5 Comments

  1. 5

    José Vasco Coelho

    Alô João.
    Mais uma bonita história de vida,com as consequências bem reais da perda de um ser com a sensibilidade única e indiscritivel de quem a vive.
    Embora se saiba que esta é uma realidade, nunca estamos preparados para estas partidas.
    Abraço.

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  2. 4

    Eduardo Serrano

    Amigo João Costa.Estava a ler o teu artigo e a rever-me na tua situação pois comigo passou– se quase o mesmo.Havia cá em casa uma gata e duas cadelas.Hoje não temos animais,a gata morreu e as cadelas tiveram que ser abatidas hufff, mas nem por isso a minha mulher que adora gatos deixa de ter ração para os gatos dos vizinhos que por isso não nos largam a porta.
    Um abraço

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  3. 3

    antonio miranda

    João antes de mais os meus parabéns pelo teu artigo ! devo dizer-te que gosto muito de cães e mesmo sendo só caçador no prato tenho Três ! Tal como tu nunca gostei de gatos mas tu agora gostas e eu continuo sem gostar ! Quando estive na Austrália as miúdas quiseram um e eu acabei por anuir ,mas digo-te foi o pior que eu fiz pois o gato dava-nos cabo da cabeça ! Para além de estragar tudo e mais alguma coisa com aquelas unhas afiadas ,quando brincava com ele arranhava-me e mordia ,miava durante a noite para sair de casa ,depois miava para entrar e não deixava dormir ninguém ! Quando pensamos em mandar capá-lo,nunca mais o vimos, não sei se se foi embora ou se alguém o levou !

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  4. 2

    Pedro Veludo

    O artigo é tocante. Nunca tive animais, mas sempre vivi rodeado de gente que os ama. Reparo que são pessoas a quem me parece os animais fazem bem. Que há uma troca proveitosa. Mas tenho mesmo muito pouca interação com bichos em geral.

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  5. 1

    Joaquim pitta gouveia

    Só quem tem animais é que sabe a companhia que fazem e alegria destes bichos quando chegamos em casa.

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