7 Comentários

  1. 6

    Basílio Pinto Gomes

    Assisti à construção deste belo edifício, assentado em inúmeras estacas grossas de madeira. Ao lado, a Travessa da Laranjeira e na esquina a LIVRARIA E PAPELARIA PROGRESSO.

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  2. 5

    Marília Manuela Ventura Nunes

    Fachada magnífica e lindas obras de arte no interior, deixavam-me fascinada sempre que ia ter com o meu pai que trabalhou durante anos no BNU em Lourenço Marques

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  3. 4

    Fernando Pascoal Fonseca

    Felizes os que conheceram este ” prédio”. O seu interior era magnífico, a caixa forte era um protento de engenharia ao tempo e o exterior de arquitectura agradável. Fui seguindo a sua construção ao longo do tempo.

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  4. 3

    António Amorim Lopes

    UM EDIFÍCIO, COMO TANTOS OUTROS, QUE DIGNIFICAM OS PORTUGUESES QUE DURANTE ALGUNS SÉCULOS AJUDARAM MOÇAMBIQUE A CRESCER AOS OLHOS DO MUNDO. NO CASO VERTENTE, O BANCO NACIONAL ULTRAMARINO, É BEM O EXEMPLO DA NOSSA AFIRMAÇÃO. FUI CLIENTE DAQUELE BANCO DURANTE ANOS E SÓ TENHO QUE ME CONGRATULAR PELA FORMA SIMPÁTICA E POR UM PROFISSIONALISMO EXEMPLAR COMO ERA TRATADO. COMO SE PODE VERIFICAR O EDIFÍCIO AINDA HOJE SE PODE CONSIDERAR DE ALTO MODERNISMO. COMO SERÁ POSSÍVEL NÃO TER SAUDADES DESSA IMPONENTE E FEITICEIRA TERRA, ASSIM COMO DAS SUAS SIMPÁTICAS GENTES?

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  5. 2

    Manuel Martins Terra

    Um edifício magnânimo , com o seu interior bem decorado e excelente funcionalidade. Lembro-me de entrar lá pelas suas portas cilindricas, que sempre em movimento permitiam as entradas e saídas. Um Banco construido para apoiar o constante desenvolvimento que grassava em Moçambique, e estratégico para a economia local. A Casa Coimbra , construida na década 30, foi reduzida a um monte de escombros, dando lugar a um arranha-céus propriedade de um banco. Assim desapareceu um belo estabelecimento, do qual todos certamente guardamos boas recordações.

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    1. 2.1

      FERNANDO DE CARVALHO

      Casa Coimbra, onde eu comprei as mais lindas camisas que usei na minha juventude.

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  6. 1

    José Luciano André

    Recorda, diz muito bem a Senhora. E, com saudade. É bom consolar a “vista” não deixando de recordar com saudade não só este imponente edifício como toda a cidade onde andamos alguns quilómetros. Bem haja pela publicação e oportunidade que nos foi apresentada. Um grande exemplo do que foi feito…

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