51.º Aniversário da Independência de Moçambique
Hoje dia 25 de junho de 2026, Moçambique assinala o seu 51.º aniversário da Independência Nacional, uma data histórica que marcou o nascimento de uma nação livre e soberana, após séculos de administração colonial.
Mais do que uma celebração política, esta efeméride constitui um momento de reflexão sobre o percurso realizado pelo povo moçambicano ao longo de mais de cinco décadas de independência. É uma oportunidade para recordar aqueles que lutaram pela liberdade, homenagear os que contribuíram para a construção do país e reconhecer os desafios que continuam a marcar o presente e o futuro de Moçambique.
Ao longo destes 51 anos, Moçambique conheceu momentos de esperança, progresso e desenvolvimento, mas também períodos de grande adversidade. Apesar das dificuldades, o povo moçambicano tem demonstrado uma notável capacidade de resistência, preservando a sua identidade, cultura e espírito de solidariedade.
Para todos aqueles que nasceram, viveram ou mantêm uma ligação afetiva a Moçambique, esta data possui um significado especial. É um dia para recordar memórias, celebrar amizades e renovar os laços que unem diferentes gerações em torno de uma terra rica em história, diversidade e beleza.
Que o 51.º aniversário da Independência Nacional seja vivido com orgulho, respeito e esperança, na convicção de que um futuro melhor se constrói valorizando a história, a paz e o desenvolvimento de todos os moçambicanos.
Parabéns, Moçambique!



23 Comentários
Ruy Faria-Lopes
Pelo que leio e me contam….havera alguma liberdade, nenhuma unidade e muito pouco progresso…
Armindo Matias
Sou um observador imparcial da situação em Moçambique. Apenas lá vivi dois anos e não tenho o trauma dos que lá nasceram e foram forçados a abandonar a sua terra. Por isso pergunto: haverá motivo para celebrar a independência de Moçambique que era uma terra maravilhosa e próspera, onde havia lugar para todos, em paz e harmonia, e se transformou num dos países mais pobres de África?. Não vi descriminação nas escolas, nos transportes públicos, nos hospitais, nas igrejas… Havia pessoas que tinham uma vida desafogada e outros a viver com dificuldades, mas isto é uma situação que se verifica em todos os países.
O povo moçambicanos conquistou a liberdade com a independência de Moçambique. Mas será livre um povo que passa fome? ? E os horrores por que está a passar a população de Cabo Delgado, sem protecção do estado e totalmente entregue à sua sorte? De certeza que o povo moçambicano, se lhe fosse dado a escolher, trocava a liberdade em que hoje vive pelas condições de vida que tinha antes da independência. A conclusão a que chego é que o dia 25 de junho de 1975 não é uma data para celebrar mas para lamentar porque evoca um acontecimento que se transformou num verdadeiro desastre, dando origem a um retrocesso civilizacional com impactos trágicos e irrecuperáveis.
António José Correia de Almeida
Embora tenha nascido em Moçambique e vivido durante 25 anos não consigo comemorar a independência de Moçambique.Os acontecimentos após a independência (fomos escorraçados) ficou gravado para sempre no meu coração.
Tenho pena mas é o que sinto.
João Santos Costa
Durante a minha permanência em Moçambique, tal como muitos residentes e alguns moçambicanos, também comunguei com um governo multirracial e multicultural para o país.
Mas depois de sair em 1975, comecei a “estudar” o que politicamente se passava em África e concluí que se esta independência tivesse tido sucesso não ia durar muito! Não ia ser reconhecida pela maioria dos países.
A história mostrava-me que todos os estados africanos eram governados por líderes a favor da “negritude” e Moçambique com um governo multirracial ia ser diferente! Pelo que conheço dos seus políticos e elites não iam aceitar isso. Assim que pudessem iam recorrer a um golpe de estado ou à revolta popular para substituírem esse governo por um só de negros, tal como se passava em toda a África. E nós, os residentes e alguns moçambicanos só nos restava sair, tal como depois aconteceu com o governo da Frelimo.
Moçambique tem o governo que esses políticos , as elites e o povo, embora na pobreza, também quer.
Hoje o meu país é Portugal e Moçambique já é passado do qual só me restam memórias e saudades do tempo que lá estive a aprender a viver em comunidade com todas as raças e etnias.
Antonio Soeiro
Que Moçambique encontre o rumo para se tornar num país próspero e com paz e liberdade para toda a sua população.
Dulce Gouveia
PS : Caros “bloquistas”, não se sintam excluídos pois estão incluídos nos colaboradôres.
Só nomeei dois “bloqistas” por estarem ligados ao despôrto e à situação referida.
