontadas. A regressão em marcha cada vez mais acelerada

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  3. 17

    Victor Manuel dos Anjos Valério

    Saudações a todos,

    De acordo com o Sr. Jacinto José Sumbane (que reside no Maputo), por aquilo que se percebe, a Escola Industrial (EIMA), não vai ter outra finalidade, ou seja, não vai ser a Escola Superior de Jornalismo. Embora não me custe nada a acreditar na sua degradação à semelhança do que tem acontecido, infelizmente, a outros edifícios e instituições de Moçambique, e também não duvidando da informação do Pierre Vibró, de qualquer forma deixo aqui uma pergunta: Afinal qual vai ser o destino da EIMA?

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  4. 16

    José António Oliveira

    É fácil de adivinhar, o mesmo também aconteceu em Portugal pós 25 de Abril. Uns tinham como amigos o Bloco Leste, estes teem como amigos os chineses que não querem que eles fabriquem, nem produzam. Assim recebem uma escola de jornalismo, pelo menos aprendem a escrever bem e sempre podem fazer as encomendas à China. Dão o peixe não ensinam a pescar. Obrigado.

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  5. 15

    João Santos Costa

    A minha saudosa Escola! Creio que a morte já estava anunciada há algum tempo. Tal como outros edifícios, bastava olhar para o seu estado de degradação.
    Porquê acabar com a formação de técnicos qualificados num país que precisa deles como “pão para a boca”? E esta escola que tinha todas as condições para a sua formação!
    Creio que o Ministério da Educação de Moçambique, com tantos edifícios degradados e ao abandono, com um pouco de boa vontade teria encontrado outro, para a sua escola de jornalismo.
    Que bom recordar o seu quadro docente que me ajudaram a formar.

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  6. 14

    Maria Luiza

    Estudei na Escola Comercial que muito me orgulho. A Escola Industrial que bem me lembro. Nestas duas Escolas formaram-se bons profissionais.

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  7. 13

    Nelson Barata

    Enfim…
    Degradam-se e eliminam-se as instituições educacionais para sectores produtivos, mas, ganham-se novos poderes para fazer “verborreias pedinchatórias” à comunidade Internacional. Mais um crime de lesa-pátria…
    É preferível continuar sentado de mão estendida e matar umas quantas galinhas com ovos de ouro.
    Veja-se o que se passa em Cabo Delgado. Querem tirar triliões de pés cúbicos de gás? Sim? podem fazê-lo mas a expensas próprias, Soldadores, Electricistas, metalomecanicos, agrimensores, carpinteiros de tosco e de ferrro, mecânicos de máquinas industriais, para quê os Franceses que os tragam de fora, como os seguranças.
    Os Moçambicanos parecem ser demasiado finos para trabalhar longe da capital e de mãos sujas…

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  8. 12

    BigSlam

    Para matar saudades e reviver memórias dos tempos vividos na EIMA de Lourenço Marques, vai realizar-se no dia 9 de Maio um almoço de confraternização entre antigos colegas.
    Uma excelente oportunidade para reencontros, abraços e muitas recordações.
    Clica no link para saberes mais pormenores sobre este encontro:
    https://bigslam.pt/noticias/almoco-convivio-da-eima-de-l-marques-em-9-de-maio-de-2026/

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  9. 11

    Vilares Lopes

    A Escola Industrial Mouzinho de Albuquerque foi um marco importante no ensino em Lourenço Marques, em particular nas áreas técnicas de mecânica, electricidade e de construção civil, e esta decisão vai ter consequências muito negativas no desenvolvimento de Moçambique.
    Quero realçar contudo um aspecto que é para mim motivo de muita honra e prazer:
    Na lista de professores apresentada aparece o nome da minha tia, Infância da Conceição Vilares, que em outros anos foi também professora do Liceu Salazar e da Escola Comercial.

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  10. 10

    nino ughetto

    Adeus Moç adeus L.Marques…Falamos e recordamos dos mortos… mas como tenho dito , falemos , até desaparecermos todos, e jà nào falta muito.50 anos passaram e L.Marque continua nos nossos coraçoes mas…Mas jà morreu assim como todas as outras colonias Portuguesas… e so nos resta essa lembrança..Meu irmào frequentava a escola industrial e eu a escola comercial mas muitas vezes assisti a aulas, de mate, pois deichavam me entrare sem me fazerem perguntas… e hoje ??? Nada mais existe so .recordar nada mais… TUDO PASSA TUDO ACABA

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  11. 9

    Carlos Guillherme

    Aí nasci como professor de Desenho de Máquinas no ano lectivo de 1967/68. Depois, já com o curso completo, rumei à Escola Preparatória Joaquim Araújo, perto do Hangar dos Machimbombos. Que saudades desses tempos …

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  12. 8

    josé carlos alves da silva

    Pierre, nem é bom recordar em tudo o que Moçambique teve até 1974. Estudar à chuva?

