17 Comentários

  1. 17

    Orlando Valente

    JOAO SANTOS COSTA (GRANDE REPORTAGEM DA NOSSA TERRA)

    Muitos anos se passaram, muitos anos vivendo das lembrancas da minha mocidade. Hoje, ja idoso, apenas as recordacoes vao
    alimentando o meu erspirito tao sofrido de tantas saudades que sinto. Nao vou reviver o que me obrigou a abandonar a minha terra, berco onde nasci, onde em noites de luar, quantas noitadas passei, sentindo a brisa quente que nas minhas faces acariciavam enquantom olhava o ceu tao estrelado…sentia o cantar das cigarras… o cheiro das flores das acacias…
    Mas a vida continua. Hoje guardo na lembranca os tempos felizes que passei… os poemas que a minha terra dediquei … sim, foram como suspiros de saudades daquelan terra ABENCOADA POR DEUS,

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  2. 16

    josé carlos alves da silva

    Tudo bem descrito. Nunca mais voltei a Moçambique, meu país, e à minha Quelimane Zambézia. Triste, é realidade. Abraços para todos bom 2026

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  3. 15

    Moises Santos Gil

    Compreendo e concordo em pleno a razão do nosso interior não nos impulsionar voltar onde já fomos felizes. As recordações daquele tempo permanecerão em nós, nos bons momentos ou nos menos bons! Não devemos sobrepor imagens que nos ofuscassem o nosso trajeto e vivencia.! Abraço

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  4. 14

    José Gonçalves

    Tive um tio chamado Manuel Gonçalves, infelizmente já falecido, que esteve seis anos em Lourenço Marques, onde foi abrir, na baixa da cidade, a sucursal Laurentina da Casa da Sorte. Agora, essa casa, embora mantenha lá o nome, é uma loja de modas. O meu tio tinha um Volkswagen Carmen Ghia, e contacta-me que levava as “bifas” a passear neles. Para ele foram tempos inesquecíveis.
    Eu, desde que vim em 2002, nunca mais lá voltei. Tenho adiado essa viagem, ano após ano. Mas compreendo perfeitamente o teu ponto de vista, João. Como habitualmente, um grande artigo, cheio de nostalgia.
    Um abraço.
    José Gonçalves

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  5. 13

    Victor

    Bela reportagem parabéns abraço

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  6. 12

    António de Lemos

    Concordo plenamente. Visitei-a por duas vezes em regime profissional e o que lá encontrei já não era o mesmo. Mas o que mais me impressionou foi a falta da “gente” daquele tempo. Além da cidade ser bonita a “gente” era fantástica. E isso perdeu-se.

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  7. 11

    João Fidalgo Ribeiro

    Vivi na cidade da Beira onde fui feliz, voltar a Moçambique nunca mais, nem de férias.
    Vivo em Portugal onde nasci e sou muito feliz

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  8. 10

    Eduardo Serrano

    É isso mesmo amigo João. Apesar de não ter vivido em permanência na nossa saudosa Lourenço Marques, revivi neste teu artigo os mesmos momentos que também vives-te. Também pelas mesmas tuas razões nunca mais voltei a Moçambique onde vivi os melhores tempos da minha mocidade. Nunca quis conhecer a cidade de Maputo. Lourenço Marques sempre.
    Um abraço

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  9. 9

    José Manuel Bulcão Pereira

    Faço minhas as palavras do João Santos Costa. Não quero estragar a excelente memória dos anos cincoenta e sessenta, passados na maravilhosa E SEGURA Lourenço Marques. Os melhores anos de minha vida, mesmo estando 43 meses, em Boane, LM e Vila Cabral.,

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  10. 8

    Carlitos

    Deixei Lourenço Marques em 76 quando já Maputo, andei com perspectiva de voltar a vê-la, com ânsia e saudades retornei em 96, deixei desde aí, desiludido e desliguei me definitivamente, físico e moralmente. De acordo com as comparações das fotos acima, na minha memória fica uma foto dos bons tempos contra a foto das ruínas do coliseu em Roma. Pura e simplesmente perda de tempo I dinheiro em lá ter voltado, em contrapartida foi bom ter visto a realidade com os próprios olhos. Já não é a terra q me viu nascer q está no meu coração mas sim a terra q me vê viver é que é a minha terra. Ambanini terra natalícia.

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  11. 7

    Rosalina Rasteiro

    Eu também lá vivi , desde os meus 14 anos até aos 28. Adorava aquela cidade,ainda hoje tenho muitas saudades. Foi naquela linda catedral que casei. Quando olho para as fotos do meu casamento e vejo a frente do prédio Funchal onde vivi durante alguns anos, saudade bete com forte.

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  12. 6

    eduardo m. paulo

    Nasci la’ em 1960 & morei la’ ate’ aos meus 13 anos.
    Retornei em 1985 para me relembrar o passado. Nos anos 2001 ate’ 2015 – e ja’ com 50 e poucos anos, andei por Mocambique a fazer trabalhos…estava enamorado pela “minha terra”.
    Perdi esse namoro porque o pais esta’ estragado por causa da “violacao a ser feita pelos chineses” ( meu comenta’rio, so’ !)

    Aquela terra esta’ podre – os chineses roubam tudo ‘a superficie.
    Bolas para isso !

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  13. 5

    Luis Russell Vieira

    Vivam, Laurentinos, Coca-Colas e Moçambicano(a)s em geral,

    Eu teria ficado em Lourenço Marques, Maputo a partir de 1975. Não conhecia outra vida nem cidade, mas em 1977 tive de abandonar a minha terra natal – eu e muitos outros milhares de moçambicanos – porque houve alguém que fez uma lei para nos expulsar. Também nunca mais lá voltei nem voltarei, digo isto com tristeza e muita pena.

    Parabéns ao João Santos ‘namoradeiro’ Costa por mais um excelente artigo sobre a nossa linda Lourenço Marques, no tempo em que podíamos dizer uns piropos saudáveis, respeitosos e próprios da idade, sem sermos logo rotulados disto ou daquilo e acusados de algum tipo de crime.

    Kanimambo!

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  14. 4

    2luisbatalau@gmail.com

    KANIMAMBO. DESDE 1974 QUENUNCA MAIS VOLTEI NEM VOLTO!
    ABRAÇO

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  15. 3

    Ricardo Alves

    Caro João Santos,

    Com uma lágrima a correr pela face eu também nunca mais voltei ou voltarei â terra onde nasci, onde a minha mãe nasceu e onde a minha avó também nasceu.
    Se “recordar é viver”, eu ainda vivo em Lourenço Marques, a terra que eu amo e me viu nascer, onde fui feliz, muito feliz, nunca por nunca voltarei à cidade de Maputo, que nada tem para me dar!
    A minha felicidade parou no dia 28 de Fevereiro de 1976 e a minha vida correu célere e com poucas mas boas recordações aqui em Portugal.

    Obrigado por ter escrito o que penso.

    Ricardo Alves.

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  16. 2

    Jorge Oliveira

    Estive em Moçambique nos últimos 6 anos por duas vezes, por cada dois meses, e foi um sentimento de felicidade e de esperança que o país se desenvolva para bem de todos os moçambicanos.

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  17. 1

    BigSlam

    É impossível não nos revermos nesta viagem, nesse “não voltar” que tantos de nós compreendemos tão bem.

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