8 Comentários

  1. 7

    Eduarda Silva

    A poesia sempre morou dentro dele (do Fernando Lima) embora a política tenha despertado aí pelos 15 anos… Fomos colegas de turma, a alcunha dele era… o Político😁 e gosto e lembro que continuamos amigos até hoje. Que as nossas filhas são amigas também e (surpresa!) os nossos netos também já são amigos. Estamos mesmo… antigos!!!🙈 Bayete, Fernando!

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  2. 6

    Manuel Martins Terra

    Belos instantâneos que focam a nossa adolescência , nomeadamente o aparecimento maciço das motorizadas japonesas de 50 c.c, sobretudo aquele trabalhar da Honda, que indiciava logo o malandro que importunava o sossego dos que gostavam de ir para a cama mais cedo,dos machimbombos que nos levavam para a escola, mas também para os locais de diversão, de se ouvir os discos românticos dos grandes interpretes da época,das nossas idas com toalha às costas até à Praia do Miramar, e aqueles piropos dirigidos às “bifas” com frases feitas do nosso inglês de praia, das serenatas tocadas nos muros das moradias às miúdas mais belas do bairro, das mangas maduras sacudidas das árvores, com pedradas certeiras nos ramos que as seguravam e das goiabas do vizinho do lado. Dos joelhos pintados de mercuriocromo, depois das rasteiras naquelas futeboladas jogadas nos passeios, dos cigarros LM e quando não havia para mais, adoçávamos a boca com o Havana, às escondidas de olhos sempre atentos às nossas tropelias, das maçarocas, amendoins e castanha de caju, que comprávamos às “mamanas” na esquina defronte do Marisqueira do Ponto Final. Enfim, um desfilar de recordações que nunca mais se esgotam. Parabéns, Fernando, por este lindo texto que nos obrigou a recuar no tempo.

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    1. 6.1

      BigSlam

      Caro Manuel Terra, este teu comentário ao artigo do Fernando Lima está divinal. Porque não servir de base a um artigo sobre as memórias da nossa infância em Moçambique? Deixo-te aqui o desafio do BigSlam!
      Aquele abraço fraterno.

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  3. 5

    Augusto Martins

    Mais uma maravilhosa recordação do nosso modo de viver no paraíso.

    OBRIGADO, porque por uns minutos, fiquei mais novo.
    Um abração, para todos os que tiveram a felicidade de viver esta época irrepetível.

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  4. 4

    José Miguel Rodrigues

    Um aplauso para esta crónica e seu autor ,recordações da noss infância.

    Abraço

    José Miguel

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  5. 3

    M. Eduarda Nunes

    Parabens Sr. Fernando Lima pela sua crónica, envolvente e tão bem escrita.
    Tambem tive adolescência laurentina e o seu texto fez-me recordar uma amiga muito querida que comigo, partilhava “amores platónicos” desse género.
    Um dia ela perguntou-me: ” ainda te interessa o Fernando? ( também se chamava Fernando).
    Como a minha resposta fosse negativa, ela saltou de imediato: “então de agora em diante ele passa a ser meu “

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  6. 2

    A. J. Relógio Gil

    Extraordinariamente bem escrito. Nunca participei em publicações, mas esta valeu a pena. PARABÉNS FERNANDO LIMA. Vivi também isso que, tão brilhantemente escreveu.

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  7. 1

    Luis Alberto Ferreir Marques

    Está história fez-me lembrar a minha inocente juventude. Era muito tímido, havia na escola Industrial uma miúda a Nana que eu amava, mas ela nunca soube, nunca tive coragem de lhe dizer ainda hoje não sei porquê.
    PEDIA AO TEMPO PARA ESPERAR, PARA TER MAIS TEMPO PARA A OLHAR.
    Já não tinha que ser…

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