7 Comentários

  1. 5

    Nino ughetto

    Bravo sr V.Pinto é sempre bom ler os artigos desportivos e outros.. a mim, faz-me sempre tristeza de pensar em tudo que se passou, Hoje o que que serve lembrar o passado ? O tempo nào volta atras Choramos o nosso L.Marques, sim mas até quando ?? Quando me recordo da minha infância e vejo aqui a crianças agarradas aos telemoveis e TVs ! Digo «  » como o tempo passou e que tempo perdido Se é isso a nova infância ??? Prefiro a que passei.Um abraço

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    1. 5.1

      Victor Pinho

      Boa tarde Nino Ughetto digo-lhe que ao fazer estes trabalhos do atletismo em Moçambique na nossa era, estou não só a recordar atletas, dirigentes, treinadores que fizeram crescer esta modalidade, mas também deixar registado para a história os feitos dos atletas. Digo-lhe que não existe material ( Recortes, Revistas, Tempos, marcas e documentos oficiais do atletismo )do tempo até á independência pois após a independência tudo o que existia e era muita informação, como dossieres, livros técnicos, pastas com os resultados oficiais das provas realizadas que se encontrava no gabinete dos técnicos no Parque José Cabral os iluminados na altura juntaram tudo e no meio do Parque pura e simplesmente deitaram fogo e muito felizes porque estes registos eram do tempo do Colonialismo. Esta a verdade do que se passou e assim algumas pessoas tem os registos das sua vida de atleta e eu felizmente possuo muita informação, fotos, registos oficiais, revistas onde na altura se falava do desporto tais como as Revistas Tempo e outras, bem como recortes de Jornais das Provas realizadas em atletismo desde 1928 a 1975 pois na altura era treinador de atletismo e elemento da Associação de Técnicos de Atletismo de Moçambique e pude aproveitar na altura e ter documentos que me ajudam a fazer todos estes trabalhos e até já colaborei em alguns livros sobre Moçambique e também sobre o meu Livro ” A História do Atletismo em Moçambique de 1928/1975″ livro com centenas de informação, fotos, registos etc, etc que ainda não está na gráfica para ser imprimido dado o volume e as dezenas e dezenas de fotos em cada capítulo. Espero ter ajudado no esclarecimento porque continuo a fazer trabalhos que ficaraõ para se conhecer a história que não pode ser apagada.U;m abraço

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  2. 4

    2luisbatalau@gmail.com

    KANIMAMBO AMOGO. EXCELENTE REPORTAGEM DE UMA GRANDE ATLETA MOÇAMBICANA.

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  3. 3

    João Costa

    Mais um bom trabalho do Victor Pinho sobre o desporto moçambicano. Parabéns!

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  4. 2

    Ruy Zibreira

    Belo trabalho…a’ V Pinho, como nao podia deixar de ser…

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    1. 2.1

      Victor Pinho

      Aló Ruy começo a ficar velho e cansado mas enquanto puder irei fazendo estes trabalhos para que sejam publicados e que não tentem apagar a história do atletismo em Moçambique como tentaram fazer queimando tudo pois felizes cantavam que isto era do tempo do Colonialismo. Não se consegue apagar 50 anos da história seja ela do tempo do colonialismo quer depois da independência. Desde então o atletismo em Moçambique tirando a honrosa excepção que foi a Maria de Lordes Mutola nunca mais foi atletismo como antigamente digam o que disserem. Um abraço

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  5. 1

    BigSlam

    Mais uma excelente partilha de Victor Pinho, resgatando da memória uma atleta que honrou o desporto moçambicano.
    Parabéns por este valioso contributo!

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