8 Comentários

  1. 7

    Candido Ferreira Neves

    Sem duvida foi os melhores anos da minha vida. Nasceram duas filhotas. Conheci Mocambique do norte ao sul. Aminha profisão obrigava estar ausente cerca de um mes, tres vezes por ano. Fiz amizades em todos os locais visitados mas, o que mais me marcou foi a Ilha de Moçambique.Passei momentos inesqueciveis. Hoje com 86 primaveras, as saudades em vez de diminuirem são cada vez maiores. HAMBANINE MOÇAMBIQUE. CHUANO POVO DE MOÇAMBIQUE SEMPRE PRESTAVEL CONNOSCO..

    Responder
  2. 6

    Angelina C. C. Antunes

    Foi bom recordar a cidade mais linda que conheci. Vivi lá, dos 21 aos 32 anos de idade. Deveriam ter sido os anos mais felizes da minha vida,mas foram anos de muito trabalho e bastante sofrimento.Aqui,eu recordo o nosso Camões <>

    Responder
  3. 5

    fernandocerejeira@msn.com

    Senhor Carlos Saraiva
    Em primeiro lugar aproveito para o cumprimentar.
    Em segundo lugar devolvo-lhe a pergunta:
    O que é que o senhor tem a ver com a tal “classe” a que eu supostamente pertencia?
    À época eu era um jovem estudante dos Marista. Posteriormente fui aluno no então Liceu Salazar ande completei o antigo 7º anos para depois me formar em Direito em Lisboa.
    O meu saudoso pai exercia funções como Inspetor Superior nos CFM.
    Mais alguma pergunta?
    Ao seu dispor,
    Saudações amistosas.

    Responder
  4. 4

    Orlando Oliveira

    Muito bom recordar aqueles tempos que nunca sairão da nossa memória.
    O pior são as saudades do nosso modo de viver tão simples e divertido.

    Responder
  5. 3

    Wanda Serra

    Mto apreciado por mim este maravilhoso reviver de um inesquecivel tempo.

    Gostei Fernando

    Responder
  6. 2

    Carlos Saraiva

    O texto diz alguma coisa da nossa vida em LM, mas não entendi, se calhar por falta de inteligência da minha parte, o que quereria fizer com “era uma rambóia protagonizada pela aburguesada e nova-rica “fidalguia desfilante” trajando elas “Laurentina Borges” e eles smoking do “Principe de Gales” e os menos abastados as fatiotas da “Saratoga” os assim-assim com sapatinhos da “Hélio”- – – – – – – – – – – – – – -, só fiquei com uma dúvida, a qual destas “classes” pertencia o Sr. Fernando Cerejeira? Fico a aguardar uma resposta, mesmo que seja “aborguesada” mas sincerado autor. De um remediado que vivia assim-assim, mas trabalhador, na nossa maravilhosa Lourenço Marques.

    Responder
    1. 2.1

      Maria Alice Gomes

      Olá Carlos já que não posso falar contigo de outra maneira aproveito para saber como estás e a tua família está tudo bem olha nos por cá estamos muito mal não sei onde vamos ter seja o que Deus quizer espero que não fiques aborrecido por escrever aqui mas já tenho saudades de falar contigo que Deus vos abençoe e um beijinhoho para ti e tua família resto de domingo muito feliz na paz de Deus

      Responder
  7. 1

    Zulfi

    Muito agradecido Cerejeira por me ter ajudado a reviver aqueles belos momentos no que foi um paraíso para mim e como noto para muitos.
    Deixei essa linda terra em rumo para a Inglaterra em 1968 mas o coração ficou la!,,

    Responder

Deixe o seu Comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.

© BigSlam 2021 - Todos os direitos reservados.

error: Content is protected !!