17 Comentários

  1. 4

    José Alexandre Russell

    Posso corroborar do sportinguismo até à última do meu amigo Tó Mané. Eu era o lampião amigo de estimação. Mas fomos e somos sempre amigos. Até porque eu tinha e, tenho uma paciência enorme. O pior de todos so castigos infringidos ao SCLM em termos de categorias inferiores, foi na época 1969/1970 ( julgo não me ter enganado), o Malhangalene num torneio a três para apurar as duas equipas que iriam ao provincial na Beira, ter ficado em segundo lugar, relegando o SCLM para fora de combate. Como o Rogério Machado disse atrás, no jogo decisivo entre o SCLM/Malhangalene, quem teve a garra e a vontade de ganhar fomos nós. Na rua o pior era, quando enfrentava uma equipa em que estivesse eu, e o Mário Piliquito. Nem o José Carlos Miranda lhe valia. Mas verdade se diga. Era o mais habilidoso em tudo e de todos nós. Tudo, não. Quase tudo.

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    1. 4.1

      Tomané Alves

      Calma aí Zé! Grande confusão vai com esse ano 1969/70! Em 1969/70 foi o meu 1º ano Júnior e o SCLM ganhou tudo; o Provincial foi no Malhanga contra o Ferroviário da Beira, Atlético Chinês da Beira e Ferroviário LM. Talvez te estejas a situar no Campeonato de Juvenis, esse sim, na Beira, por contraste com o de Júniores em LM. Em 5 anos de categorias de formação eu e o Piliquito ganhámos 5 Distritais e 3 Provinciais (vices nos nossos 2º anos de Juvenis e Júniores). O Morais, o Rogério e o Simango eram mais velhos do que nós 1 ano e subiram a Seniores (vide relato do Rogério) naquele que foi o nosso 3º ano de Juniores (1971/72) em que integrámos a equipa Juvenil da época anterior que também tinha sido Campeã na categoria [e em que, entre outros, pontificavam: Luís Dionísio, manos Jóia, Mário Lopes, Teixeira (Zema), Henrique Alfredo, Rendas Pereira …]. Quanto à rua, contei as n/brincadeiras na crónica do SAM dedicada ao Maputo das nossas ruas. Mas aí, “escondi” que tu eras o Sr. Atletismo e um implacável goleador cuja fama (já) vinha da primária na Rebelo da Silva. Quanto aos confrontos, recordo-me de um período turbulento em que éramos contestados pelos ligeiramente mais mufanas da rua (liderados pelo Wilson, Ilídio e Teixeira) e os defrontávamos em clara desvantagem numérica, na rua ou no SNECI … mas ganhando sempre (com o Daniel do n/lado, penso, pois éramos 3 ou 4 contra 6 ou 7)! Ahahahahahahahah!

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      1. 4.1.1

        jose alexandre russell

        Amigo, como disse o ano talvez tenha algum erro. Mas foi o campeonato de juvenis, e o Piliquito ainda jogava nos juvenis, nessa altura. O Provincial foi na Beira, e o Ferroviário, com o Samuel, Sing e outros foram campeões. Quanto aos jogos no SNECI eram contra o José Júlio, um dos filhos do Guilherme (mecânico de patins entre outras coisas daquele clube) o Vasco e ás vezes o irmão (que era mais novo que nós para aí três anos) e senão me engano o Mota???. Abraço.

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        1. 4.1.1.1

          Tomané Alves

          Pois … tens razão sobre o Piliquito. De facto, em 5 anos, o Piliquito fez 3 anos de Juvenis e 2 de Júniores, e eu 2 + 3. [A seguir, em 1972/73, fomos ambos Campeões Nacionais em Luanda.] E também confirmo o Samuel, pois no meu 1º anos de Júniores defrontei o Sing. Quanto aos n/jogos no SNECI, sendo verdade o que disseste, não invalida nada do que eu disse, pois nem sempre lá fomos para jogar contra os amigos JJ e Vasco … muito pelo contrário! Abraço

