2 Comments

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    António Almeida Langa

    … Vendo aquela infra-estrutura adegradar- se sem que alguém de direito, tome providência é triste.mesmo o dito dono entre ( ” “), nāo é capaz de fazer algo. Em benefício daquele impreendimento

    Aquele estádio requere assistência permanente, se o próprio clube não se mostra capaz, talvés por falta de condição financeira e com aquela infra-estrutura, a coisa torna-se muito Mais complicada. Talvez a tesouraria está Tão vazia desde1968, não conseguem comprar holofotes para colocarem nas Torres de iluminação, é uma grande vergonha para o grande clube que é. Passaram muitas direcções nenhuma se dignou-se o estádio continua às escuras.

    E quanto Mais a sua assistência.

    Salvo a melhor opinião o estado deveria dar uma mão naquele estádio, embora ter-se atribuido ao Clube Ferroviário, este não tem capacidade financeira para arcar com as despesas de manutenção do estádio. É triste ver o sour dos trabalhadores dos CFM, a desmoronar-se.

    Perde-se tempo a discutir a mudança do nome em vez de discutir os problems do estádio.

    Quanto ao nome a ser atribuido ao estádio: porque não se dá o seu Patrono. pessoa que idealizou a sua construção o. Sr. Enginheiro SOUSA DIAS, o mentor desta infra-estrutura, em sua homenagem. Não importa sua origem, seu passado côr ou raça. Foi um verdadeiro obreiro desta infra-estrutura.

    Penso que o estado deve assumir e completar o que falta por acabar naquele estádio, para estar de acordo com o projector inicial.
    Hoje em dia, temos a República Popular da China, que tem Feito maravilhas neste país.
    Porque não o contacto para acabamento àquele infra-estrutura.

    Mas tudo deve Ser da alçada do Clube Ferroviário e da Federação Moçambicana de Futebol.

    Ninguém disse Nada.

    Xipalapala de João de Sousa
    .

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  2. 1

    José manuel Mota.

    Uma crónica que me emociona, João de Sousa!

    O meu pi era inspector dos CFM e amigo pessoal do Eng. Sousa Dias. Tive a oportunidade e o privilégio de ir visitando o estádio ao longo do período de construção, em passeios de fim-de-semana com o meu pai e o Eng. Sousa Dias, sendo por isso testemunha do entusiasmo que ele colocou nesta “sua” obra e o orgulho que sentia dela.

    Ainda guardo com cuidado e carinho o bilhete do jogo Portigal-Brasil a que tive a sorte de assistir no dia da inauguração do estádio.

    Porém, já não estive lá na cerimónia da Independência de Moçambique. Mas, sinceramente, na altura gostaria muito de ter podido estar presente. Hoje, … não sei se teria saudades e boas recordações dessa data …!!!

    Abraços.

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