9 Comentários

  1. 9

    A J Braga Borges

    Paiva Manso. Dum lado a Padaria, do outro as traseiras do Cemitério

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  2. 8

    Nino ughetto

    Infelizmente jà nào me lembro desse edificio. Estou velho

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  3. 7

    João Costa

    Lembro-me do edifício que chamava atenção pela sua linda arquitetura.

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  4. 6

    Ricardo Quintino

    Morei na Av. Paiva Manso no último prédio alto do lado esquerdo para quem subia a Av. antes de chegar ao cruzamento da Av. 24 de Julho. Lembro-me do edifício desta Paderia algures depois da Paiva Manso atravessar a Av. Pinheiro Chagas, mas o seu nome “já era”…Também não é de admirar, pois a minha Diáspora já conta 49 anos.

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  5. 5

    2luisbatalau@gmail.com

    SINCERAMENTE NÃO TENHO IDEIA DA PADARIA SAIPAL. APESAR DE TER NASCIDO EM MOÇAMBIQUE DE 1957 ATÉ 1964 ESTIVE FORA A ESTUDAR E NÃO ME LMBRA DESTA IMPONENTE OBRA. KANIMAMBO PELA REPORTAGEM.

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  6. 4

    Jorge Augusto Fernandes Messias

    E já agora, lembro a SIPAL, em Nampula, da família Quintas, que era, não sei ainda é, de igual modo, uma fábrica/padaria, na estrada para Nova Chaves.
    Isto, salvo erro e/ou omissão.

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  7. 3

    Manuel Martins Terra

    Lembro-me muito bem da Padaria Saipal, que ficava situada na Av. Paiva Manso, entre a J. Serrão e a Pinheiro Chagas. Foi a primeira padaria com fornos elétricos, ficando o seu produto conhecido pelo Pão da Cidade, e digamos de grande qualidade. Possuía uma vasta frota automóvel, para a distribuição do pão sempre a estalar. O seu edifício chamava a atenção, pela arquitetura única e futurista. Nasceu efetivamente para ser a sede e a grande fábrica dos Padeiros de Lourenço Marques. À sua arquitetura, o próprio Pancho Guedes apelidava-a de “Stiloguedes” num estilo moderno e de contornos quase orgânicos, longe do estilo de outras fábricas da época. O seu belo edifício foi inteiramente construído, tendo em linha de conta a maquinaria pesada encomendada a fabricantes alemães ultra moderna e muito sofisticada, contudo pouco compatível com o tradicional “pão à portuguesa” e a sua confeção criou divergências na cooperativa, levando-a à insolvência na década 70. Certamente, que ficou na memória de muitos laurentinos.

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  8. 2

    Samuel Carvalho

    A SAIPAL ficava na então Avª Paiva Manso, e ocupava uma posição de destaque na cidade, num edifício de arquitetura inovadora, concebido pelo génio de Pancho Guedes. Rapidamente se tornou uma referência em Lourenço Marques, não só pelo famoso “Pão da Cidade”, mas também pela singularidade e beleza da sua construção.
    Recordo-me de alguns familiares passarem pela SAIPAL para comprar pão acabado de fazer. O aroma que se espalhava pelas ruas vizinhas anunciava a qualidade do seu pão e ficou gravado na memória de muitos lares lourenço-marquinos.
    São recordações simples, mas profundamente marcantes, que o tempo jamais conseguirá apagar.

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  9. 1

    BigSlam

    Uma excelente viagem às memórias de Lourenço Marques! A Padaria Saipal faz parte das recordações de várias gerações de moçambicanos e é mais um precioso resgate da nossa história.

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