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      2. 4.1.2

        Samuel Carvalho

        Caros amigos Tomané Alves e José Russel, a época de 1969/70 foi a minha última época de Juvenis e conforme o Russell disse e bem o campeonato provincial foi na cidade da Beira e os representantes de L. Marques foram o Ferroviário e o Malhangalene.
        Possivelmente o Tomané jogou no escalão de Juniores por antecipação.
        Sendo assim ambos têm razão nos seus argumentos.
        Só para recordar que nessa época de 1969/70 o Ferroviário LM venceu todas as provas em que participou:
        • Campeão Distrital L. Marques • Campeão Provincial Moçambique
        • Vencedor da “Taça Pioneiros”- Capitão Ismael Jorge
        A equipa era constituída por:
        Silva (Seccionista), Mário Machado (Treinador), Fernando Sampaio, Samuel Carvalho (Capitão), Alberto Jorge Santos, José Dimas, José Almeida, Luis Carvalho, Luis Ribeiro “Gino”, Mário Sampaio, José Sá, António Gaspar.
        Obs: O George Sing não fazia parte desta equipa, pois era já Júnior de acordo com a sua idade.
        Aquele abraço para ambos.

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  2. 3

    Rogério Machado

    JOSÉ SÁ… a título informativo, foi pra África do Sul, onde participou comigo de uma equipa de basquete , que formamos em Pretoria e da Associação da Colônia Portuguesa de Pretoria, onde ele conheceu uma moça do time feminino do mesmo clube e com quem se relacionou. Relação conturbada foi, que levou ela a jogar-lhe soda cáustica na cara e assim o cegando e deformando. Casou, mais tarde com a enfermeira dele, que o tratou, teve duas filhas salvo erro e até onde sei vive feliz ainda na África do Sul…

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  3. 2

    ROGÉRIO MACHADO

    Hoje, sem medo de errar e como participante desses jogos, me posso dar ao luxo de comentar com plena consciência e justiça desportiva desses encontros épicos (pelo menos pra mim… kkkkkkk). SEMPRE tivemos um time “no papel” INFERIOR a esse realmente timaço do Ferroviário. Facto! Mas isso não impediu de termos sido na MAIORIA das vezes campeões. Senão, vejamos… PRIMEIRO campeão juvenil de Moçambique, além de campeão distrital. No ano a seguir, somente distrital da mesma categoria. No ano a seguir, juniores, fizemos barba e cabelo (Distrital e Provincial). E neste ano aqui desse post, AINDA beliscamos o campeonato distrital, mesmo com o desfalque do Rui Pinheiro, que tinha ido para Portugal. E que por isso, mesmo dentro do Sporting NINGUÉM acreditava, que pudéssemos realizar… e realizamos! kkkkkkkk… mesmo com a diferença enorme de plantel, entre os dois times e onde realmente o Ferroviário prevalecia. Só não tinham nossa garra… kkkkkkkkk…! A título de conforto para nós, inferiores que realmente éramos, ainda assim, eu, João Morais e Belmiro Simango, fomos nesse ano aqui realçado campeões juniores distritais, vice-campeões Provinciais (como aqui descrito), campeões distritais reservas, campeões Provincionais SENIORES e glória… CAMPEÕES NACIONAIS SENIORES. Acho… não tenho certeza, de que mais ninguém conseguiu… grato!

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  4. 1

    Luiz Branco

    Não sabia que o José Figueiredo e Sá tinha sido colega do Samuel…as voltas que a vida dá

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    1. 1.1

      Samuel Carvalho

      É verdade Luiz Branco. O José Sá foi meu colega de turma na Escola Primária João Belo, amigo no bairro da J. Serrão (apesar dele residir no bairro da Malhangalene) e mais tarde colega de equipa no basquete do Ferroviário LM. Penso que atualmente reside na África do Sul e há muito tempo que não tenho notícias dele.
      Aquele abraço.

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      1. 1.1.1

        Carlos Hidalgo Pinto

        O José Sá foi meu colega nos juvenis do Desportivo.

        Faziam também parte dessa equipa, o Luís Oliveira, o Ivo Garrido, o José Rodrigues, um tal Felipe e o seu irmão, provenientes da codade da Beira ( não me recordo dos apelidos deles s), o João Paula, creio que o J. Pacheco e o Artur Garrido ( irmão do Ivo).