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  13. 7

    Manuel Martins Terra

    Caro amigo Pierre Vilbró, há muito que era notório a degradação do edificio da Escola Industrial Mouzinho de Albuquerque, nomeadamente a sua majestosa fachada, que distinguia o maior templo do movimento Maçónico do espaço português, e as infiltrações no conjunto de blocos que formavam as oficinas técnicas. Infelizmente custa muito noticiar o encerramento de uma escola de formação profissional, num contexto de um país com défice nessa área. Sei que de Moçambique, concretamente de áreas academicas, surgiram acérrimas criticas, que mostraram o seu inconformismo, de registar o magnífico texto do Alvim Cossa. O encerramento da EIMA, que formou várias gerações, certamente traz à tona memórias que ainda hoje conservamos e que nos falam de experiências vividas, e que moldaram quem somos. Cada degrau, cada canto daquele “santuário ” de artes, fazem parte de um tempo que passou, sem prsente e sem futuro. Lembrar todos os professores que por ali passaram, colegas de carteira e os seus dedicados funcionários e que ajudaram a manter acesa a chama mística da malta da INDÚSTRIA. De momento o meu curvar perante ti minha amada Escola Industrial Mouzinho de Albuquerque, diria eu vitima de morte programada. Um grande abraço para ti Pierre, que registaste também a tua indignação por um espaço que também foi teu. O amigo Manuel Terra.

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  14. 6

    Antonio Soeiro

    Eu não frequentei a Escola Industrial mas frequentei a Escola Comercial e considero que ambas as escolas eram muitíssimo importantes para preparar pessoas para as áreas Industriais e Comerciais de que o País tanto precisava para o seu desenvolvimento. Embora não tenha nada contra o jornalismo eu pessoalmente considero que o desenvolvimento industrial de uma nação, especialmente uma nação que muito necessita de se desenvolver, é muito mais importante!!!

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  15. 5

    Abreu Vicente Vicente

    Também sou antigo aluno da EIMA e fiz o curso de construção civil onde tive como mestres de carpintaria Augusto Portela e Fernando Rodrigues, de 1970 a 1975.

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    1. 5.1

      Jacinto José Sumbane

      Saudações.
      Lamento a publicação feita pelo actor, poeta e coringa Alvim Cossa e tenho empatia com todos os que vêm a sua Escola Técnica de Lourenço Marques (Escola Industrial 1º de Maio) a se transformar em Escola Superior de Jornalismo.
      Gostaria de lhes convidar a visitar a escola declarada morta, para tirarem as suas ilações e deixar de comentar algo inusitado, talvez como um ensaio teatral de alguém que mesmo estando em Maputo, não se dignou em recolher informações localmente.
      Estamos à disposição!…

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  16. 4

    2luisbatalau@gmail.com

    UMA AUTENTICA VERGONHA. POR ESTAS E OUTRAS É QUE MOÇAMBIQUE É UM DOS SETE PAÍSES MAIS POBRES DO MUNDO. É UM COVIL DE CORRUPTOS. LAMENTO!

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  17. 3

    José fonsevca

    Saudades da minha escola andei no curso de físico -quimica, depois fui trabalhar para farmácia, que foi a farmácia Colonial na baixa na consiglieri Pedroso.

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  18. 2

    Samuel Carvalho

    Como antigo aluno da Escola Industrial Mouzinho de Albuquerque (EIMA), nos anos 60/70, custa sempre recordar que uma instituição que formou tantas gerações de bons técnicos e profissionais deixou de existir. Foi uma escola de grande prestígio, onde muitos jovens aprenderam uma profissão e ganharam bases sólidas para a vida.
    Guardo também gratas recordações dos professores que lá lecionaram, verdadeiros mestres que, com dedicação e exigência, nos transmitiram conhecimentos e valores que nunca esquecemos.
    A sua substituição pela Escola Superior de Jornalismo pode ter tido as suas razões, mas Moçambique ficou certamente mais pobre sem uma escola técnica com a dimensão e a importância que a Escola Industrial de Maputo teve durante tantos anos. Para quem lá estudou, ficam as memórias de uma casa que marcou profundamente o nosso percurso e que tanta falta continua a fazer ao país.

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    1. 2.1

      Jacinto José Sumbane

      Saudações.
      Lamento a publicação feita pelo actor, poeta e coringa Alvim Cossa e tenho empatia com todos os que vêm a sua Escola Técnica de Lourenço Marques (Escola Industrial 1º de Maio) a se transformar em Escola Superior de Jornalismo.
      Gostaria de lhes convidar a visitar a escola declarada morta, para tirarem as suas ilações e deixar de comentar algo inusitado, talvez como um ensaio teatral de alguém que mesmo estando em Maputo, não se dignou em recolher informações localmente.
      Estamos à disposição!…

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  19. 1

    BigSlam

    A antiga Escola Industrial (EIMA), hoje 1º de Maio marcou gerações e teve um papel fundamental na formação técnica de muitos jovens em Moçambique. Foi ali que se prepararam profissionais que contribuíram para o desenvolvimento do país em várias áreas. A sua substituição pela Escola Superior de Jornalismo representa uma mudança de rumo que, para muitos, deixou uma lacuna importante na formação técnica, tão necessária para o progresso de qualquer nação. Recordar a importância desta escola é também lembrar o valor que o ensino técnico teve, e continua a ter, para o futuro de Moçambique.

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