9 Comentários

  1. 8

    Armando Noya

    Estive lá entre NOVEMBRO 66 e 18 Maio 67, vim do norte Moçambique integrando o Sete de Espadas para acalmar uma estadia
    imposta de 29 meses. Boa terra, boas pessoas, Sintra de Moçambique pois passava bem por ideal nos fins de semana aos moradores de Lourenço Marques. Hotel dos Libombos, dono amigo Rocha, filhos, etc., boa comida e ,boas danças incluindo carnaval divertido. E o China? E a padaria da Tina? Enfim, já lá vão 53 anos, como estamos velhos mas tão presentes como uma boa Marrabenta !!!

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  2. 7

    Lisette Lemos

    Se essa pessoa tivesse conhecido a Namaacha quando Moçambique era uma Colónia
    Portuguesa,, se essa pessoa tivesse uma casa de familia e a perdesse sem mais nem menos, perdesse ou melhor ROUBADA, com tudo lá dentro, sem direito a tirar os seus bens pessoas, se essa pessoa tivesse visto a mata, que mata? eles destruiram tudo, fomos lá ver, da última vez que lá fomos , essa pessoa deveria ficar calada..
    A última vez que lá fomos buscar algumas coisas, ainda foi possível, mas muito pouco, a meio do caminho fomos parados por soldados armados, olharam para dentro do carro onde estava o Rogério e Alexandra, esta com uns 10 anos e um deles dizer,”eu vou casar com essa menina”, nós ficamos estáticos, calados , deixaram-nos ir embora , recolhemos algumas lembranças demos uma volta pela Namaacha, fomos à mata, que mata? tinham cortado todas as árvores, a Namaacha estava toda abandonada.
    Fomos almoçar ao hotel onde tantas vezes fomos , onde tinhamos passado o último Final de Ano, se essa pessoa tivesse visto o Colégio Barroso abandonado, as freiras tiveram que fugir………..
    Bem há cerca de 11 anos, fomos a Lourenço Marques festejar os nossos 50 anoso de casamento, ficamos hospedados no Hotel Polana, fizemos o almoço com poucos familiares e amigos no Hotel Cardoso e fomos à Namaacha.
    Faço uma menção especial à missa na Catedral, onde haviamos casado. Foi uma linda Missa, colocaram-nos na fila da frente, a música era ao som de tambores, o único senão é que o padre mal falava o português, mas chamou-nos ao altar , fez a benção, valeu por tudo!.
    Fomos ver A NOSSA CASA tinham levantado os muros, tinham cortado todas as arvores e nada mais sabemos porque não dava para ver…….simplesmente a nossa casa foi roubada ., sem direito a alguma espécie de indemnização, sem podermos ter retirado nada e assim foi com toda a gente. Aquilo que lá existe foi tudo ROUBADO, grande coisa…….mas alegra saber que hoje tem outra cara, desenvolveu-se , ficamos contentes, levou outro rumo.
    Não voltaremos a Moçambique ,embora esteja no nosso coração para sempre
    Lisette Lemos

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  3. 6

    José Redondo

    1971. No regresso de Moçambique depois de 27 meses em. Cabo Delgado, Tete e Chipera, um lousanense meu amigo levou-me à Namaacha. Conheço quase o mundo todo e não é que ainda agora me recordo da tarde que passei nesse recanto fabuloso. Irei voltar, mal passe esta tragédia que vivemos atualmente.

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  4. 5

    Manuel Martins Terra

    Ao meu melhor amigo de infância, meu vizinho, José Carlos, que também alinhaste comigo no Diario de LM, obrigado pelo teu comentário. Um amigo para a vida que esteve comigo num momento delicado, provocado por motivos de saúde, onde eu e a minha esposa e a minha filha contamos com o teu apoio sólidario. Obrigado, por seres que és. Um abraço sólido e reconhecido, do amigo de sempre.

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  5. 4

    Manuel da Silva

    Estimado amigo Manuel Martins Terra deixou-me deslumbrado com a Namaacha. Viajei muito a caminho da Namaacha, mas nunca fui além de Boane. Afinal havia um paraíso mais à frente! Obrigado!
    (aproveito para cumprimentar o Dr. Rodrigues Nunes, meu colega na CEM-Macau)

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  6. 3

    Jose Carlos

    Um magnífico texto sobre a Namaacha, uma vila lindíssima, da autoria do meu grande amigo de infância Manuel Terra.
    Um grande abraço, Manuel!

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  7. 2

    José António Oliveira (Zé Tó)

    Muito bonita e agradável, muitos piqueniques alguns junto a cascata outros noutros espaços bastante agradáveis que havia por todo o lado. Éramos miúdos nunca entendi porque é que os meus pais não nos levavam a África do Sul, já em adulto e muitos anos mais tarde perguntei ao meu pai, pois ele já lá tinha ido. Respondeu como gosta quando lhe interessa, – não me lembro porquê. Ele educou-nos a que devemos de respeitar todos os homens independentemente da cor da pele, religião etc. Um homem conservador, a família acima de tudo.
    Obrigado

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  8. 1

    Ângelo Santos

    Passei bons momentos na chamada Sintra Moçambicana.
    Que saudades!!!

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    1. 1.1

      Luciano André

      Sintra Moçambicana ! Linda transcrição/tradução. Quem se poderá esquecer de tal beleza?
      Vamos vivendo de recordações como os amigos acima tem desabafado. Quem poderá esquecer tão belas paisagens: E o por de sol ?Que beleza. Um abraço amigo para os amigos que naquelas bandas viveram duma forma geral, todos com boas recordações. abraços, meus amigos e resta-nos, sonhar. Ninguém ficou melhor, infelizmente.

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