Tenho muito apreço e respeito por tôdos os colaboradôres do BigSlam, esperando que continuem a dar o seu grande contributo.
Calorôso abraço!
Dulce Gouveia
Embora tardiamente, não quero deixar de lembrar o dia 24, dando o PARABÉNS aos seus mentôres Samuel, Ruben e colaboradôres por êstes 14 anos de reconstrução da História de Moçambique não oficial, contada pelos seus cidadãos, ficando assim registada no futuro.
Não fossem êstes carolas, que perdêram horas
( e ganharam em informação ) a pesquisar em jornais e revistas da época e de registos privados ( tiro o chapéu ao Victor Pinho que, por si só, representa a Associação de Atletismo, pela quantidade de registos e resultados que possui de cada atleta, assim como o António Botelho de Melo pelo enorme espólio sôbre Moçambique em tôdas as vertentes, que está registado nos seus blogues ), a grande maioria dos atletas moçambicanos não teria existido.
As Federações, que ficavam na Metrópole, homologavam e registavam tôdos os recordes nacionais, deixando para as Associações o registo dos recordes regionais / provinciais.
Com a independência das províncias ultramarinas, os novos dirigentes desfizeram-se de tôdos os arquivos e registos do tempo colonial (excepto as estruturas, claro), reduzindo a nada o despôrto até ali existente.
Muitos dos grandes atletas portuguêses vieram das províncias ultramarinas tendo contribuído para o desenvolvimento do despôrto português e sobressaindo internacionalmente.
Deixo aqui um lembrête relativamente aos autôres dos diversos livros sôbre Moçambique, nomeadamente o João Mendes de Almeida com a sua obra muito volumosa e completa.
Daí a grande importância do BigSlam como aglutinadôr de informação e como ponto de encontro.
Hôje, sôbre a comemoração da independência, nem falo…..
Só desejo que a paz se faça sentir em Moçambique e que a sua recuperação como país rico e soberano se torne realidade para bem dêsse pôvo tão sofredôr.
Abraço de luz para tôdos!
Carmen Ramos
A independencia e de facto algo que nao tem preco. Pena que depois tenham vindo momentos duros e marcantes e hoje estejamos numa situacao deveras dificil, mas A LUTA CONTINUA por um Pais rico, prospero, com justica social . Ha ainda muitas coisas boas a celebrar apesar das muitas e muitas dificuldades …. VIVA O 25 DE JUNHO, VIVA A INDEPENDENCIA DE MOCAMBIQUE!
Helder
Feliz aniversario MOCAMBIQUE, VIVA A INDEPENDENCIA DE MOCAMBIQUE NAO TEM PRECO ,DIA QUE OS MOCAMBICANOS SE LIVRARAM DO JUGO COLONIAL, de abusos, discriminacoes humilhacoes e exploracoes a favor duma minoria desgracada e racista, isso nao tem preco. Viva Mocambique, a luta continua, MOCAMBIQUE para MOCAMBICANOS 🤎💯🍊🍊🍊🔆🔆🔆
Orlando Valente
TENS RAZAO… MOCAMBIQUE, PASSA FOME DE CAO, O PAIS MAIS POBFRE DO PLANETA TERRA, O POVO A SER DESPRESADO… VIVA A INDEPENDENCIA PARA A GATUNAGEM, VIVA, VIVA…. consta-se que para o Norte o povo come capim…
orlandovalente4@gmail.com
Viva Mocambique, amiseria e a fome tambem…depois de 51 anos, a culpa foram dos COLONOS…daqui por 100 anos, a culpa continua a ser dos COLONOS…viva viva
Ruy Faria-Lopes
Nao sei quem és, nem me interessa… racista, ignorante e uma boa desgraça és tu e a tua familia…como por la se diz : Miela Pongo…e fico por aqui
Manuel Martins Terra
É duro fazer uma reflexão sobre a comemoração da Independência de Moçambique. Uma ferida profunda partilhada por todos os que acompanham o destino daquela terra de boa gente. A utopia da promesda dos novos senhores do poder, constrasta dolorosamente com a realidade de um território capturado por elites, deixando os moçambicanos de mão estendida. Se a independência com toda a justiça , tivesse acontecido para um país mais igual ,apontado a um futuro risonho , estariamos cá para aplaudir, contudo terá que ser o povo a travar lutas contra os chamados pseudo-salvadores, para se libertarem da pobreza, da exclusão e do medo. Moçambique precisa mais do que nunca, exigir que o Estado sirva o seu povo, e muito menos dos sanguessugas que hopotecam o futuro das gerações.
Jorge pinto
Boas. Ontem dia 24 de Junho fiz 51 anos que deixei a minha terra com saudades e revolta nos os moçambicanos não fomos ouvidos…Estou atento todas as notícias …..
