2 Comments

  1. 2

    José Miguel Rodrigues

    Brilhante trabalho de Mia Couto, sempre com desasombro tocando nas feridas; mas atenção não é só em Moçambique que esta “doença” existe.
    Por cá, neste rectangulo á beira mar plantado , ui ui! de forma encapotada , mais devastadora , mais feroz , existe e de que maneira!!!

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  2. 1

    Clara van Zeller

    Já tinha lido. Muito bem observado. Mia Couto definitivamente não é monótomo.
    A sua escrita espelha um maravilhoso universo ficcional, intensamente ligado à cultura e imaginário moçambicanos e aos mitos rurais e urbanos que, sustentados em formas de arte verbal da oralidade popular, fazem deste escritor um contador de histórias único.
    Obrigada, Samuel pela partilha.
    Bj

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