        O treinador era Eduardo Branco (Becas).

        Saudações desportivas.

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      2. 1.1.2

        Fernando Lima

        O Ze Figueiredo acho que era meio ruivo e cheio de sardas e um pouco nervoso na fala. Acho que depois veio jogar no Benfica ou foi ao contrario. A nao ser que esteja equivocado.
        Tomane’ passava muito mal connosco. Nao havia grande simpatia pelos largartos…

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        1. 1.1.2.1

          Samuel Carvalho

          As caraterísticas físicas do José Sá eram essas, ruivo e cheio de sardas. O pai era um fervoroso adepto do Benfica, e portanto é possível que tenha passado pelo SLMB.
          Quanto ao Tomané era e é um bom amigo que muito prezo, mas completamente doente pelo Sporting LM. Hoje mantém essas características mas em relação ao Sporting C. Portugal… 🙂

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          1. 1.1.2.1.1

            Tomané Alves

            Amigo Samuel, agradeço as tuas palavras. Sou realmente assim, e do tipo Sporting Sempre, Sempre e em todo o lado. Sou do Sporting de Bissau, do Sporting de Cabinda, do Sporting da Ilha de Moçambique, do Sporting de Nampula, do Sporting de Quelimane, do Sporting da Beira e até consigo ser … do Maxaquene!

          2. 1.1.2.1.2

            Tomané Alves

            Nem imaginas o que sofri num confronto fratricida SCP-SCLM para a Taça de Portugal, no Estádio Alvalade. Pior ainda: foi uma eliminatório a 2 mãos! Mas sei como rejubilei quando, no intervalo do 1º jogo, o SCLM ganhava por 1-0 e o meu ídolo Octávio Sá tentava segurar esse resultado …!

        2. 1.1.2.2

          Tomané Alves

          Nem grande, nem pequena, não havia simpatia! Mas um verdadeiro Leão também não precisa dela, convive bem com isso e não tem necessidade de “retribuir” nessa moeda, bastando-lhe o gozo das vitórias sobre a lampionagem (a quem tudo é muito mais fácil …)! Bem tentavam que eu passasse mal, mas eu e o Zé Carlos Miranda tratávamos de vocês …

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        3. 1.1.2.3

          Tomané Alves

          Ainda a propósito da realidade dessa falta de simpatia anotada pelo Fernando Lima, faço questão de certificar isso mesmo com o facto e a honra máxima de ter pertencido à última equipa Campeã Nacional de Basquetebol (SCLM em Luanda, em 1973), lido o “Nacional” enquanto território Português, uno e indivisível, vulgo Pátria. De facto, o campeonato de 1974 em LM, embora disputado antes de qualquer das independências coloniais, mas talvez por cobardia e/ou posicionamentos/aproveitamentos políticos (…), já foi comunicacionalmente intitulado de campeonato Inter-territorial. E nessa envolvente tristemente política, julgo oportuno recuperar um escrito que, no “contexto”, há muito postei no “Delagoa Bay” e que reflecte um espectacular exemplo do recrudescimento/agravamento (…) da tal simpatia/animosidade sempre ‘visível’ contra o SCLM, e do qual me lembro tão bem como se fosse hoje: no final da 1ª volta desse campeonato Inter-territorial, os atletas do F. C. Luanda diziam-nos, perguntando, “nós (FCL) somos de Angola, o Benfica é do Continente, o Malhangalene é de Moçambique e vocês … vocês (SCLM) de onde são”? Conclusão: o Fernando Lima tem toda a razão …

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        4. 1.1.2.4

          Tomané Alves

          Mas o COROLÁRIO é este: lá, tal como é (e será) cá, os Sportinguistas só podem contar consigo próprios; os Outros Clubes, conluem-se no CONTRA mediante argutos fingimentos e “cenarites” e outras demais hipocrisias pseudo-desportivas. É esse estado de coisas (…) o famigerado SISTEMA que o nosso “Patrício”, Dr. Dias da Cunha, muito bem quis definir e definiu!

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