Orlando Valente
LUTO PELO 25 DE ABRIL EM MOCAMBIQUE.
Sim, estou fora da minha terra que ha 83 anos me viu nascer. Nasci na ILHA DE MOCAMBIQUE, sou MACUA… sim, SOU MACUA.
HOJE ESTE DIA E DE LUTO. VOU SER DIRETO NA MINHA AFIRMACAO, PORQUE ME SINTO LIVRE DE ME EXPRIMIR, sou testemunha no que tenho para dizer, porque sempre procurei ser objectivo e honesto nas minhas afirmacoes: Hoje celebra-se a chamada independencia da minha querida terra que e Mocambique. PIAIS ENTREGUE A TERRORISTAS, PELO GOVERNO PORTUGUES, SEM HAVER ELEICOES LIVRES… MILHARES FUGIRAM DEIXANDO PARA TRAS TUDO O QUE CONSTRUIRAM…O POVO SEMPRE ABANDONADO, FAMINTO, VIVENDO NUM PAIS RIQUISSIMO, MAS SAQUEADO, ROUBADO E EXPLORADO. SINTO TRISTEZA DE VER O POVO NA MISERIA, UM POVO QUE SOFRE… UM PAIS QUE E DOS MAIS POBRES DO MUNDO. MOCAMBIQUE, que hoje poderia ser um pais de sucesso, governado por corruptos, autenticos abutres que tudo devoram…Quantos Mocambicanos foram mortos pela frelimo comunista… nao vou entrar em pormenores, muito teria QUE ESCREVER. A Miinha
satisfacao sao nos poemas que dedico a minha terra… SiM, ESCREVO O QUE SOFRO E INSPIRTADO PELO SOFRIMENTO DAQUELES QUE TUDO LA DEIXARAM… QUE DEUS TENHA COMPAIXAO DAQUELE POVO SOFREDOR…
Nino ughetto
Valente tens razào, Eu para te dizer a verdade Moçambique (L.Marques ) morreu. Jà nào me interessso nada mais Eles mataram me destruiram me a mim e a toda minha familia,que mais posso dizer ??? OK. mesmo que o Pais é riquissimo a populaçào é na miséria. So os novos ricos e os exploradores andam felizes e em reunions de jantares etc etc. OK. que se linchem
2luisbatalau@gmail.com
NÃO CONSIGO DAR OS PARABÉNS A MOÇAMBIQUE, JÁ QUE O PAÍS ESTÁ UMA VERGONHA. FRELIMO NUNCA.
MARIO RAFAEL FERNANDES
COMO MOCAMBICANO GOSTARIA DE CELEBRAR A INDEPENDENCIA DA MINHA TERRA MAS INFELIZMENTE A FALTA DE SEGURANCA E PERSEGUICAO POLITICA OBRIGARAM A ABANDONAR O MEU PAIS.FICA UM BEM HAJA PARA OS MOCAMBICANOS DE BOA FE.
JOSÉ CARLOS NUNES daCUNHA
Bom dia, o que nos une é a nossa vivência em Moçambique e o nosso amor a Moçambique é inquestionável, mas olhando o presente vemos que um país como Cabo Verde, tão pobre em riquezas primárias conseguiu ser aquele país que tanto desejávamos para Moçambique, caminhos diferentes na escolha de governação deram frutos díspares, fica a reflexão!
Kanimambo.
josé carlos alves da silva
Parabéns Moçambique, parabéns Quelimane, parabéns para todos moçambicanos e Quelimanenses. Lamento que tenha sido uma independência de perseguição, destruição e morte para quem já lá viviam e nasceram. Eu queria ser independente com segurança e futuro, nunca existiu.
BigSlam
Neste 51.º aniversário da Independência de Moçambique, celebra-se a liberdade, a identidade e a esperança de um povo resiliente. Mas é também um momento para refletir sobre os desafios que persistem, nomeadamente a pobreza que afeta tantos moçambicanos e o combate indispensável à corrupção, condição essencial para um futuro mais justo e próspero.
Que o país continue a caminhar rumo ao desenvolvimento, à transparência e a uma vida mais digna para todos os seus cidadãos.
Alexandrino Santos
ANAMOLA
Lurdes Alexandre
Viva Moçambique!
Foi um dia belo o 25 de Junho de 1975!
Acabou a exploração colonial a descriminação e Moçambique livre pode afirmar a sua identidade.
Há que lembrar quem tanto sofreu para que este dia nascesse e concretizar os seus sonhos, seus desejos legítimos para o desenvolvimento e bem estar do Povo Moçambicano. Lurdes Alexandre