6 Comentários

  1. 6

    José Campos

    Lembro-me muito bem dessa memorável vitória no Campeonato de Montreux porque nesse mesmo dia 7 Abril 1958 eu fiz exactamente 13 anos e foi de uma varanda do antigo Prédio Coimbra na Baixa de Lourenço Marques na Av. da República que eu e familiares meus depois de termos escutado com algum sofrimento e ansiedade o relato do jogo contra a Espanha,nós fomos festejar ruidosamente aquela estrondosa vitória! Digam os que os da “Metrópole” disserem, mesmo ainda hoje, nunca PORTUGAL teve uma outra equipa de hóquei em patins tão boa como esta de 1958! Alguns infelizmente já não estão entre nós, mas a sua memória e boas recordações estão com aqueles que vivemos aquelas noites de glória desportiva! Um Bem-Hajam a todos estes GRANDES HOQUISTAS de Moçambique.

    Responder
  2. 5

    Braga Borges

    Estes “meninos” antes de partirem para Montreux, fizeram um estágio na Namaacha e treinavam no nosso ring, do colégio salesiano. Era um regalo, para nós miúdos e praticantes da modalidade, vê-los treinar!

    Joãozinho, brilhante reportagem. Obrigado e um abraço.

    Responder
  3. 4

    Manuel Martins Terra

    Sim 62 anos já se passaram, sobre o grande êxito conquistado em Montreux, por10 magnificos moçambicanos,que envergando a camisola das quinas, mostram em solo helvético, a qualidade do hóquei que se praticava em LM. A verdade é que o hóquei patins na Metrópole, designadamente na década 50, foi perdendo referências que se foram tornando evidentes nos torneios em que as equipas laurentinas foram marcando presença e com vincadas exibições e consequentes vitórias. A goleada infligida ao Barcelona, no Pavilhão do Malhangalene, foi a prova real, de que na capital do Índico , morava o melhor hóquei do planeta. O Paulo Terra, com toda a perspicácia acordou as mentes adormecidas, dos que se sentavam nos cadeiroes da FPP. Quiçá algo cépticos, enviaram a guia de marcha para a equipa base da selecção de LM, avançar para Monteux. Depois foi o inicio da marcha vitoriosa daquela magnifica equipa até a desejada final frente a poderosa Espanha, ávida de uma desforra perante quem os afrontou no continente africano. Ao chegarem ao intervalo a vencerem por 2-0, os nuestros hermanos , pensaram ( mas mal) que poderiam ir até à goleada. O Francisco Velasco, poderá contar como se passou tudo na etaoa complementar. Foi ao que se sabe uma exibição empolgante , com 4 golos sem resposta, deixando o recinto de Montreux, em êxtase. Foi levantar o caneco e mostrar na Suíça, que tudo que vinha de trás não foi obra do acaso. Dezasseis anos depois, foi a vez do GDLM, passear a sua classe na Taça dos Campeões Europeus.Bom seria promover-se uma tertúlia, onde o Francisco Velasco, certamente teria muitas histórias para contar sobre este feito memorável, que felizmente ainda vamos podendo recordar.

    Responder
  4. 3

    Manuel da Silva

    Ao João de Sousa,

    Um dos grandes jornalistas radiofónicos de sempre de Moçambique. Figura ímpar no meio jornalístico desportivo radiofónico moçambicano e de quem muitos de nós guarda gratas recordações…Ao João Baptista de Sousa e à Equipa do bigslam, estou muito agradecido por nos dar a conhecer ou fazer relembrar tantas Memórias de tempos inesquecíveis…

    Responder
  5. 2

    Silvino Costa

    Nessa noite inesquecível, no mato moçambicano, mais precisamente no Chibuto, também se festejou com muita intensidade este feito da selecção nacional, constituída exclusivamente por jogadores da selecção de Moçambique. Foi pura e simplesmente fantástico.

    Responder
  6. 1

    Zulfi Amade

    Tinha eu 13 anos quando o inacreditavel aconteceu e ate hoje, so vendo estas fotos desses herois do desporto Mocambicano trazem-me um grande sentido de alegria.
    Memorias inesqueciveis….

    Responder

Deixe o seu Comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.

© BigSlam 2020 - Todos os direitos reservados.