13 Comentários

  1. 9

    Sanjo Muchanga

    Confesso que aprendi muito com o artigo publicado e com os ricos comentários aqui descritos, o que comprovam e faz crescer cada vez mais a minha dúvida. Tudo que aprendi na escola está a ser mudado a cada ano… Tenho pouco conhecimento da cidade que me viu nascer em Março de 1986… Pior é tipo dos moçambicanos omitir a história real a troco de quê não sei. O meu pai foi militar da FRELIMO deixou vários artigos em casa da segunda esposa minha tia que aos poucos vou indagando a busca da história para os meus filhos. Morreu sem direito a nada em Outubro de 1985 e para vingar a sua ignorância nasci poeta e escritor com a mesma curiosidade de muitos aqui.

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    1. 9.1

      antonio ughetto

      Eu nasci ma cidade de Lourenço Marques (hoje Maputo) em 28/03/1943 na Missão Suíça, como era na altura uma Colónia Portuguesa eu tinha a nacionalidade Portuguesa com a Independência acabei por sentir-me com dupla nacionalidade, mas as autoridades não aceitaram, fui compelido a escolher só uma para desgosto meu. Como a família foi toda embora, optei pela portuguesa, mas o meu coração também é Moçambicano. Minha mãe, avó e bisavó são de Moçambique o meu avô materno de Cabo Verde, por isso interessei-me muito pela historia de Moçambique e descobri muito principalmente de Maputo desde 1498 e os avôs do Gungunhana até a luta pela Independência que na altura pouco ou nada sabia sobre a cidadania. Saí de Maputo em 1979. Nasci e fiz-me homem em “Maputo”, mas a vida é como é. Um abraço.

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  2. 8

    Adelino

    Por muito que os frelimos tentem justificar que o nome Maputo vem do rio Maputo referente a um tal chefe tribal ou que vem duma bebida local utupso a verdade é a seguinte: os ronga chamavam a cidade de Lourenço Marques xilunguine que quer dizer cidade dos brancos. Ali perto hà uma ilha onde os portugueses ( Maputokesi) negociavam o marfim e a essa ilha, ainda hoje chamada “dos portugueses “, os caçadores do interior ( zulos, swazis ou changane) quando referiam a essa terra a chamavam Maputo(kesi), lugar dos portugueses onde vendiam o seu marfim a troco de pólvora e outras comodidades.

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  3. 7

    António de Almeida

    Cuidado com os apelidos… o ser Remane, Dupont, Silva, Dalipata, Alves etc que estas almas não sejam parentes dos Matolas, Nhacas, Govenes, Tembes, Jeques por aí fora senhora Tavira. Temos muita gente branca descendente dos nativos deste belo Moçambique… o Nazareth pode ser um bisneto dum dos reis locais…

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  4. 6

    Manuel Silva

    Também estive em Moçambique, ou melhor, fui obrigado a ir defender o que não me pertencia. Cheguei a Lourenço Marques em 22 de Dezembro de 1966 e no dia seguinte, fui enviado para um bunker situado em Ponta Mahone, onde estava instalado o posto de escuta das transmissões do Exército. Provavelmente, muitos não saberão que neste lugar estavam montados uns quantos canhões de artilharia para defesa da costa e da Baía de Lourenço Marques. Conheci vários sítios, como por exemplo: Ponta do Ouro, Mar e Sol, Catembe, Lourenço Marques e seus arredores e estive inclusivamente na inauguração do Estádio Salazar em 30/06/1968. Para além desta área, estive também em Inhambane, Beira e por fim em Nampula. Tenho algumas histórias passadas na Catembe, em Lourenço Marques e Nampula, mas isso fica para mais tarde se houver interesse.

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    1. 6.1

      M.C. da Costa Faria

      Senhor Manuel Silva
      Havendo interesse nas suas histórias passadas no Catembe, mais pròpriamente no quartel onde estava instalada a Bataria de Artilharia de Costa nº 1,
      Ponta Mahone, função de lá ter habitado durante alguns anos minha Mulher quando criança, isto de 1948 a 1951, grato lhe ficarei descrição das mesmas instalações, assim como alguma fotografia do local.
      Agradecendo antecipadamente tal atenção,

      Costa Faria
      Eng. Civil

      T.M.: 911196991

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  5. 5

    Nobre de Melo Ughetto

    Nasci em L.M. (hoje Maputo em 1943, minha mãe nasceu em Inhambane (1919) minha avó materna
    Mariamo nasceu em Inhambane (1895) minha bisavó materna nasceu em Manjacaze (não sei a data)
    vivi em 1951/52 nno Prédio da Capitania (já não existe) que ficava ao lado Sul praticamente encostado
    à Fortaleza de N.Sra da Conceição, talvez uns 6 metros de distãncia. Recordo ver a árvore e ouvia dizer
    que lá tinha sido enforcado o governador da Fortaleza (que na altura não era como se apresenta hoje.
    Quanto a Lourenço Marques sabia que tinha sido um aventureiro e comerciante que explorou a Baía
    de Lagoa (Delagoa Bay) por volta de 1540/45 naquele tempo era um lamaçal quando chovia e de
    difícil acesso, foi a partir daí que a Baía começou a ser explorada não só pelos portugueses como
    pelos ingleses, holandeses, austríacos e franceses.. ..o resto com menor ou maior dimensão é o que a maioria
    apontam,,,cresci em Lourenço Marques (Maputo) e assisti as mudanças que foram acontecendo até
    partir definitivamente de Moçambique em 1979

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    1. 5.1

      Miguel Tiago

      O predio da Capitania ainda existe se é que estamos a falar do mesmo edifício.

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      1. 5.1.1

        Antonio Ughetto

        Não não existe o Building Capitania ficava quase encostado a Fortaleza N S Conceição foi uma construção bem antes de 1930 o Sr. Miguel Tiago está fazendo confusão porque morei lá em 1951 tinha oito anos e depois vi deitarem abaixo pois só vim embora em 1979

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  6. 4

    Carlos Hidalgo Pinto

    Muito interessante o a descrição de Eduardo Nazareth, fazendo-me recordar o que o meu amigo Luis Oliveira, costuma descrever sobre a sua avó moçambicana. Entretanto, a minha bisavó materna também deve ter pertencido a uma época, em que os caucasianos eram em número muito reduzido em Maputo. O meu avô paterno combateu os alemães na I Grande Guerra e foi um dos Heróis de Quionga que, apesar de ter sido ferido, sobreviveu. Parece que falava o swali também. O que se torna relevante é que a língua portuguesa é de uma extrema importância para a sociedade moçambicana, pois a escala humana do povo português poderá contribuir para um melhor futuro de Moçambique.

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  7. 3

    joao Rezende

    História mal contada…..à pressa….sem recorrer a historiadores
    Que pena…..

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  8. 2

    Joaquim vieira

    Maputo sempre existiu. É o nome do regulo Ma Pfuto. Essa região era afastada da actual Maputo para Sul e tinha uma reserva natural de elefantes .

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  9. 1

    Rogério P. Cunha

    Penso que este artigo ou peça foi escrita no mínimo à pressa, pelo menos no que respeita à cronologia do relatado, mudando de século para trás e para a frente em cada parágrafo… Antes de se publicarem ensaios deste género é necessário serem corrigidos préviamente , talvez com recurso a historiadores, mesmo que sejam autodidatas ou menos conhecidos…… espero não ser levado a mal, é apenas uma opinião…..

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